14 octubre, 2020

Arce: ''Recuperar a Pátria, consolidar os avanços e superar todo tipo de violência''

Em comemoração ao Dia da Mulher Boliviana, 11 de outubro, o candidato do MAS frisou o "papel destacado das mulheres na luta para devolver a paz social" 
Por Leonardo Wexell Severo La Paz - 

“Vamos às urnas para recuperar a Pátria e a esperança de nossos filhos e netos, consolidar os avanços e superar todo tipo de violência”, conclamou Luis Arce, candidato do Movimento Ao Socialismo (MAS) à presidência, neste domingo, no bairro de Callapa, em La Paz. 
Na oportunidade, o economista que comandou a política econômica do “Bem viver” de Evo Morales, inaugurou um painel em comemoração ao 11 de outubro, Dia da Mulher Boliviana. Condenando o retrocesso imposto pelos golpistas, Arce reuniu milhares de simpatizantes no campo de futebol Callapa para denunciar que “com este governo voltaram o racismo, a discriminação e a prepotência, voltou o neoliberalismo em todas as suas expressões e voltou a dor dos bolivianos”. 
“Estão privatizando as nossas empresas públicas e os nossos recursos naturais e isso nós não vamos permitir”, enfatizou o líder, frisando que “a direita está roubando não apenas nossa economia, mas a saúde, a educação e a cultura”. O candidato masista apontou que, ao contrário de todos os demais partidos, “nós temos programa, propostas e respostas para reconstruir o país, mas para que isso seja executado precisamos que no próximo 18 de outubro estejamos mobilizados”. “A primeira tarefa é ir votar; a segunda é votar na lista do MAS, de ponta a ponta; e a terceira é defender o voto, fiscalizar, conferir, para evidenciar ao mundo que vencemos com mais de 50% dos votos”, acrescentou. 

CICLO DA VIDA 
Ao lado do pintor Julian Mamani, as jovens Patricia Poma, Nadia Rosse e Marta Paco destacaram o significado da entrega da obra, que veio a ser complementada com as letras finais da exortação à luta pelo fim da violência contra a mulher neste 11 de outubro. A data é uma referência a Adela Zamudio (1854-1928), cochabambina que lutou pelos direitos, pela emancipação intelectual e social da mulher, tendo sido a precursora da educação laica e igualitária no país. Nadia, Patricia e Marta, só o MAS tem propostas emancipacionistas para a mulher (LWS) “O mural reúne a imagem de três mulheres: uma jovem, uma senhora e uma anciã. Elas representam o ciclo da vida, a água, a terra, o fogo e o ar, da nossa Pachamama”, declarou Patricia Poma. “Estamos aqui porque foi com o governo do MAS, por meio da lei 348, que se impulsionou o empoderamento das mulheres. Mas não é a única ação contra a violência, enfrentando o feminicídio e os maus tratos”, apontou. LUTA PELA IGUALDADE Segundo Nadia Rosse, “a nova legislação foi uma contribuição chave para reprimir a violência e dar igualdade a todos, ao nos identificar como pessoas e não como animais”. Para Marta Paco, “como o neoliberalismo foi quem nos governou ao longo de 180 anos, suas leis expressavam tão somente o posicionamento da alta sociedade, como os grandes latifundiários, sem consultar os mais humildes”. “Diferente disso, por sermos todos iguais, o socialismo inclui a todos. O novo Código Eleitoral, por exemplo, estabelece uma alternância, uma equidade de gênero na lista de senadores e deputados, o que contribui para mudarmos a realidade a partir da inclusão”. Moradores de Callapa acompanharam a inauguração do mural (LWS) Entre outras conquistas dos 13 anos e nove meses de “estabilidade econômica e social” do governo do MAS, as jovens apontaram a garantia da água como direito humano, expressando o cuidado com a Mãe Terra; o bônus Juana Azurduy, que garante um seguro para as grávidas até os dois anos de idade da criança; o bônus Juancito Pinto; que garante um estímulo anual para as crianças que permaneçam na escola; e o bônus Dignidade, para os anciãos.

12 octubre, 2020

América Resiste #241 bis- La Retaguardia Radio- 12-10-2020

 

América Resiste #241 bis-La Retaguardia Radio-12/10/2020 
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Editorial: No cambiar de caballo, en medio del rio- 

Audios: 
Argentina-Guernica Tierra para Vivir- 
Argentina: Pelota de Trapo-Alberto Morlachetti-Alma Pater-Pass away 
Ecocidio: Pachamama-Anonimo 
Paraguay: La Tierra para pocos 
Paraguay: Corrupción- drama del EPP 
Paraguay: Secuestro Oscar Denis-Familiares ruegan 
Paraguay: Indigenas buscan al secuestrado-el estado huye 
Colombia: Discidentes de FARC- retienen soldados 
DDHH: «Quique» orgulloso en La Causa Peronista-Enrique Jose Juarez 
Enrique Dussel- Descolonizar el euro centrismo-  

Charlamos con el Profesor Alejandro Correa-Periodista-Docente-Politico  

Música: 
Pequeño Adrian-Namandu/Ricardo Flecha-AR//Agua de beber-Astrud/Gilberto-1965//Bajan-Spinetta//Xangó-Vinicius-Powell//Todos contra todos-Tabare Cardozo 

Noticias- Denuncias- Reporte desde el lugar de los hechos- Periodismo Social, Libre, Militante  No somos neutrales, estamos junto a los vulnerables, que Luchan contra los Abusos y se niegan a ser esclavos. 
América Resiste!!!- LUNES 18:00 A 20:00/ Jueves 13 a 15/ Sábado 22 a 24-

Habla uno de los venezolanos más buscados por EEUU

 https://mundo.sputniknews.com/america-latina/202010111093087145-habla-uno-de-los-venezolanos-mas-buscados-por-eeuu/?utm_source=mundo_newsletter_links&utm_medium=email

Estados Unidos ofrece 10 millones de dólares por el exdirector de inteligencia venezolana Pedro Luis Martin Olivares. Su designación en la lista responde, afirma, a posibles intentos de operaciones de extracción. Sputnik conversó en exclusiva con él.

