02 diciembre, 2009

HONDURAS ELECCIONES: La ciudadania siguio el llamado del Frente de Resistencia





Abrumadora abstencion en Honduras, entre el 65 y el 70% La ciudadania hondureña siguio masivamente el llamado del Frente de Resistencia

Por: Gonzalo Sanchez
Fuente: Tercerainformacion

Como mínimo entre un 65% y un 70% del electorado hondureño no asistió a votar, lo que supone que sólo, y como máximo, un 30% o un 35% de los hondureños ejerció el voto, logrando el mayor abstencionismo en la historia de Honduras.

Publicado en www.vientosdelsur.org

La reforma de Obama- Afganistán: ¿El Vietnam de Obama?

La reforma de Obama



Leer la nota completa en:
http://observadorglobal.com/la-reforma-de-obama-n4050.html


Afganistán: ¿El Vietnam de Obama?
http://observadorglobal.com/afganistan-el-vietnam-de-obama-n4248.html

Honduras: elecciones y represión- SOAW-EEUU








Elecciones en Honduras deben anularse ante abstención de 75 por ciento, dice Zelaya

COMUNICADO DE PRENSA DE ESTADOUNIDENSES PRESENTES EN HONDURAS COMO OBSERVADORES DE DERECHOS HUMANOS

Observadores estadounidenses provientes de una decena de organizaciones de derechos humanos de los Estados Unidos se encuentran en los ùltimos días para observar el clima de derechos humanos en que se encuentre Honduras en los días antes y durante el llamado proceso electoral.

Más de 20 estadounidenses se han desplazado en los últimos 3 días a ciudades y comunidades como Tegucigalpa, San Pedro Sula, Tocoa, Santa Rosa de Copán, Choluteca, Comayagua, Siguatepeque y Puerto Grande. Además, han visitado puestos policiales, hospitales y cárceles.

En todos estas comunidades se ha observado situaciones graves de abusos sistematicos de derechos humanos tales como allanamientos , detenciones, amenazas, maltrato físico, indimidaciones y persecuciones. Estas acciones han sido dirigidas especialmente a personas identificadas con la Resistencia.

Contactos:

Lisa Sullivan
School of the Americas Watch
011-504-8807-0963

Patty Adams:
Quixote Center 011-504-8819-3575

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HONDURAS: Respaldar a resistencia

O MORENA-cb assume integralmente o conteúdo dessa declaração e convoca seus militantes a difundi-la em seus espaços de militancia.



Declaração do Jubileu Sul/ Américas
Honduras: Respaldar a resistência popular frente ao processo eleitoral ilegítimo



Cento e cinqüenta dias depois do golpe de Estado em Honduras e a menos de uma semana do término do processo eleitoral promovido pelo governo usurpador em Honduras, as organizações e movimentos sociais e populares da Rede Jubileu Sul/Américas esteve reunida em Ocotal, Nicarágua, no marco do Encontro Político Itinerante Mesoamericano. Ouvimos os informes de muitos companheiros e companheiras de Honduras sobre a situação política atual e a repercussão em toda a região. Como parte do encontro, realizamos um massivo ato de repúdio ao Golpe e as eleições, e em solidariedade ao povo irmão hondurenho na fronteira que une Nicarágua a Honduras. No marco desse processo colocamos a comunidade internacional os seguintes pontos:

1- Respaldamos a decisão de amplo setores do povo hondurenho, organizado em defesa da democracia e representado na Frente Nacional de Resistência contra o Golpe de Estado, que desconhece o processo eleitoral do governo golpista, uma vez que esse busca legitimar o rompimento da ordem constitucional orquestrado pela oligarquia nacional, com o apoio das forças armadas, interesses de corporações transnacionais e governos como o dos Estados Unidos, com o objetivo seguir aplicando suas políticas antipopulares, manter sua dominação política e assegurar os lucros desmedidos;

2- Apoiamos e fazemos nosso chamado a Frente Nacional de Resistência, ao povos, governos, instituições financeiras e organismos internacionais, a desconhecer os resultados desse processo eleitoral ilegítimo e ilegal. A comunidade internacional tem a obrigação de manter firme seu respaldo ao direitos democráticos do povo hondurenho e seu desconhecimento de qualquer governo instaurado a partir da decisão e convocação do regime de fato, surgido do golpe de Estado de 28 de Junho, exigindo a restituição do Presidente Manuel Zelaya como passo primordial e inevitável para a resolução do conflito aberto pela ação golpista;

3- Denunciamos a campanha de repressão, medo e pressão social e política exercida pelos ditaduras e os grupos que operaram o golpe, com o objetivo de forçar a população a participar em comícios fraudulentos. Entre as práticas sistemáticas que hoje constituem a política desse regime e seu núcleo de apoiadores contrárias a possibilidade real de qualquer consulta livre e informada a população poderíamos citar: a detenção, tortura e assassinato de pessoas identificadas com a Frente de Resistência; a militarização da sociedade e do processo eleitoral em si; a violação sistemática do direito do povo a se expressar, se organizar e se manifestar; a censura e o fechamento de meios massivos de comunicação como o Canal 36 e a Rádio Globo; a ameaça de despedir trabalhadores e outras sanções trabalhistas e sociais àqueles que exercem seu direito constitucional a não obedecer a um governo usurpador;

4- Denunciamos a intenção de fazer parecer ante a opinião pública nacional e internacional que existe a situação de “normalidade” no país e que haveria uma massiva participação na farsa eleitoral. Desde já é de responsabilidade do regime golpista por qualquer distúrbio que sua política e violência possa provocar;

5- Respaldamos a decisão do Frente Nacional de Resistência de desconhecer os atos do atual governo de fato ditatorial e de qualquer governo eleito de seu processo eleitoral inconstitucional, em especial qualquer endividamento interno ou externo, negociação ou assinatura de acordos comerciais e de associação, concessão territorial ou de direitos de exploração do patrimônio natural do povo de Honduras por sua manifesta ilegitimidade. Respaldamos plenamente o povo de Honduras em seu direito de desconhecer tais financiamentos e acordos, e de negar-se a pagar por eles, responsabilizando também aos emprestadores, investidores e governos negociadores frente a qualquer conseqüência que sua ação ilegítima venha suceder;

6- Neste mesmo sentido, denunciamos o papel que historicamente tem jogado o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial, o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o Banco Centro-americano de Integração Econômica, os governos que dirigem essas instituições e outros governos, organismo e interesses corporativos nacionais e transnacionais em impor e sustentar financeiramente políticas antipopulares que a ditadura pretende aprofundar. Fazemos nosso o chamado da Frente Nacional de Resistência de não aprovar financiamentos, nem conceder novos empréstimos, nem negociar novos acordos comerciais e de investimentos com o governo golpista, nem com qualquer governo que surja da farsa eleitoral

7- Da mesma forma, chamamos em especial a todos os governos, instituições e interesses implicados a manter e proceder imediatamente a suspensão do desembolso de qualquer crédito e doação previamente outorgado ao Estado Hondurenhos. Esses recursos não irão servir as necessidades e direitos do povo hondurenho.