El nombre del venezolano Pedro Luis Martin Olivares, desconocido para muchos, apareció a finales de septiembre en portadas de medios de comunicación del mundo: el Gobierno estadounidense anunció la oferta de 10 millones de dólares para quien entregue información que lleve a su captura y condena.

Martin Olivares pasó a integrar la lista de recompensas ofrecidas por el Departamento de Estado, que encabeza el presidente Nicolás Maduro, por el cual se ofrecen 15 millones de dólares, y es seguida por Diosdado Cabello, presidente de la Asamblea Nacional Constituyente, por quien el monto es de 10 millones de dólares.

Por esas razones Olivares decidió hablar públicamente con Sputnik: "he considerado importante que el mundo conozca el tras cámara de esta novela que se han inventado los Estados Unidos (EEUU) en mi contra".

Olivares se presenta a sí mismo como "proveniente de una familia clase media, economista y abogado, profesiones que comparto con el manejo de mis empresas". Entre el 2002 y 2004, bajo el gobierno de Hugo Chávez, fue director de inteligencia de la dirección de los Servicios de Inteligencia y Prevención, lo que es hoy en día el Servicio Bolivariano de Inteligencia. Actualmente, afirma, no ocupa cargos.

La acusación, como en la mayoría de los casos, es por narcotráfico. Su causa nació en 2015, "cuando publicaron una notificación roja de Interpol, y mediáticamente difundieron la acusación que construyeron en mi contra", explica.

Luego, en el 2018, el Departamento del Tesoro estadounidense lo incluyó en la lista de narcotraficantes de la Oficina de Control de Activos Extranjeros. Pero ya desde el 2004 "venían armando escenarios que progresivamente iban engrosando".

El precio millonario es entonces el punto de llegada de años de operaciones que ocurre en uno de los momentos de mayores amenazas contra el país.

FBI Foils Right-Wing Plot to Kidnap Michigan Gov. Months After Trump Urged "Liberation" of State

 https://www.democracynow.org/2020/10/9/michigan_kidnapping_plot_right_wing_militias?utm_source=Democracy+Now%21&utm_campaign=e2c835055c-Daily_Digest_COPY_01&utm_medium=email&utm_term=0_fa2346a853-e2c835055c-190254837

Just months after President Trump tweeted for his supporters to ”LIBERATE MICHIGAN!” the FBI has foiled an alleged plot to kidnap and take hostage Democratic Governor of Michigan Gretchen Whitmer. Authorities arrested six men Thursday involved in the kidnapping plot, and seven others who were said to be planning to storm the state Capitol in Lansing with the intent of starting a civil war. “It came as a surprise to many, but not necessarily here in Michigan, because the state has a long history of militia and white nationalist ties,” says Russ McNamara, a reporter at WDET, Detroit’s NPR affiliate. We also speak with Michigan state Representative Kyra Harris Bolden, who says local Democrats have been warning for months about the threat posed by far-right extremists. “It’s very important to note that this could have been prevented,” she says.




Former Neo-Nazi Says Trump's Call for Proud Boys to "Stand By" Will Encourage More Violence |

 https://www.democracynow.org/2020/9/30/trump_biden_debate_white_supremacists?utm_source=Democracy+Now%21&utm_campaign=d49b9a57b6-Daily_Digest_COPY_01&utm_medium=email&utm_term=0_fa2346a853-d49b9a57b6-190254837

President Trump refused to condemn white supremacists during the first of three scheduled presidential debates with Joe Biden. When pressed by moderator Chris Wallace of Fox News to disavow far-right extremism, Trump name-checked the Proud Boys and told them to “stand back and stand by,” words widely denounced as a tacit endorsement of the violent, white supremacist organization classified by the Southern Poverty Law Center as a hate group. The Proud Boys almost immediately responded by changing its logo online to include the Trump quote. Christian Picciolini, a former neo-Nazi who now leads the Free Radicals Project, a group focused on helping people disengage from violent extremism, says Trump’s words were a clear encouragement for “continued violence” from far-right groups. We also speak with Temple University professor Marc Lamont Hill, who says Trump’s performance at the debate is a continuation of his white supremacist project. “He wants violence in the streets, he wants chaos at the polls, because he wants Americans to feel a sense of unsafety. It’s its own kind of diplomatic terrorism,” he says.


02 octubre, 2020

Guernica, zona autónoma-ocupación de tierras-Bs. As.

Guernica, zona autónoma-ocupación de tierras-Bs. As.-02/10/2020
Gobierno de las Organizaciones?


La ocupación de tierras, organizadas en distintos lugares del país, se da mayormente en los alrededores de las ciudades. Este es solamente un dato de la realidad, que sin demasiado análisis, es producto de la forma de vida y desarrollo actual, que no esta organizado, para contener a todxs.

La fantasía de tener, mayores posibilidades de supervivencia en los suburbios, choca de frente con la miseria a la que son condenados, millones de compatriotas, que viven en condiciones paupérrimas, sin salida ni futuro. La recolección de cartón, el cirujeo, la recuperación de proteínas de la basura, queda en manos de lxs más fuertes, lxs más violentxs, lxs más saludables. El resto, que son mayoría: niñxs, ancianxs, enfermxs, Mujeres a cargo de varixs, son las victimas, revictimizadas. Victimas del Orden Social, del odio a la pobreza, y de quienes imponen el orden por la fuerza, los que mandan en medio del ese universo sumergido.