8- Manifestamos novamente nosso apoio e solidariedade ao heróico povo hondurenho articulado na Frente Nacional de Resistência contra o Golpe de Estado, igual, exigimos que se investigue e castigue exemplarmente a todas as pessoas envolvidas nas violações reiteradas dos direitos humanos, como os assassinatos, torturas, violações, usurpações e desaparecimentos, assim como também aos responsáveis e cúmplices da quebra da ordem constitucional;

9- Nas vésperas do Dia Internacional da Não Violência contra as Mulheres, reconhecemos em especial a participação exemplar das mulheres hondurenhas na resistência ao golpe e a todas as políticas e práticas que violentam a integridade e bom viver das mulheres do país, e denunciamos em especial a sanha com que as forças golpistas tem atuado contra elas, assim como os e as integrantes dos grupos de diversidade sexual;

10- Expressamos também nosso mais enérgico respaldo a decisão dos movimentos sociais, organizações populares e pessoas aglutinados na Frente Resistência a seguir lutando pela refundação de Honduras, por meio do desenvolvimento de uma Assembléia Nacional Constituiente; e

11- Reiteramos, com o apoio de toda rede latino-americana e caribenha, africana e asiática do Jubileu Sul, nosso compromisso de vigilância e ação, chamando a realizar ações de denúncia e alerta a nossos respectivos países em torno do desenvolvimento do processo eleitoral ilegítimo e de acompanhamento permanente ao povo hondurenhos em sua luta soberana, justa e democrática. Assim como nos unimos para gritar, em um ato de repúdio e solidariedade na fronteira entre Nicarágua e Honduras: Fora Golpistas! O povo unidos jamais será vencido!


Jubileu Sul/ Américas
24 de Novembro de 2009
Ocotal, Nicarágua








Invitamos a difundir ampliamente, y a sumarse en acciones de vigilancia y solidaridad


-Declaración de Jubileo Sur/Américas -
Honduras: Respaldar la resistencia popular frenteal proceso electoral ilegítimo
A cientocincuenta dias del golpe de estado en Honduras y a menos de una semana de quetermine el proceso electoral promovido por el gobierno usurpador, lasorganizaciones y movimientos sociales y populares de la red JubileoSur/Américas nos reunimos enOcotal, Nicaragua, en el marco del Encuentro Político ItineranteMesoamericano. Escuchamos losinformes de muchas compañeras y compañeros de Honduras, e intercambiamosperspectivas sobre la situación actual y su repercusión en toda la región. Como parte del Encuentro, realizamos unimportante Acto de repudio al golpe y a las elecciones, y de solidaridad con elhermano pueblo hondureño, en la frontera de Las Manos que une a Nicaragua conHonduras. Asimismo, resolvimosponer en conocimiento de los pueblos y gobiernos de la región y del mundoentero, las Instituciones Financieras Internacionales y otros organismosregionales e internacionales, los siguientes puntos:

1. Respaldamos ladecisión de amplios sectores del pueblo hondureño organizado, representados enel Frente Nacional de Resistencia contra el Golpe de Estado, que desconocen elproceso electoral orquestado por el gobierno golpista, ya que este buscalegitimar el rompimiento del orden constitucional ejecutado por la oligarquiacon el apoyo de las fuerzas armadas, intereses corporativos transnacionalizadosy gobiernos como el de EE.UU., con el fin de seguir aplicando sus políticas antipopularesy asegurar al futuro, sus lucros desmedidos;
2. Apoyamos yhacemos nuestro el llamado del Frente Nacional de Resistencia, a los pueblos,gobiernos, instituciones financieras y organismos internacionales, a desconocerlos resultados que arroje dicho proceso por ser ilegítimo e ilegal, violandolas normas constitucionales. Lacomunidad internacional tiene la obligación de mantener firme su respaldo a losderechos democráticos del pueblo hondureño y su desconocimiento hacia cualquiergobierno instaurado a partir de la decisión o convocatoria del régimen defacto, así como ha desconocido reiteradamente el régimen de facto surgido delgolpe de estado del 28 de junio y exigido la restitución del Presidente ManuelZelaya como paso primordial e ineludible hacia la resolución del conflictoabierto por la acción golpista;

3. Denunciamos lacampaña de represión, miedo y presión social y política ejercida por ladictadura y los grupos fácticos que propiciaron el golpe, con el intento deforzar a la población a participar en unos comicios fraudulentos. Entre lasprácticas sistemáticas que hoy constituyen políticas del régimen y susauspiciantes, contrarias a la posibilidad real del desarrollo de cualquierconsulta libre e informada a la ciudadanía, podríamos citar: la detención,tortura y asesinato de personas identificadas o no con el Frente deResistencia; la militarización de la sociedad y del proceso electoral en sí; laviolación sistemática del derecho del pueblo a expresarse, a organizarse y amanifestarse; la censura y el cierre intermitente de medios masivos decomunicación como el Canal 36 y la Radio Globo; la amenaza de despidos y otrassanciones laborales y sociales a quienes ejercen su derecho constitucional a noobedecer a un gobierno usurpador;


4. Denunciamosasimismo la intención de hacer parecer ante la opinion publica nacional einternacional que existe una situación de “normalidad” en el país y que habráuna masiva participación de la poblacion en la farsa electoral. Desde ya,responsabilizamos al régimen golpista por cualquier desenlace que su políticade avasallamiento y violencia pueda provocar;

5. Respaldamos ladecisión del Frente Nacional de Resistencia de desconocer los actos del actualgobierno de facto dictatorial así como también de cualquier gobierno surgido deeste proceso electoral inconstitucional, incluyendo en especial, cualquierendeudamiento interno o externo, negociación o firma de acuerdos comerciales ode asociación, concesión territorial o de derechos de explotación delpatrimonio natural del pueblo hondureño, por su manifiesta ilegitimidad.Respaldamos plenamente al pueblo de Honduras en su derecho de desconocer talesfinanciamientos y acuerdos y de negarse a su pago, y responsabilizamos a losprestamistas, inversionistas y gobiernos negociadores ante cualquier desenlaceque su acción ilegítima pueda provocar;

6. En ese mismosentido, denunciamos el rol que históricamente han jugado el Fondo MonetarioInternacional, el Banco Mundial, el Banco Interamericano de Desarrollo, elBanco Centroamericano de Integración Económica, los gobiernos que dirigen estasinstituciones y otros gobiernos, organismos e intereses corporativos nacionalesy transnacionales, en imponer y sostener financieramente las políticasantipopulares que la dictadura quiere profundizar. Hacemos nuestro el llamado del Frente Nacional deResistencia a que no provean financiamiento, ni concedan nuevos préstamos, ninegocien nuevos acuerdos comerciales y de inversiones con el gobierno golpista,ni con el gobierno que surja del proceso electoral fraudulento;

7. Asimismo,llamamos en especial a todos los gobiernos, instituciones e interesesimplicados, a mantener y/o proceder inmediatamente a la suspension deldesembolso de cualquier crédito y donación previamente otorgado. No es posible que tales recursos sirvana las necesidades y derechos del pueblo hondureño;

8. Manifestamosnuevamente nuestro apoyo y solidaridad al heróico pueblo hondureño articuladoen el Frente Nacional de Resistencia contra el Golpe de Estado, igual queexigimos que se investigue y se castigue ejemplarmente a todas las personasinvolucradas en las violaciones reiteradas de los derechos humanos, como sonlos asesinatos, torturas, violaciones, vejaciones y desapariciones, así comotambién a los responsables y cómplices del quebrantamiento del ordenconstitucional;

9. En vísperas delDía Internacional por el No a la Violencia contra las Mujeres, reconocemos enespecial la participación ejemplar de las mujeres hondureñas en la resistenciaal golpe y a todas las políticas y prácticas que violentan la integridad y elbuen vivir de las mujeres del país, y denunciamos el especial ensañamiento conque las fuerzas golpistas han actuado en contra de ellas así como también, encontra de los y las integrantes de la comunidad de diversidad sexual.

10. Expresamostambién nuestro más enérgico respaldo a la decisión de los movimientossociales, organizaciones popularesy personas aglutinados en el Frente de Resistencia, de seguir luchando por larefundación de Honduras, a travésdel desarrollo de una Asamblea Nacional Constituyente; y

11. Reiteramos, conel apoyo de toda la red latinoamericana y caribeña, africana y asiática de JubileoSur, nuestro compromiso devigilancia y acción, llamando a realizar acciones de denuncia y alerta ennuestros respectivos países, en torno al desarrollo del proceso electoralilegítimo y de acompañamiento permanente al pueblo hondureño en su luchasoberana, justa y democrática. Asícomo nos unimos para gritar, en el acto de repudio y solidaridad llevadoadelante en la frontera entre Nicaragua y Honduras, ¡Golpistas, Fuera! ¡Elpueblo unido jamás será vencido!

Jubileo Sur/Américas

24 de noviembre del 2009
Ocotal, Nicaragua


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- Jubilee South/Americas Declaration -
Honduras: Support the popular resistance in the face of illegitimate elections


One hundred and fifty days after the coup d’état in Honduras and less than a week before the end of the electoral process promoted by the coup government, the social and popular organizations and movements of the Jubilee South/Americas network came together in Ocotal, Nicaragua in the context of the Traveling Mesoamerican Political Encounter. We listened to the reports of many colleagues from Honduras, and exchanged perspectives about the current situation and its repercussions throughout the region. As part of the Encounter, we carried out an important act of condemnation of the coup and the elections, and solidarity with our Honduran brothers and sisters, on the border between Nicaragua and Honduras at Las Manos. We also resolved to inform the people and governments of the region and of the world, the International Financial Institutions, and other regional and international organizations of the following points:
1. We support the decision of broad sectors of the organized Honduran population represented in the National Resistance Front against the Coup, who refuse to recognize the electoral process orchestrated by the coup government because it seeks to legitimize the break from constitutional order carried out by the oligarchy with the support of the armed forces, transnational corporate interests, and governments such as that of the U.S., with the purpose of continuing to impose their anti-popular policies and guarantee their unlimited profits into the future;
2. We support and add our voices to the call of the National Resistance Front to the people, governments, financial institutions and international organizations to refuse to recognize the results of these elections because they are illegitimate and illegal, and violate constitutional standards. The international community has the obligation to stand firm in its support of the democratic rights of the Honduran people as well as its refusal to recognize any government that is installed due to the decision or convocation of the de facto regime, just as it has repeatedly refused to recognize the de facto regime that emerged from the June 28th coup and demanded the restitution of President Manuel Zelaya as the fundamental and unavoidable step towards any resolution of the conflict initiated by the act of the coup;

3. We denounce the campaign of repression, fear, and social and political pressure exerted by the dictatorship and the de facto powers that brought about the coup, with the intent of forcing the population to participate in fraudulent elections. Among the systematic practices that today constitute policies of the regime and its supporters, clearly contrary to the real possibility that any free and informed consultation of the citizenry takes place, we can mention: the detention, torture and assassination of persons identified, or not, with the Resistance Front; the militarization of the society and of the electoral process itself; the systematic violation of people’s right to express themselves, organize themselves and to demonstrate; the censorship and intermittent closure of mass media outlets such as Channel 36 and Radio Globo; the threat of firings and other social and work-related sanctions towards those who exercise their constitutional right to not obey a usurper government;

4. We also denounce the attempt to make it appear before national and international public opinion that there exists a situation of ¨normalcy¨ in the country, and that there will be massive participation on the part of the population in the electoral farce. We hold the coup regime responsible for any outcome that their policy of repression and violence might provoke;



5. We support the decision of the National Resistance Front to refuse to recognize the actions taken by the current dictatorial de facto government as well as any government that emerges from this unconstitutional electoral process, due to their manifest illegitimacy. This includes, in particular, any incurrence of internal or external debt, negotiation or signing of trade or association agreements, concession of territory or of exploitation rights of the natural heritage of the Honduran people,. We also express our full support for the Honduran people in their right to refuse to recognize such loans and agreements and to refuse to pay them. We hold the lenders, investors and negotiating governments responsible for any outcome that their illegitimate actions might provoke;

6. In this same way, we denounce the role that the International Monetary Fund, the World Bank, the Inter-American Development Bank, the Central American Bank for Economic Integration, the governments that manage these institutions and other governments, organizations, and national and transnational corporate interests have historically played in imposing and financially sustaining the anti-popular policies that the dictatorship would like to further expand. We join in the call of the National Resistance Front that they do not provide financing, give new loans, or negotiate new trade and investment agreements with the coup government, nor with any government that emerges from this fraudulent electoral process;

7. We also make a special call to all governments, institutions, and involved interests to maintain and/or immediately suspend disbursement of any loans or donations previously granted. There is no possibility that these resources would serve the necessities and rights of the Honduran people;

8. We again express our support and solidarity to the heroic people of Honduras, gathered together in the National Front of Resistance against the Coup, and also demand that those involved in the repeated violations of human rights such as assassinations, torture, rape, acts of humiliation and disappearances, as well as those responsible and complicit in the violation of the constitutional order, be investigated and punished in an exemplary manner;

9. On the eve of the International Day for the Elimination of Violence against Women, we recognize in particular the exemplary participation of Honduran women in the resistance to the coup and to all of the policies and practices that violate the integrity and the well being of the women of the country, including the particular mercilessness with which the coup forces have acted against them as well as against members of the LGBT community.

10. We also express our most vigorous support of the decision of the social movements, popular organizations, and people united in the National Resistance Front, to continue their struggle for the refounding of Honduras, through the development of a National Constituent Assembly; and

11. We reiterate, with the support of the entire Latin American, Caribbean, African, and Asian network of Jubilee South, our commitment of vigilance and action, with a call to carry out actions of denunciation and solidarity in our respective countries in response to the illegitimate electoral process and in permanent accompaniment of the people of Honduras in their sovereign, just and democratic struggle. Just as we came together to cry out, in the act of denunciation and solidarity carried forward on the border between Nicaragua and Honduras, ¨Coup leaders, out! The people united will never be defeated!

Jubilee South/Americas

November 24, 2009

Ocotal, Nicaragua

(translated from the original in Spanish, with special thanks to Antonia)
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JUBILEO SUR / AMÉRICAS
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Se encuentra Venezuela en una carrera armamentista?

Se encuentra Venezuela en una carrera armamentista?
Por Franklin González - Embajador de la República Bolivariana de Venezuela en Uruguay


Desde algunas fuentes muy interesadas pareciera lícito ­con la mentira siempre por delante­ generar una matriz de opinión negativa hacia nuestro país y en particular hacia el presidente Hugo Chávez Frías, buscando con ello negar que Venezuela sea una nación pacifista que suma esfuerzos a la integración regional y al desarrollo.