Salvo en las ocupaciones, que se dan una organización solidaria y colaborativa. El grado de indefensión es alarmante, e invisible.


Hay experiencias en que se combinan, el Derecho a la Vivienda y la producción de alimentos para el propio sustento. El efecto positivo de esto, es inconmensurable. Significa además, proponer un camino para recuperar la Dignidad y romper el yugo de la limosna, de la dádiva, provenga de donde provenga.


 
Mirar para otro lado

La ocupación de los terrenos en Guernica, organizada, con buena logística, basada en algunas organizaciones de base, con tendencia socialista: Movimiento por la Unidad Latinoamericana y el Cambio Social (MULCS), el Polo Obrero, los más visibles y otrxs funcionan de hecho, como el estado dentro de la ocupación, lo cual da una buena oportunidad de saber, si funciona el sistema de organización de base.

El punto de inflexión dado el domingo pasado, al momento en que lxs ocupantxs cerraron el acceso al Estado provincial. Que no había llegado en su expresión represiva, sino de ayuda social. Esto fue definido, por lxs vocerxs de la ocupación, como una forma de agredir a quienes están en condición de vulnerabilidad. Por lo tanto, ni alimentos, ni abrigo, ni medicamentos, fueron recibidos y en medio de amenazas violentas, se retiro el Estado provincial.

Sí fueron recibidas y bienvenidas, las donaciones que se recolectaron por las organizaciones, lo que se podría definir como un recurso de dignidad y soberanía, positivo.

La retirada

El estado provincial, formal, presentó un amparo en el juzgado, para retrasar el desalojo. Lo que fue concedido.  Habría que ver si, esta vez se le permite, acceder a los ocupantes, con el objeto de dar cumplimiento al compromiso contraído, con el juzgado, (a la hora de ser concedido el plazo cautelar), respecto de tomar las medidas y dar las soluciones, dentro de su "capacidad y jurisdicción".

Se está retirando la policía bonaerense, las ayudas se están derivando a otras zonas, también necesitadas y con situaciones dramáticas, de las políticas de emergencia.

No faltan, quienes desde la cínica mirada política, plantean, que de ser a la inversa, y gobernaran las organizaciones en la provincia, no serian tan contemplativos. Además de tener la certeza, que de consolidarse el asentamiento, nunca serían ni amigxs, ni aliadxs. Una mirada cínica, del drama. Son algunos argumentos, que consolidan la postura de ocuparse de otras “cuestiones”, también urgentes y dramáticas.  
De ser así, tal vez parte de la iglesia, continuaría, alguna oficina del ejecutivo provincial, y poco más. 
Lxs ocupantes y organizaciones, tendrían en sus manos el destino de esta Lucha, tan rica en desafíos y que podría marcar un camino a futuro.


El ser y el parecer

Queremos demostrar que existe un Estado, que convive con otras expresiones de control social y gobernanza, que se rige con reglas y esquemas de control de gestión, propios, en algunos casos con fondos provistos por los estados gubernamentales. Esto es una ventaja comparativa, en el sentido en que los gastos de los gobiernos, está sometido, a reglas, directivas, protocolos, auditorias y controles cruzados, esto no sucede en todas las organizaciones sociales, justamente porque se auto controlan.

Las cuentas de quienes reciben dinero del o de los Estados, debe ser información pública y obligatoria, los fondos derivados en ayudas sociales de distinta índole, es multimillonario, al ser fondos públicos, necesitamos contar con información, certera, fidedigna y contrastable. No es un detalle menor, tener las cuentas claras, a la vista de quien desee consultarlas, además de ser una manera de adoptar formalidades burocráticas, que redundaran en mayor transparencia, sirve también para oponer a los estigmas peyorativos, sobre las organizaciones sociales, partidos políticos, etc.

Siempre, quienes Luchan contra los poderes concentrados, son sometidos a escrutinios más rigurosos, que exigen ser y parecer.

(hemos recibido de Información Pública PBA-respuesta, sobre el pedido de informes sobre fondos)











29 septiembre, 2020

La ruta mundial del fentanilo: ¿por qué esta droga se ha vuelto tan popular?

 https://mundo.sputniknews.com/ciencia/202009251092903087-la-ruta-mundial-del-fentanilo-por-que-esta-droga-se-ha-vuelto-tan-popular/?utm_source=mundo_newsletter_links&utm_medium=email

El consumo del fentanilo ha crecido en todo el mundo —especialmente en Estados Unidos— y, en consecuencia, ha ocasionado un aumento de la demanda en aquellos países donde se concentra la producción y el tráfico ilegal. Los puntos centrales del tránsito internacional de esta droga sintética son tres: China, Estados Unidos y México.

Uno de los consumidores más activos de fentanilo es Estados Unidos, donde en promedio se registran cerca de 50.000 muertes al año por sobredosis de opioides sintéticos —como el fentanilo—. De acuerdo con el Informe mundial sobre las drogas 2019, solo en 2017 murieron alrededor de 47.000 personas en territorio estadounidense por el consumo de drogas sintéticas, lo que constituye un 13% más respecto al año anterior.



“Para los Trump el fraude es una forma de vida”: sobrina demanda al presidente por robo de herencia, cual telenovela

 https://laopinion.com/2020/09/25/para-los-trump-el-fraude-es-una-forma-de-vida-sobrina-demanda-al-presidente-por-robo-de-herencia-cual-telenovela/?placement_id=1&utm_source=La%20Opini%C3%B3n%20-%20Noticias%20M%C3%A1s%20Populares&utm_medium=email&utm_campaign=La%20Opinion%20-%20Noticias%20Editorial%20%28Morning%29&utm_term=LO%20-%20Noticias%20Mas%20Populares

La Dra. Mary Trump, sobrina del mandatario Donald Trump, presentó una demanda ayer acusando al presidente y a sus hermanos de cometer fraude para privarla de sus intereses en el imperio inmobiliario familiar construido por su abuelo Fred Trump Sr.