Se dice con mucha ligereza que Venezuela se encuentra inmersa en una carrera armamentista por sus supuestos gastos excesivos en el área militar. Lo primero es primero. Luego de la imposición de un embargo de venta de armas contra Venezuela por parte de Estados Unidos, nuestro país se ha visto en la necesidad de buscar otros proveedores de armamento para modernizar su fuerza aérea. Estos planes no representan una expansión, sino un reemplazo de lo ya existente, o forma parte de la exigencia de la nueva realidad.

La compra de 24 aviones de fabricación rusa corresponde al mismo número de aviones tipo F-16 estadounidenses adquiridos por Venezuela en 1980. Del mismo modo, la compra de 100 mil fusiles efectuada en 2006 se hizo para reemplazar fusiles de fabricación belga de más de 50 años de uso, los cuales ya habían cumplido su ciclo de vida útil.

La adquisición de 53 helicópteros fue para patrullar la frontera con Colombia y se emplearán en la lucha antidroga y contra cualquier otra actividad ilegal en el área, incluyendo la desarrollada irregularmente por grupos armados y eso, paradójicamente, ha generado críticas contra Venezuela.

La llegada de 300 vehículos blindados y tanques, radares y sistemas de defensa aérea, también de fabricación rusa, forma parte de la modernización de nuestra Fuerza Armada Bolivariana.

Venezuela destina sólo el 1,1% del Producto Interno Bruto a la modernización de equipos militares. Esta cifra está por debajo del promedio de los países de América del Sur (1,7%) y sustancialmente inferior a las de Colombia (3,3%) y Chile (2,9%). Aunque Venezuela posee la segunda economía más grande de la región, ocupa el cuarto lugar en América del Sur en gastos de defensa, detrás de Brasil, Colombia y Chile.

Visto de otra manera, Venezuela invierte alrededor de US$ 118 anual por habitante en concepto de defensa, comparado con US$ 295 en Chile, US$ 144 en Brasil y US$ 140 en Colombia.

En contraste, el gobierno de Venezuela destinará 45,7% del presupuesto de la nación para 2010 a la inversión social, a la reducción de la pobreza y a la mejora de la calidad de vida de los venezolanos y, de acuerdo a la Comisión Económica para América Latina y El Caribe (Cepal), es el país de la región que más ha avanzado en la reducción de la desigualdad.

Es importante resaltar que América Latina representa alrededor de 3% del gasto militar a nivel mundial y tiene menos de 9% de la población mundial. Europa tiene cerca de 11% de la población mundial y representa 25% del gasto militar a nivel mundial. Estados Unidos tiene menos de 5% de la población mundial y es responsable por el 48% del gasto militar a nivel mundial.

Algunos de los problemas que Venezuela ha enfrentado en la región y han motivado el reordenamiento del gasto militar incluyen amenazas por parte de Estados Unidos, evidenciadas con la instalación de las 7 bases militares en suelo colombiano, los riesgos emanados del conflicto armado de este último país, narcotráfico en la región y el estado obsoleto de nuestro parque de armas.

Y como es de conocimiento publico, nuestro país ha buscado fortalecer los acuerdos de integración y cooperación con las demás naciones de América Latina y el Caribe sin interés de planes expansionistas. Desde hace varios años, el presidente Hugo Chávez ha expresado su voluntad por una mayor integración de los países de la región y Venezuela ha tenido un importante papel en la creación de la Unión de Naciones Suramérica (Unasur) y en su Consejo de Defensa.

Constructores del Muro del Hambre





Informacion Latinoamericana Alternativa

Actividades de la As. Argentina Vientos del Sur

- 26 de Noviembre 2009 -




Constructores del Muro del Hambre


Por: Oscar Taffetani
Fuente: APE

El pasado 14 de noviembre Ban Ki-Moon, secretario general de las Naciones Unidas, se sumó a las jornadas de ayuno impulsadas por Jacques Diouf, director general de la FAO, en denuncia y protesta por el escándalo del hambre y por la falta de colaboración de las grandes potencias en la lucha contra ese flagelo... Publicado en www.vientosdelsur.org












Vientos del Sur en Defensa de los Derechos Humanos y Sociales


de la Cultura y la Identidad Latinoamericana


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bilaterals.org weekly | 20-26 Nov 2009

BILATERALS.ORG WEEKLY

bilaterals.org weekly | 20-26 Nov 2009

the following were posted on www.bilaterals.org in the past week

------------------------------ NEGOTIATIONS ------------------------------

UE-Perú: Hay peligro en temas de propiedad intelectual | 26-November-2009
Acuerdo. Unión Europea puede replantear sus pedidos. Bloque europeo no ha mostrado interés en tema de derechos laborales.
UE-América Latina: No se resuelve conflicto por el banano | 26-November-2009
El acuerdo que la Unión Europea, UE, y los países de América Latina tenían previsto firmar de inmediato para resolver el conflicto por los aranceles que Europa aplica a la importación de bananos se retrasará al menos unos días
Costa Rica y Turquía estudiarán factibilidad para TLC | 26-November-2009
Los mandatarios de Costa Rica y Turquía valoraron hoy la posibilidad de realizar un estudio de factibilidad con miras a la negociación de un TLC entre ambas naciones.
Buscan 11 países unir sus TLC | 26-November-2009
Al Arco Pacífico lo integran Colombia, Costa Rica, Chile, Ecuador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicaragua, Panamá y Perú.
SA farmers threaten legal action over new investment pact with Zim | 26-November-2009
The imminent signing of a new bilateral investment protection treaty (BIPPA) between Zimbabwe and South Africa could be halted, if an application in the Pretoria High Court on behalf of more than 200 farmers proves successful on Thursday.
Get ready for Asean-China free trade pact: Indonesian Industry Minister | 26-November-2009
The FTA will allow thousands of products from China to enter Indonesia with no import duties. Millions of workers in the manufacturing sector may be affected.
FTA with Gulf council on the backburner as talks put off | 26-November-2009
In a significant setback to India’s ties with the Gulf Cooperation Council, the Free Trade Agreement discussions between the two sides have been postponed indefinitely.
Farmers protest import of edible oils | 25-November-2009
Hundreds of farmers from across the State led by the Karnataka Rajya Raitha Sangha blocked the main entrance of the New Mangalore Port on Monday in a symbolic protest against the Union Government’s policy allowing the duty-free import of edible oils.
Jpepa tariff lifting worries auto workers | 25-November-2009
The “horrors” of the Japan-Philippines Economic Partnership Agreement (Jpepa) continue to haunt the country.
Les Seychelles et la Turquie discutent de libre-échange | 25-November-2009
Le gou­ver­ne­ment des Sey­chelles a en­ta­mé avec la Tur­quie des pour­par­lers pour la si­gna­ture d’un ac­cord de libre-​échange, qui doit ou­vrir de nou­veaux dé­bou­chés pour le sec­teur privé local, a ap­pris APA mardi dans la ca­pi­tale sey­chel­loise.
Les Etats-Unis et le Maroc oeuvrent à l’élargissement de l’ALE et à la promotion des échanges bilatéraux | 25-November-2009
Les Etats-Unis et le Maroc oeuvrent au renforcement et à l’élargissement de l’Accord de Libre échange (ALE), entré en vigueur en 2006, dans la perspective de promouvoir davantage les échanges commerciaux, a affirmé, lundi à Washington, le Secrétaire américain adjoint au Commerce, Dennis Hightower.
Taiwan, US to resume trade talks next year: envoy | 25-November-2009
Taiwan and the United States are expected to resume their dialogue on a key trade and investment pact in the new year, a US envoy said Wednesday.
India ready to negotiate free-trade pact with US | 25-November-2009
Prime minister Manmohan Singh indicated on Monday that he was open to negotiating a free-trade agreement (FTA) with the US, on the lines of a pact inked in August with the 10-member Association of Southeast Asian Nations.
Canada, India agree to work towards free trade | 25-November-2009
Prime Minister Stephen Harper’s trip to India resulted in the beginning of an agreement between the two countries to work towards negotiating a free-trade agreement.
Regional blocs to launch Free Trade Area by 2012 | 25-November-2009
Three regional trading blocs — the Common Market for East and Southern Africa (Comesa), East African Community (EAC) and the Southern African Development Community (Sadc) — plan to launch a Free Trade Area by 2012.
Lobbies trying to stall FTA with EU: Attiyah | 25-November-2009
Lobbies representing European petrochemicals and aluminum industries are attempting to stall the long overdue free trade agreement between the Gulf Cooperation Council and the European Union because they are concerned about compettion from the GCC
Chile, Perú: Denunciar el Tratado de Libre Comercio | 24-November-2009
La denuncia del TLC con Chile y su aprobación en el Congreso de la República resulta un imperativo de la historia, y los negocios privados deben subordinarse al interés nacional del Perú.
Colombia: La apertura profundizó el deterioro del sector: El fracaso agrícola | 24-November-2009
El desmonte arancelario provocó un desplome de la demanda, en particular de los cereales, que se llevó por delante el área agrícola. El resultado fue el peor desempeño del agro en la historia del país.
India readying bilateral deals with 12 nations | 24-November-2009
India’s plan-B of bilateral trade agreements if the eight-year-old WTO negotiations to reach a conclusion and free up trade in goods and services.
India, US sign pacts on investment promotion, sharing traditional knowledge | 24-November-2009
India and the US have signed two inter-governmental agreements on traditional knowledge, intellectual property and investment promotion.
UE acepta posición peruana para proteger medicamentos en negociaciones del TLC | 24-November-2009
“En el tema de medicamentos no dimos marcha atrás en nuestra posición y la Unión Europea entendió y aceptó darnos lo que alcanzamos en el acuerdo comercial con Estados Unidos”.
Colombia tiene sus TLC congelados | 23-November-2009
Los mismos nubarrones que han impedido que se ratifique el Tratado de Libre Comercio (TLC) con EE.UU., ahora se posan sobre el acuerdo comercial que Colombia desea firmar con la Unión Europea (UE).
Perú: Tribunal Constitucional inicia análisis de demanda contra TLC con Chile | 23-November-2009
La acción de inconstitucionalidad ante el TC fue presentada por la bancada del Partido Nacionalista contra el acuerdo comercial con Chile.
L’USP veut stopper les négociations sur l’accord de libre-échange | 23-November-2009
Les agriculteurs suisses ont réitéré leur opposition à un accord de libre-échange agricole avec l’Union européenne (UE).
Zimbabwe: South Africa farming union insists land grab victims be protected | 23-November-2009
South Africa’s main agriculture and farming union has expressed concern about the bilateral investment treaty agreed with Zimbabwe, which is set to exclude South African owned farms that were expropriated by the Robert Mugabe regime during the chaotic land ’reform’ programme.
Lee’s FTA comments create needless confusion | 23-November-2009
In a press conference on Thursday with US President Barack Obama, President Lee Myung-bak said, "If there are any problems in the automobile sector... then we are ready to resolve this issue." The US side probably interpreted Lee’s comments as signaling his willingness to either re-negotiate the FTA or hold additional talks.
EAC installs free market project with a new treaty | 23-November-2009
The pace at which the EAC has concluded discussions on critical stages of integration process has raised eye-brows even in Africa where similar projects have barely moved beyond free trade area agreements.
New Zealand - FTA with Hong Kong signed | 23-November-2009
New Zealand (NZ) and Hong Kong have signed a free trade agreement (FTA) on the back of recently concluded trade talks.
Vietnam, US hold third BIT negotiation round | 23-November-2009
Vietnam expressed concerns about the possibility of executing some terms and conditions in the BIT draft, especially those relating to transfer of money, financial services, list of non-conforming measures and minimum standard treatment.
RP: no tariff lifting sans investment | 22-November-2009
The Philippines is likely to suspend its tariff-elimination commitments for Japanese vehicles and auto parts under the two countries’ economic partnership agreement starting in January, as the government still needs to determine if the “increased investment” that Japan promised has indeed come in already.
Nigeria cautious on EU free trade deal | 22-November-2009
Nigeria, sub-Saharan Africa’s second largest economy, will not sign free trade deals with the European Union until it is sure it can comfortably compete, a minister said on Wednesday.
FTA with Singapore ’good’ for both | 22-November-2009
A Free Trade Agreement (FTA) with Singapore would be beneficial because it would result in more opportunities with Sri Lanka, currently attempting to develop itself as a hub to India and a financial hub; particularly due to the country’s existing respective FTAs with India and with Pakistan, a top Singapore businessman has said.
India-EU FTA will lead to new wave of investments | 21-November-2009
A new wave of investments from India to Europe and from Europe to India is likely to follow the India-EU free trade agreement which would take the bilateral trade to 160 billion euro by 2015, says the Indian Ambassador to France Ranjan Mathai.
S. Korea has already conceded enough in KORUS FTA | 21-November-2009
The debate surrounding the South Korea-U.S. Free Trade Agreement (KORUS FTA) is growing stronger. President Lee Myung-bak’s suggestion of a possibility of renegotiation of the auto trade clauses in the agreement during the South Korea-US summit press conference has set it off.
Lawmakers grill Mari over feasibility of planned FTAs | 21-November-2009
Lawmakers have demanded that Trade Minister Mari Elka Pangestu make available the feasibility studies on the proposed free trade agreements (FTAs) following business community concerns that losses may outweigh gains.
Colombia: De bases y tratados | 21-November-2009
Tiene razón el gobierno cuando dice que muchas de las normas que rigen el tratado por el cual Colombia les entrega el uso de siete bases a las fuerzas militares estadounidenses son similares a las establecidas en otros acuerdos.
Suspender la negociación del TLC de la Unión Europea con Perú y Colombia: freno a la injusticia y la desigualdad | 21-November-2009
Suspender la negociación del TLC de la Unión Europea con Perú y Colombia: freno a la injusticia y la desigualdad.
Parlamento Europeo pide a UE no firmar TLC con Colombia | 21-November-2009
Es debido a la crisis humanitaria que vive el país a causa de la violencia y la persecución contra líderes sindicales y políticos.
En 2010 iniciarán negociaciones por un TLC entre Colombia y Panamá | 21-November-2009
El embajador del vecino país en Bogotá, Ingeniero Ricardo Anguizola, y el director de Integración Económica del Ministerio de Comercio, Alfredo Ramos, confirmaron la intención de iniciar conversaciones.
Surcorea y EE.UU. reafirman alianza, pero sin destrabar TLC | 21-November-2009
Surcorea y Estados Unidos reafirmaron hoy su alianza con varios acuerdos, pero sin aportar decisiones concretas para la ratificación de un tratado de libre comercio.
Negociarán Bogotá y Seúl TLC | 21-November-2009
El ministro de Comercio, Industria y Turismo de Colombia, Luis Guillermo Plata, anunció hoy oficialmente el inició de negociaciones con Corea del Sur para la firma de un eventual TLC entre ambas naciones.
Costa Rica: Arias explorará un TLC con Turquía en viaje que comenzará el domingo | 21-November-2009
El gobierno explorarará la posibilidad de negociar un tratado de libre comercio con Turquía, anunció hoy el canciller Bruno Stagno.
Firman un TLC cinco países del este de África | 21-November-2009
El acuerdo entrará en vigor en julio de 2010; beneficiará a más de 120 millones de personas. Tanzania, Kenia, Uganda, Ruanda y Burundi sellan el convenio
East Africa trade bloc inks common market treaty | 20-November-2009
Leaders of the five-member East African Community bloc on Friday signed a common market treaty to allow free trade, movement and right of residence, the first of its kind on the continent.
Syria Stalls on Signing Trade Deal With EU | 20-November-2009
After years of pursuing a free-trade pact with the European Union, Syria is balking at signing a deal, as local businesses express worry about competition from European goods.
India to play a proactive role in SAARC | 20-November-2009
Economic integration of all the eight South Asian countries posses a challenge to the political leaders of the region.
Though South Asia Free Trade Agreement (SAFTA) was operationalised from July 2006 the intra regional trade increased at a snail space from 3.2% in 1980s to only 5.5% in 2008, which is far below when compared with 58% in NAFTA, 54% in European Union, 25% in ASEAN and 22% in COMESA.
China trade talks ’very pleasing’: Crean | 20-November-2009
Australia’s breakthrough with China on another round of negotiations on a free trade agreement after a 12 month lag is "very pleasing", Trade Minister Simon Crean says.
President Lee hints at renegotiations on FTA auto trade clauses | 20-November-2009
While speaking on the Korea-U.S. Free Trade Agreement (FTA), President Lee Myung-bak hinted Thursday that he would consider engaging in additional negotiations in the automobile sector if the U.S. requests it. President Lee’s statement is expected to cause controversy.
Negociación de TLC con Unión Europea en Colombia no permitió cerrar mesas adicionales, afirma Mincetur | 20-November-2009
El ministro de Comercio Exterior y Turismo, Martín Pérez, informó hoy que en la reunión que sostienen representantes de Perú y la Unión Europea en Bogotá (Colombia) para avanzar en la negociación del Tratado de Libre Comercio (TLC) bilateral, no han logrado ponerse de acuerdo en las mesas que faltaban cerrar.
Suspender la negociación del TLC de la Unión Europea con Perú y Colombia: freno a la injusticia y la desigualdad | 20-November-2009
Consenso de organizaciones, redes y movimientos sociales a partir de la VI Ronda celebrada entre el 21 y 25 de septiembre en Bruselas.