En la querella presentada en la corte del estado Nueva York contra el presidente, su hermana Maryanne Trump Barry y el patrimonio de su difunto hermano Robert Trump, la demandante afirma que para los Trump “el fraude no era sólo un negocio familiar, era una forma de vida”.

Mary Trump, psicólogo clínica, es hija del hermano mayor del presidente, Fred Trump Jr., fallecido en 1981. Y en el verano lanzó el libro titulado “Demasiado y nunca suficiente: cómo mi familia creó al hombre más peligroso del mundo”, ganándole una batalla judicial al mandatario y su hermano Robert, quien fallecería poco después.



Enraizades en la resistencia: Para defender nuestras comunidades y acabar la violencia estatal en las Américas

 https://soaw.org/convocatoria-boletin-22-somos-abya-yala/

Convocatoria boletín 22 Somos ABYA YALA

Desde la plataforma Somos Una América Abya Yala hemos evidenciado durante el tiempo que llevamos en confinamiento con ocasión de la pandemia del coronavirus, el recrudecimiento de valores antidemocráticos y autoritarios en algunos países de la región, donde los pueblos se han levantado manifestándose en contra de la represión y la violencia ejercida por las fuerzas de seguridad pública. Casos como los asesinatos de George Floyd en Estados Unidos y Javier Ordoñez en Colombia son la muestra más reciente del peligro que representa para la ciudadanía el aparato represivo y criminal de los organismos de seguridad del Estado.

El actual contexto de militarización de la protesta social es preocupante porque ha conllevado a múltiples violaciones a derechos humanos, cometidas por policías y militares que juraron proteger y servir a la ciudadanía, pero hoy les vemos desplegados en las calles atacando las diferentes expresiones del movimiento social, y puestas al servicio de un establecimiento cuyos dirigentes cada vez están más lejos de sus pueblos.

Frente a lo anterior, nos preguntamos acerca del papel que los Estados Unidos han desempeñado a través de la cooperación militar en los países del centro y sur del Abya Yala, y de qué manera dicha cooperación guarda una relación con las nuevas lógicas de acumulación por despojo territorial. Por ello, convocamos a esta nueva edición del boletín Somos Abya Yala para que nos compartas experiencias respecto a escenarios de movilización social, donde la represión y militarización haya sido puesta en marcha en tu territorio siguiendo estos criterios:

● Relatos (500 palabras)
● Crónicas (500 palabras)
● Opinión (500 palabras)
● Noticia (350 palabras)
● Fotoreportaje
● Cuento
● Poema
● Fotografía
Debes enviarlo a nuestra cuenta de correo electrónico somosunaamerica@gmail.com con fecha límite hasta el 10 de octubre de 2020.

Los artículos seleccionados en el Boletín, se publicarán individualmente en http://somosunaamerica.org/ y su contenido y fuentes es responsabilidad exclusiva de las y los autores

Citan a Eric Trump ante un tribunal de Nueva York en un caso de fraude

 https://laopinion.com/2020/09/23/citan-a-eric-trump-ante-un-tribunal-de-nueva-york-en-un-caso-de-fraude/?utm_source=La%20Opini%C3%B3n%20-%20Noticias%20M%C3%A1s%20Populares&utm_medium=email&utm_campaign=La%20Opinion%20-%20Noticias%20Mas%20Populares&utm_term=LO%20-%20Noticias%20Mas%20Populares

NUEVA YORK – Eric Trump, hijo del presidente Donald Trump, tendrá que testificar ante fiscales de Nueva York antes de las elecciones del próximo mes de noviembre, por una investigación de fraude en torno al negocio inmobiliario de la familia, según decidió este miércoles un juez.

La fiscal general del estado de Nueva York, Letitia James, que es la encargada del caso, celebró que el magistrado no vaya a permitir a Trump retrasar hasta después de los comicios una “entrevista bajo juramento” solicitada por su oficina.

Según la decisión del juez, el hijo de Donald Trump deberá comparecer como muy tarde el 7 de octubre ante la Fiscalía, pese a sus intentos por posponer la citación al menos hasta después de las elecciones del 3 de noviembre.



Los líderes mundiales toman la palabra ante la Asamblea General de la ONU

 https://mundo.sputniknews.com/politica/202009221092854662-los-lideres-mundiales-toman-la-palabra-ante-la-asamblea-general-de-la-onu/?utm_source=mundo_newsletter_links&utm_medium=email

La Asamblea General de la ONU abre su 75 período de sesiones de manera virtual, donde los líderes de al menos una treintena de países presentan su discurso en el primer día de sesión con los temas más relevantes de la agenda internacional.

El secretario general de la ONU, António Guterres, abrió el 75 período de sesiones desde la sede de la ONU destacando la lucha que asumieron los países del mundo para combatir la propagación de la pandemia por coronavirus. 

Evitar una nueva guerra fría

Guterres llamó a los Estados miembro a frenar los conflictos armados en curso hasta finales de 2020 y evitar una nueva guerra fría en medio de la pandemia.

Sobre la guerra comercial entre EEUU y China dijo que no se podía permitir un futuro con las dos economías más grandes dividiendo el mundo en una "gran fractura", cada una con sus propias reglas financieras y capacidades tecnológicas.

"Cuando la pandemia se extendió, pedí un alto el fuego global. Hoy, pido un nuevo impulso por parte de la comunidad internacional para que esto sea una realidad para fines de este año. Tenemos exactamente 100 días", instó.