------------------------------ KEY ISSUES ------------------------------

India, US sign pacts on investment promotion, sharing traditional knowledge | 24-November-2009
India and the US have signed two inter-governmental agreements on traditional knowledge, intellectual property and investment promotion during Prime Minister Manmohan Singh’s first state visit to the US.
Pak, Germany to sign improved ‘investment treaty’ next month | 23-November-2009
Pakistan and Germany will sign the enhanced version of “bilateral investment treaty” during the visit of Prime Minister Yousaf Raza Gilani to Germany early next month.

------------------------------ ACTIONS -----------------------------

Warning to the government against the corporatization of the Land and the Sea: Blockade! | 26-November-2009
On 23/11/2009 the South Indian Coordination Committee of Farmers Movement (SICCFM) organized a mass rally and blocked the new Mangalore port in Karnataka against the corporatization of land and sea, and the destructive cheap imports of food and crops because of WTO and FTAs

26 noviembre, 2009

Judios Piojosos y un articulo de Carlos Aznares- comentado

Fijando posiciones:
El odio xenofobico, discriminador, estigmatiza a grupos humanos por su origen, cultura, religion, preferencia sexual, o conveniencia politica. Quienes llevamos en nuestro cuerpo las marcas de la tortura, secuestrados por las dictaduras, estigmatizados por los llamados grupos de liberación, como lumpenes, por nuestra procedencia social, esos mismo que miraban con desprecio a las bases peronistas, por rechazar sus ridiculo militarismo que queria imponer disciplina a quienes,con la tiza y el carbon, resistieron desde el principio las dictaduras con las armas de la resistencia civil, sin tanta parafernalia, armados de rebeldía, sin diferenciar por que el Pueblo es Peronista.
Aquellos que admiramos a esa Juventud maravillosa, que desprendida de las bases emprendian el mayor sacrificio, la lucha armada, y fue ese Pueblo anonimo, lumpen, que siempre fue la retaguardia segura, sobran los testimonios de ello. Desde ese lugar, rechazamos el odio insidioso y artero, hacia el judio, el polaco, el gallego, el negro, la puta, el trolo, el turco, en fin generalmente, estas manifestaciones comienzan por los judios...

La visita de un genocida a Buenos Aires y la ofensiva sionista en América Latina-
Por: Carlos Aznares – (agente del neo- nazismo?)
América Latina siempre ha estado en la mira de la diplomacia de guerra sionista y para ello, viene desarrollando, paso a paso, un verdadero plan de “acercamientos”, presiones y hasta infiltraciones que abarca a políticos, gobernantes, empresarios y personalidades de la cultura. (la campaña de intimidación y paranoia que configura a ese “otro” oscuro y avieso)

Histéricos frente a las acciones solidarias con los rebeldes del mundo árabe y persa , expresadas por el Comandante bolivariano, los estrategas sionistas han redoblado sus esfuerzos para mostrar al mundo que estos países del área sudamericana son “base propia”. (crear al demoniaco a pesar de ignorar que arabes y persas no son iguales, es mas son enemigos)
Sin dudas, Hitler estuvo en Buenos Aires a sus anchas en estos días. (tiene razon en esto aznares, mirese al espejo y lo va a ver)

Esta estrategia de presión e invasión sionista sobre nuestros pueblos tiene diversos arietes (otro vez el sistema goebeliano estigmatizar al judio)

Por otra parte, en lo cultural se vienen desarrollando desde hace meses tentadoras (en lo económico) invitaciones a figuras estelares del canto argentino para que actúen en Israel. Así viajaron, desoyendo los múltiples llamados a no hacerlo por parte de entidades de DDHH palestinas, la recientemente fallecida Mercedes Sosa, César Isella, León Gieco y Teresa Parodi, entre otros. Trovadores “progresistas” estos, que se ufanaron de su gira exitosa (aca se fue de mambo, rememora a la triple A, que propondra? Mandarlos al paredón?)