Ante la condena del coronel Inocente Montano

 https://noticias.uca.edu.sv/noticia/ante-la-condena-del-coronel-inocente-montano


Ante la condena del coronel Inocente Montano por parte de la Audiencia Nacional de España, la Universidad Centroamericana José Simeón Cañas hace las siguientes consideraciones.

1. La UCA siempre ha querido y sigue queriendo que el juicio relativo a la autoría intelectual de la masacre de los jesuitas y sus dos colaboradoras sea realizado en El Salvador. El proceso abierto en España por los familiares de los jesuitas tiene un valor subsidiario en favor de la justicia salvadoreña. Este juicio, cuya vista pública pudo ser seguida desde cualquier parte del mundo, dejó muy clara la seriedad con que la justicia española asumió el caso y las plenas garantías procesales con las que contó el acusado.

2. Aunque la condena del coronel Montano es muy importante para el avance de la justicia en el caso, lo es aún más por su extraordinario servicio a la verdad. A través de las pruebas y los testimonios presentados, ha quedado patente el sistema de encubrimiento e impunidad que ha manejado la Fuerza Armada, y en cierto modo el Estado salvadoreño, frente a las gravísimas vulneraciones a los derechos humanos cometidas durante la guerra civil.

3. El proceso llevado a cabo en la Audiencia Nacional de España evidencia con claridad que la Fuerza Armada, y en particular la promoción de 1966 de la Escuela Militar, más conocida como “La Tandona”, funcionó como una maquinaria criminal y encubridora de graves atentados contra la ciudadanía salvadoreña y el Estado de derecho, valiéndose de un poder que sobrepasa las funciones que le otorga la Constitución. Mientras la Fuerza Armada no pida perdón a nivel institucional por los graves crímenes cometidos en el pasado y no coopere con la justicia abriendo sus archivos, difícilmente podrá ser considerada una institución democrática y respetuosa de los derechos humanos.

4. La resolución del juicio en España ayudará tanto a la conciencia nacional como al sistema judicial salvadoreño a dar pasos reales en favor de la verdad y la justicia, no solo en el denominado Caso Jesuitas, sino también en todos los relacionados con graves violaciones a los derechos humanos. El Estado en general y el sistema de justicia en particular deben ser conscientes y responsables de sus atribuciones constitucionales: el artículo 1 de la Constitución los manda a velar por la consecución de la justicia, la seguridad jurídica y el bien común.

5. Las condenas judiciales por homicidio o terrorismo nunca son motivo de alegría. Expresan la triste realidad de un momento de la historia y lo peor de la condición humana, su capacidad de ofender gravemente a la vida y romper con la fraternidad a la que todos estamos llamados. Pero son un reconocimiento formal, legal y democrático de la verdad, y un estímulo y una garantía de no repetición de estos actos inhumanos.

6. La resolución judicial de un crimen de lesa humanidad es un medio que permite avanzar hacia el ideal que la Compañía de Jesús expresó desde el primer momento que ocurrió la masacre en la Universidad: el camino de reparación pasa por el conocimiento de la verdad, la práctica de la justicia y el perdón. La continuación del proceso judicial en El Salvador, ya iniciado, pero malintencionadamente detenido, para determinar quiénes fueron los autores intelectuales del horrendo crimen, es una deuda de la justicia, y no debe seguir esperando más.

7. La UCA seguirá trabajando con esperanza e ilusión para contribuir a una nueva realidad donde el amor, la reconciliación y la justicia sean valores esenciales.

Antiguo Cuscatlán, 11 de septiembre de 2020


Condenan a graduado de SOA por masacre de jesuitas en el Salvador

 El viernes 11 de septiembre de 2020, un tribunal español condenó al graduado de la Escuela de las Américas (SOA en sus siglas en inglés) Inocente Montano, ex coronel del ejército y ministro de Seguridad en El Salvador, por los asesinatos en noviembre de 1989 de cinco sacerdotes jesuitas españoles: Ignacio Ellacuría, Ignacio Martín-Baró, Amando López, Segundo Montes y Juan Ramón Moreno, quienes fueron asesinados junto con Celina y Elba Ramos y el jesuita salvadoreño Joaquín López en la Universidad de Centroamérica (UCA) dirigida por jesuitas en San Salvador. (El tribunal español sólo podía condenar por los asesinatos de ciudadanos españoles).

Después de 30 años, este es un paso importante para responsabilizar a los más altos niveles de las Fuerzas Armadas por la masacre de noviembre de 1989 en la UCA. Sin embargo, quedan muchos más pasos hacia la justicia. Montano formó parte de un grupo de oficiales militares de alto nivel, incluidos varios otros graduados de SOA, que dieron la orden de ‘eliminar’ al jesuita Ignacio Ellacuría, rector de la UCA, por su liderazgo en el trabajo para negociar un Acuerdo de Paz para terminar con la guerra en El Salvador. Ningún otro miembro del alto mando militar ha sido procesado por ordenar y planificar la masacre. El Salvador se negó a extraditar a miembros del alto mando militar a España (el coronel Montano fue extraditado de Estados Unidos) y aún no se ha llevado a cabo un juicio de los autores intelectuales en El Salvador.

Además, el gobierno de los Estados Unidos en general, y la SOA-WHINSEC en particular, nunca han sido responsabilizados por su papel en el entrenamiento y empoderamiento de los miembros del liderazgo militar que ordenaron los asesinatos en la UCA, así como de numerosos miembros del Batallón Atlacatl. – un batallón de contrainsurgencia creado en la SOA – que llevó a cabo la masacre.

Les dejamos con las Palabras de la Universidad Jesuita de Centroamérica (UCA) en respuesta a la condena:

“Ante la condena del coronel Inocente Montano por parte de la Audiencia Nacional de España, la Universidad Centroamericana José Simeón Cañas hace las siguientes consideraciones.