Buenos Aires se pobló de voces, gritos y consignas de apoyo a Palestina libre, a los combatientes de Hamas y otras formaciones militantes, a Hezbolah y la resistencia libanesa, y de rechazo a la barbarie cometida ... (este tipo ya no es contradictorio, literalmente es un perverso, en sus epocas, apoyaba a Arafat, era marxista, enemigo de los fundamentalistas religiosos, ahora se quita la mascara del odio a los judios sin disimulo)

En Uruguay, donde se encuentra la principal base del Mossad israelí de Sudamérica, la presión del lobby sionista es muy poderosa (pero aznares usted no es original, sigue a pies juntillas los argumentos de su adorado hitler)

Como se puede ver, el sionismo no descansa en su afán de proyectar su ideología y práctica expansionista por Latinoamérica. El problema es tener conciencia de ello, y sobre todo, presionar a los respectivos gobiernos para que no se sigan poniendo de rodillas frente a estos nuevos émulos del nazismo. (tiene razon aznares, nos vamos a arrodillar ante su febril nazismo)

PIOJOSOS JUDIOS
jaime naifleisch
La Historia nunca se repite, aunque haya fenomenos semejantes en diversos tiempo-espacios del proceso. Y en el caso de la judeofobia (fobia al judaismo) y el antisemitismo (fobia a los acusados de ser judios) menos que menos cabe hablar de "otra vez": nunca han dejado de existir. Nunca. Intactos y sin macula estan siempre ahi, como recurso de la politica.
Y la judeofobia siempre esta ahi, agazapada, mantenida por sectarios que, de pronto, se hacen multitud, se hacen Estados, para despues de un tiempo volver al bajo perfil.
De hecho los nazis fueron los primeros en idear y atreverse al genocidio, a la Solucion Final (entlossung). ¿Odiaban mas la cultura judia que sus predecesores, los de la inquisicion, las expulsiones, los pogromi...? No, pero los mismos fobicos viscerales, que acumularon acusaciones, totalmente incongruentes entre si, pero manteniendolas todas a lo largo de los siglos, estaban atados a un dogma primigenio de su credo

En tanto esa agresividad poco afectara a Israel. Pero si a los indefensos judios que vivimos en el mundo (en las Europas y las Americas), amigos o no de Israel, del judaismo. Dice la Agencia Judia (partido sionista) "Desde el caso Halimi no paramos de recibir gente". ¿Sera esta renovada fobia lo que convierta a muchos judios a la condicion de olim? Dice Gadafi, jefe de derechos humanos de la ONU: "mejor, asi los tendremos a todos juntos".


BRASIL INTENTAN VOLAR POR LO MENOS DOS SINAGOGAS EN PORTO ALEGRE

La policía brasilera desbarato a ultimo momento un plan para volar por lo menos 2 sinagogas en Porto Alegre, sur de Brasil. Se están investigando las conexiones internacionales en Argentina, Chile, Inglaterra y Francia del grupo neonazi Neuland, quien
planeaba los atentados contra la comunidad judía. 14 hombres fueron detenidos. La
policia adelanto que el grupo antisemita se compone de al menos 50 personas extremadamente inteligentes, bien organizadas y muy peligrosas

ESTADOSUNIDOS
ESTUDIANTE JUDIA ASESINADA A BALAZOS POR COMPANERO ANTISEMITA
A comienzos de mayo, en la Weslayan University en Connecticut, Estados Unidos, un estudiante antisemita asesino a una compañera judía, Johanna Justin Jinich, de 21 anos. Ambos estudiaron juntos en un curso el verano pasado

VENEZUELA – OTRO ATAQUE A TEMPLO, ESTA VEZ CON GRANADA
Cuando todavía esta presente el espanto que produjo el ataque a la sinagoga de Mariperez, la mas grande del país, que produjera inmensos destrozos incluyendo la
destrucción de los Sifrei Tora, acontece un nuevo ataque, esta vez con una granada, contra la sinagoga Shaar Mordejai, ubicada en la avenida Las Acacias.

ESPANA
GRUPO ANTISEMITA INTIMIDA EN LA CALLE A EMBAJADOR ISRAELI Y SU ESPOSA
La semana pasada, un grupo comenzó a perseguir por la calle al embajador de Israel en España, Rafi Shotz y su esposa, cuando retornaba de un partido de futbol. El grupo les gritaba Judíos Sucios, Judíos Malditos, Judíos Bastardos

INGLATERRA, ANULAN MASIVAMENTE CONTRATOS A PROFESORES ISRAELIES DE UNIVERSIDADES
En Inglaterra, los profesores israelíes, - aun cuando afiliados tradicionalmente con posturas de izquierda y pro paz - sufren un boicot.

AUSTRIA
ATACAN A BALAZOS A SUPERVIVIENTES DEL HOLOCAUSTO
La semana pasada, sobrevivientes del Holocausto se congregaron en el campo de concentración de Mauthausen en Austria, para conmemorar el 64 aniversario de su
liberación.
Un grupo de antisemitas austriacos enmascarados comenzaron a atacarlos gritando Heil Hitler, y Circulen, circulen, a la derecha para las cámaras de gas. Abrieron fuego contra los asistentes y varias personas resultaron heridas.

EUROPA - GOLPIZAS A RABINOS Y ATAQUES CONTINUOS A INSTITUCIONES
De acuerdo a un informe del diario Jerusalén Post de esta semana, en Francia, Bélgica, Inglaterra, Holanda, Noruega, y prácticamente en todo otro país europeo, las comunidades judías están siendo atacadas violentamente: las escuelas y jardines de infantes, los centros comunitarios, los templos, los restaurantes, los almacenes y los cementerios.

ESTADOS UNIDOS INTENTAN VOLAR UNA SINAGOGA Y CENTRO COMUNITARIO DE
NUEVAYORK
Ayer, cuatro musulmanes norteamericanos, que llevaron a cabo monitoreos de templos e instituciones judías, y contaban con explosivos y bazukas, fueron detenidos por el FBI momentos antes que pudieran perpetrar su cometido. La meta: volar una importante sinagoga en Nueva York y un Centro Comunitario Judío, el Riverdale Jewish Center.

FRANCIA: OTRO JOVEN JUDIO SECUESTRADO Y TORTURADO
Aquellos en la gran comunidad judía de Francia que tras el caso Halimi decidieron quedarse, se enfrentaron al espanto nuevamente, en poco tiempo. Para conmoción de lacomunidad judía, una banda secuestro nuevamente a otro joven judío, Mathieu Roumi, de 19 anos. Mientras gritaban Viva Fofane, viva Fofane, Le escribieron la palabra Juifâ (judío) con un liquido especial en su frente. Lo ataron a un radiador y comenzaron las torturas del primer dia, que duraron 9 horas y media. La banda le dijo: Vas a morir como Halimi..

ANA: Buenos Aires, Honor a las Victimas de Origen Judío bajo la Dictadura Militar Genocida

25/11/09, Buenos Aires ( Agencia de Noticias Aratiri – A.N.A. ) Acompañamos a las Organizadores del Acto Conmemorativo en Honor a las Victimas de Origen Judío bajo la Dictadura Militar Genocida.
A continuación reproducimos la adhesión del Movimiento de Victimas de la Dictadura Stronista Paraguay- Filial Argentina-


BUENOS AIRES, 25 de NOVIEMBRE de 2009


A los Organizadores del Acto Conmemorativo
En Honor a las Victimas de Origen Judío bajo la Dictadura Militar Genocida.

Nos adherimos a este justo homenaje a aquellos, que fueron atrapados, en los engranajes de la perversa maquinaria genocida de las ultimas dictaduras, que azotaron nuestro continente.

Nos consta que estos Luchadores por la Libertad y la Igualdad, fueron sometidos a tratos aun mas brutales por su origen Judío, a pesar de que muchos de ellos solamente se diferenciaron por su profundo Humanismo y entrega.

Sus banderas; que son las de los Pueblos Oprimidos, son llevadas en alto;

Hasta la Victoria Siempre!!!.