1. La UCA siempre ha querido y sigue queriendo que el juicio relativo a la autoría intelectual de la masacre de los jesuitas y sus dos colaboradoras sea realizado en El Salvador. El proceso abierto en España por los familiares de los jesuitas tiene un valor subsidiario en favor de la justicia salvadoreña. Este juicio, cuya vista pública pudo ser seguida desde cualquier parte del mundo, dejó muy clara la seriedad con que la justicia española asumió el caso y las plenas garantías procesales con las que contó el acusado.

2. Aunque la condena del coronel Montano es muy importante para el avance de la justicia en el caso, lo es aún más por su extraordinario servicio a la verdad. A través de las pruebas y los testimonios presentados, ha quedado patente el sistema de encubrimiento e impunidad que ha manejado la Fuerza Armada, y en cierto modo el Estado salvadoreño, frente a las gravísimas vulneraciones a los derechos humanos cometidas durante la guerra civil.

3. El proceso llevado a cabo en la Audiencia Nacional de España evidencia con claridad que la Fuerza Armada, y en particular la promoción de 1966 de la Escuela Militar, más conocida como “La Tandona”, funcionó como una maquinaria criminal y encubridora de graves atentados contra la ciudadanía salvadoreña y el Estado de derecho, valiéndose de un poder que sobrepasa las funciones que le otorga la Constitución. Mientras la Fuerza Armada no pida perdón a nivel institucional por los graves crímenes cometidos en el pasado y no coopere con la justicia abriendo sus archivos, difícilmente podrá ser considerada una institución democrática y respetuosa de los derechos humanos.

4. La resolución del juicio en España ayudará tanto a la conciencia nacional como al sistema judicial salvadoreño a dar pasos reales en favor de la verdad y la justicia, no solo en el denominado Caso Jesuitas, sino también en todos los relacionados con graves violaciones a los derechos humanos. El Estado en general y el sistema de justicia en particular deben ser conscientes y responsables de sus atribuciones constitucionales: el artículo 1 de la Constitución los manda a velar por la consecución de la justicia, la seguridad jurídica y el bien común.

5. Las condenas judiciales por homicidio o terrorismo nunca son motivo de alegría. Expresan la triste realidad de un momento de la historia y lo peor de la condición humana, su capacidad de ofender gravemente a la vida y romper con la fraternidad a la que todos estamos llamados. Pero son un reconocimiento formal, legal y democrático de la verdad, y un estímulo y una garantía de no repetición de estos actos inhumanos.

6. La resolución judicial de un crimen de lesa humanidad es un medio que permite avanzar hacia el ideal que la Compañía de Jesús expresó desde el primer momento que ocurrió la masacre en la Universidad: el camino de reparación pasa por el conocimiento de la verdad, la práctica de la justicia y el perdón. La continuación del proceso judicial en El Salvador, ya iniciado, pero malintencionadamente detenido, para determinar quiénes fueron los autores intelectuales del horrendo crimen, es una deuda de la justicia, y no debe seguir esperando más.

7. La UCA seguirá trabajando con esperanza e ilusión para contribuir a una nueva realidad donde el amor, la reconciliación y la justicia sean valores esenciales”.

Celina Ramos, ¡Presente!
Elba Ramos, ¡Presente!
Ignacio Ellacuría, ¡Presente!
Ignacio Martín-Baró, ¡Presente!
Amando López, ¡Presente!
Joaquín López y López, ¡Presente!
Segundo Montes, ¡Presente!
Juan Ramón Moreno, ¡Presente!

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SOA Watch

22 septiembre, 2020

América Resiste #239-La Retaguardia Radio- 21/09/2020

América Resiste #239-La Retaguardia Radio- 21/09/2020


Editorial: Comenzó el despliegue? EEUU/BRASIL/PARAGUAY/¿ARGENTINA?

Audios:
Paraguay-EPP-Secuestro Oscar Denis-"asesores extranjeros"
Caribe/Brasil: Injerencia Pompeo-convoca a la guerra contra Venezuela
Colombia: La Paz-frustrada?
Colombia: FARC-El horror de los secuestros-
Colombia: FARC-Abusos, violaciones, niñxs soldadxs-
Argentina: DDHH-Noche de los lapices-pequeñas cosas-Patricia Miranda
Argentina: Peron-1972-breve- Táctica-Estrategia-

Charlamos con el Profesor Alejandro Correa-Músico-Docente-Político-

Música:
Maldición de malinche-Amparo Ochoa-Gabino Palomares//Juana Azurduy-Mercedes Sosa//Burdel eeuu-Ariel Rumba//Todos contra todos-Tabaré Cardozo//

Noticias- Denuncias- Reporte desde el lugar de los hechos- Periodismo Social, Libre, Militante  No somos neutrales, estamos junto a los vulnerables, que Luchan contra los Abusos y se niegan a ser esclavos.

América Resiste!!!- LUNES 18:00 A 20:00/ Jueves 13 a 15/ Sábado 22 a 24-











15 septiembre, 2020

América Resiste #238- La Retaguardia Radio- 14-09-2020

América Resiste #238- La Retaguardia Radio- 14/09/2020



Editorial: La gobernabilidad, esta garantizada. La casa, esta en orden? 

Audios: 
Paraguay: EPP-Secuestra reacción de Senadores.
Paraguay: Familiares de secuestrado cumplen exigencias del EPP-
Paraguay: Diputada Liberal-Celeste Amarilla-"No son guerrilla..."
Arg: Memoria-Macri en 3- resumen
Arg. Pauta oficial-Daniel Tognetti
Arg. Guerra a los K-extorsión a la Patria
Arg. Atacan Unidad Básica-Victoria Montenegro-

Charlamos con el Profesor Alejandro Correa- Músico-Docente-Político-

Música:
Chacarera del Olvidao-Mercedes Sosa-Luis Salinas//De tripas corazón-Bersuit//Tu me acostumbraste-Omara Portuondo//La Pauta de Larreta-Esa te la Debo//Chau-No te va a gustar-Julieta Vanegas// 

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Resolver y avanzar

https://www.partidosolidario.org.ar/noticias/resolver-y-avanzar

or Carlos Heller
Las situaciones complejas exigen análisis complejos. El reclamo de la Policía Bonaerense, más allá del cuestionamiento de sus formas y de los antecedentes de algunos de sus protagonistas, ha sido considerado justo. Además, el conflicto viene a reponer un viejo debate: si las fuerzas policiales deben organizarse sindicalmente o no. En definitiva, estamos ante una fuerza de trabajo con reivindicaciones concretas como cualquier otra. En principio, no me parece mal poner en discusión la posibilidad de que la policía se organice sindicalmente. Sería un modo de que, este tipo de demandas salariales y de mejora en las condiciones del trabajo, se expresaran institucionalmente. Si estas demandas encuentran canales organizados, tienen mayores posibilidades de ser resueltas gradualmente y sin un conflicto abierto como, en buena medida, ocurrió en estos días. Por supuesto, sus prácticas gremiales deberían estar muy reguladas. Por ejemplo, el abandono de tareas, como medida de protesta, tiene enormes riesgos en el caso de la policía como pasa con otros trabajos esenciales. Entre otras prácticas, la existencia de organización sindical en la fuerza permitiría institucionalizar líderes legitimados y no quedar expuestos a la aparición de liderazgos espontáneos y diversos.
El reclamo salarial ha sido uno de los componentes del conflicto. Pero no es el único. La pandemia ha privado a muchos agentes de sus adicionales: por ejemplo, el cumplimiento de servicios en la cancha y en recitales, entre otros lugares. Esas fuentes de ingresos, en muchos casos, eran un complemento importante de sus remuneraciones. A ello se suma la pérdida de salario real que han sufrido en los años del gobierno de Mauricio Macri, como sucedió en general con todos los trabajadores y trabajadores. En muchos aspectos, esta situación es una consecuencia de las políticas de ajuste: éstas tienden a hacer caer los sueldos y a empeorar las condiciones de trabajo.
A ello se agrega que, según algunas estimaciones, hay alrededor de 7 mil efectivos de la fuerza afectados por coronavirus.
Ante un escenario complejo, el gobierno desarrolló una estrategia eficaz para que el conflicto, en lugar de potenciarse, quedara delimitado y encauzado. La medida tomada por el Presidente —la transferencia del equivalente a alrededor de un punto de coparticipación de la Ciudad a la Provincia de Buenos Aires— corrige una situación generada por el gobierno anterior, cuando transfirió la Policía Federal a la Ciudad de Buenos Aires, dándole por decreto a esta última el equivalente a más de dos puntos de alícuota sobre los fondos coparticipables. En los considerandos del reciente decreto 735/2020, el gobierno nacional afirma que aquella asignación “no coincide con las necesidades reales para cumplir el objetivo, redundando en una desigualdad aún mayor con las provincias”. Según los cálculos oficiales, solo hacen falta 0,92 puntos para cumplir esa tarea, menos de la mitad de lo girado. En esa línea, el ministro del Interior, Eduardo “Wado” de Pedro, afirmó que “no se le sacaron fondos al Gobierno de la Ciudad. Se recuperaron fondos que Macri transfirió de manera ilegítima, y que deben ser usados para empezar a construir una Argentina federal y equilibrada”.


El Ministerio de Defensa de China califica a EEUU como "destructor de la paz mundial"

https://mundo.sputniknews.com/politica/202009131092748654-el-ministerio-de-defensa-de-china-califica-a-eeuu-como-destructor-de-la-paz-mundial/?utm_source=mundo_newsletter_links&utm_medium=email

En respuesta al informe del Pentágono sobre el desarrollo militar de China que supuestamente representa una amenaza al mundo, el portavoz del Ministerio de Defensa del país asiático, Wu Qian, observó que en realidad, es EEUU quien ha estado violando el derecho internacional y destruyendo la paz global durante las últimas dos décadas. El pasado 2 de septiembre, el Pentágono publicó un informe sobre el desarrollo de las Fuerzas Armadas y la seguridad en China en 2020, que, según Wu Qian, "distorsiona injustificadamente la relación entre el Partido Comunista de China y el Ejército del país, malinterpreta la política de defensa y la estrategia militar de China y exagera la llamada amenaza militar china", cita la agencia Xinhua al funcionario militar chino.

Declaración del ministerio de Exteriores de Rusia sobre la situación en torno a Alexéi Navalni

https://www.voltairenet.org/article210779.html En vista de las gestiones de los Estados del G7 en relación con el "caso Alexéi Navalni", declaramos. Solicitamos con insistencia que la parte alemana entregue los datos de examen médico de Alexéi Navalni, incluida la información sobre los resultados de análisis biológicos y químicos, de conformidad con la solicitud oficial de la Fiscalía General de Rusia de asistencia legal, del 27 de agosto de 2020. A pesar de todas nuestras solicitudes, Berlín no ha considerado posible reaccionar a éstas de forma expedita y constructiva. La ausencia de la información mencionada impide a los organismos del orden rusos usar todos los necesarios mecanismos procesales para establecer las circunstancias de lo sucedido. Mientras, la histeria en torno a este asunto se exacerba aún más. Los médicos rusos proponen asimismo mantener un diálogo estrecho con sus colegas alemanes para discutir los datos que poseen sobre el estado de Alexéi Navalni, disponibles en Rusia y Alemania. Lamentablemente, la parte alemana frena este proceso. Simultáneamente con esta postura no constructiva de las autoridades alemanas, continúan las críticas infundadas contra Rusia. La campaña masiva de desinformación evidencia claramente que el objetivo principal de sus promotores no es la preocupación por la salud de Alexéi Navalni ni tampoco conocer las causas reales de su hospitalización, sino incitar a la aplicación de sanciones.

Técnicas para que los periodistas puedan gestionar su estrés

https://ijnet.org/es/story/t%C3%A9cnicas-para-que-los-periodistas-puedan-gestionar-su-estr%C3%A9s

as mismas técnicas que diariamente utilizan los periodistas para investigar o recabar información pueden ser aplicadas a sí mismos, para conocerse mejor, gestionar el estrés y relacionarse con la tecnología de una manera más saludable. Esto lo dijo Aldara Martitegui, periodista, coach y formadora en inteligencia emocional y reducción de estrés basado en mindfulness (MBSR), en el inicio del curso de gestión de estrés online y gratuito para periodistas The Self-Investigation en español.
El curso, que se dictará a lo largo de cuatro semanas consecutivas en todo septiembre, comenzó el lunes 7 con una charla digital y seguirá con encuentros semanales de 30 minutos los lunes y jueves, incluyendo la posibilidad de profundizar el aprendizaje con la ayuda de un coach personal. El emprendimiento se lleva a cabo en colaboración con el Internacional Center for Journalists (ICFJ), Open News y la Online News Association (ONA), y está cofinanciado por la Unión Europea, a través del proyecto Stars4Media. Además, cuenta con el soporte del Foro de Cobertura de la Crisis Mundial de Salud.
Martitegui, fundadora de The Coaching Post, relató que ella llegó a tocar fondo profesionalmente al perder el sentido de lo que estaba haciendo por exceso de trabajo e hiperconectividad. “Un día me di cuenta de que no sabía para qué era periodista, me desconecté y me enfadé con la profesión”, explicó.

[Lee más: Seis trucos imprescindibles para periodistas de investigación]

La crisis la llevó a formarse como coach, lo cual ayudó a gestionar el estrés, llevándola a un camino de autoexploración muy grande, que la ayudó a entender lo que había ocurrido, a reconectarse y a enamorarse de nuevo de la profesión de periodista.
En general, los periodistas se exponen a un alto nivel de estrés, pero el riesgo de ser afectados se ha vuelto aún mucho mayor con las condiciones de trabajo impuestas por la pandemia de la COVID-19, dijo Mar Cabra, otra de las instructoras. Ella es periodista de investigación, fue ganadora del premio Pulitzer tras haber dirigido el equipo de tecnología y datos de la investigación de los Papeles de Panamá, pero fue justamente esa experiencia la que la llevó a sufrir el síndrome de Burnout o síndrome del quemado, dada la gran hiperconexión con periodistas de todo el mundo. 
“Llegó un momento, muy cercano a recibir el Pulitzer, en que tenía que estar muy feliz, pero la realidad es que estaba muy infeliz por dentro, muy quemada. Investigando cómo la tecnología nos afecta, me hice experta en bienestar digital. Cuando empezó la pandemia empecé a ver a tantos compañeros y compañeras muy estresados por el bombardeo de información y por estar encerrados en casa, lo cual me motivó a trabajar en este proyecto”, explicó.
Las instructoras mostraron los resultados de una encuesta realizada por la Federación Internacional de Periodistas, sobre cómo la pandemia afecta al trabajo de los periodistas. “Una de las cuestiones que más se notó fue el aumento del estrés y la ansiedad, más en las mujeres que en los hombres. El periodismo es una profesión con niveles de estrés muy alto, pero ahora que estamos viviendo una situación sin precedentes se ha vuelto más urgente que lo podamos regular nosotros mismos y nosotras mismas”, destacó.
Cabra presentó la siguiente lista de efectos de la pandemia en la profesión:
  1. Soy periodista y ahora también un padre y profesor, todo bajo un mismo techo.
  2. Estoy conectado todo el tiempo, me es difícil poner límites. La tecnología hace que me sea difícil desconectar del trabajo.
  3. Tengo más ansiedad de lo habitual y me duele el cuerpo.
  4. Estoy preocupado/a por mi puesto de trabajo.
Martitegui explicó que el estrés es el desgaste que se produce en el cuerpo, cuando el mismo activa por mucho tiempo un mecanismo de defensa diseñado para facilitar la supervivencia. “Cuando percibimos que hay una amenaza o riesgo, lo que llamamos estresores, se activa este sistema en nuestro cuerpo, el corazón bombea mucha sangre, hay tensión y otros órganos vitales como el sistema inmune y el digestivo dejan de funcionar. Si eso sucede durante mucho tiempo, el efecto es dañino”, indicó.

[Lee más: ¿Cómo investigar en medio de la pandemia]

En el curso, las instructoras comparten técnicas de relajamiento, ejercicios corporales y de concentración, métodos de respiración, que ayudan a activar el mecanismo de la calma ante los estresores, permitiendo recuperar el equilibrio.
También dieron a conocer los “4 titulares” sobre el estrés:
  1. No hay nada de malo en el mecanismo del estrés en sí mismo.
  2. El cerebro no distingue entre estresores reales y estresores mentales.
  3. El cuerpo es como una pantalla donde se reflejan los efectos del estrés.
  4. Buenas noticias: podemos aprender a recuperar el equilibrio a través del cuerpo.
Cabra explicó que uno de los grandes estresores para los periodistas es el uso constante de la tecnología, que tiene efectos en el cuerpo y el cerebro. “Es importante tomar el control de nuestro tiempo, de nuestra atención, repensar la relación con la tecnología. Minimizar el número de distracciones que tenemos a la vez. La multitarea no funciona”, afirmó.