Guillermo Weyer -
Jose Além -
Anibal Florentin -
Teresita Asilvera –
Angel Fernández Schejtman

Acompañan:
Comisión de DDHH de Paraguayos Residentes en Argentina-
Av. Corrientes 1785- 2º “C”- TE: 4371-8066
Miércoles De 17:00 a 20:00
Coordinadora: Rami Alvarez- Secretario Jorge Apa

Centro Cultural “El Refugio”- Banfield
Av. Maipú 540- TE: 4202-9897
Directores: Nicolas Cesare- Verónica Fernández Valverde

Sicariato comunicacional-Venezuela

Sicariato comunicacional.

Roberto Moreno R.


Los sucesos del 13 de Octubre en Chaktapa, con resultado de tres
indígenas Yukpas muertos y varios heridos, es resultado de una política
colonial fracasada en el tratamiento del problema de la demarcación de
tierras indígenas y una mora jurídica constitucional. El verdadero
trasfondo no son las tierras, sino el subsuelo y las riquezas minerales
que contiene. Carbón, piedra caliza y hasta Uranio. No obstante, sobre
ese error, que ya era la peor aberración histórica cometida contra el
pueblo Yukpa, se suma un tratamiento mediático que no puede calificarse
sino de sicariato comunicacional, para tratar de tapar el sol con un
dedo con la finalidad de hacer invisible una lucha ancestral mediante
una estrategia que ni en tiempos de la IV república se había visto.
Desarticulando la solidaridad internacional, censurando y criminalizando
deliberadamente las voces disidentes y haciendo del sistema de medios de
comunicación del Estado Venezolano una vitrina para los intereses ajenos
al pueblo.

Veamos estos hechos en orden cronológico:

Desarticulando la solidaridad internacional.

Se lanza este comunicado firmado por varias organizaciones, entre ellas
el Movimiento de los Sin Tierra (MST) de Brasil por la diligencia de
Carlos Walter Porto-Goncalves, quien posee su liderazgo, cuando no, la
voz más escuchada y su tradicional vocero.

http://www.elpueblosoberano.net/?p=3930

Los medios del Estado optaron por una estrategia que es deplorable, pero
entendible tomando en cuenta la complejidad y lo confuso del caso en ese
momento: El silencio y plegarse a la vocería oficial de los tres
ministerios involucrados (MinPI, Minamb y MRIJ). La excepción fue Vive
TV que a pesar que el año pasado, cuando se asesinó a golpes al Atancha
(mas que abuelo) José Manuel Romero de 107 años de edad y padre del
Cacique Sabino Romero, dos periodistas de Vive fueron golpeados y
detenidos por las FANB. Vive TV empieza una campaña de "presión" a las
personalidades que firmaron los comunicados en solidaridad y a las
organizaciones como MST para que se retractaran. No lo lograron con
nadie, pero movieron a la representación de MST en Venezuela para sacar
un contracomunicado que resultó meramente discursivo y contradictorio,
pues resalta las luchas por la tierra, pero a la vez niega y descalifica
las luchas de los Yukpas:

http://www.larevolucionvive.org.ve/spip.php?article499

A lo cual contestamos:

http://www.elpueblosoberano.net/?p=4183

Esto se da en medio de un ambiente mediático contracorriente, pues el
error del gobierno ha sido tan garrafal en el proceso de demarcación de
tierras indígenas, que la Vicepresidencia de la República dio la
instrucción de silenciar el problema y detener a sus actores. Me refiero
al cacique Sabino Romero y miembros de la ONG Homo et Natura como el
Prf. Lusbi Portillo. El stalinismo llega al grado que a todas las
organizaciones académicas que han estudiado el problema por más de 20
años, fueron coartadas y amenazadas para conseguir su silencio. LUZ,
ULA, UBV y hasta Fundayacucho. No lo lograron y al contrario se
manifestaron públicamente solidarios con la causa de Chaktapa.

Conversando con Carlos Walter de visita en Venezuela, nos confiesa que
hubo falta de comunicación entre las secciones de MST, pero al final
ratifican su adhesión a estas luchas y al primer comunicado. Tal
posición se materializó luego de un encuentro de organizaciones de
resistencia global, movimientos campesino y urbanos con las comunidades
Yukpas en Maracaibo. MST ratifica su primera posición de solidaridad con
estas luchas por la tierra:

http://www.elpueblosoberano.net/?p=5574
http://clorofilazul.blogspot.com/2009/11/resoluciones-de-la-reunion-de-trabajo.html


Ante tan contundente respaldo y en vista del fracaso en presionar para
descalificar la solidaridad internacional, dejaron las cosas de ese
tamaño. Los Yukpas les ganaron en la calle esa pelea a los sicarios
comunicacionales.

Tal política y tratamiento mediático no es solamente una posición de
Therry Deron, actual presidente de Vive TV, fue ordenada por
Maximiliane Arvelaiz desde Miraflores. Este último es un personaje
nefasto que se ha mantenido cual Fouchee en palacio, representando los
intereses políticos de ATTAC internacional (socialdemocracia europea),
específicamente de Ignacio Ramonet. Su papel ha sido siempre el enlace
internacional generando algún piso político con diversas organizaciones
globales y ha acumulado mucho poder. Un genuino representante de esas
nuevas castas políticas que han anidado alrededor del presidente con
prácticas que contradicen el discurso.

Aparecen la CENSURA y la manipulación de Vive TV.

A raíz de los sucesos del 13Oc, se realiza una asamblea de caciques
Yukpas el día 26. Lo insólito fue la manipulación de Vive TV cuando
publica la noticia SOLO con la posición de los caciques que se plegaron
a la política de demarcación y deliberadamente censuraron a más de 10
caciques que tienen y mantienen una posición en contra. Si el lector
tienen tiempo, compare estas dos versiones, pero la diferencia está en
que la versión de Vive no aparecen esas voces disidentes, en la
publicada en elpueblosoberano.net si, porque estuvieron presentes:

http://www.larevolucionvive.org.ve/spip.php?article573
http://www.elpueblosoberano.net/?p=4544

Cualquier parecido con los medios de comunicación comerciales al
servicio del imperio, es pura coincidencia.

Pero no solamente los Yukpas fueron censurados. También los Kariñas de
Palital en el estado Anzoategui. Las políticas de demarcación de tierras
ha sido tan estrepitosamente fracasada, que dejó de ser un problema
local para pasar a lo nacional. De los cuatro títulos entregados en acto
írrito el 12 de Octubre, (que debería llamarse el día de la gran sortija
según un amigo), tres iban a ser entregados a comunidades Yukpas y uno
a la comunidad Kariña de Palital. Esta última comunidad rechazó
públicamente los términos de esos títulos por considerar que estarían
firmando su sentencia de muerte.

….(sic) “no guarda ninguna relación con los derechos protegidos por el
espíritu del constituyentista y del legislador en la Constitución de la
República Bolivariana de Venezuela y la Ley Orgánica de los
Pueblos...(sic)...

http://www.elpueblosoberano.net/?p=5891

Ya no es solo la nación Yukpa, son todas las naciones indígenas de
nuestro país que han sido invisibilizadas en el sistema nacional de
medios públicos.



Vive TV es vitrina de Bandera Roja y no cartelera popular.

Por si todo esto fuese poco, la tapa del frasco la pone la publicación
de un escrito apócrifo firmado por "observatorio Indígena", organismo
que no existe y lo más extraño es que coincide en lenguaje y discurso a
los planteamientos de Bandera Roja en momentos de lucidez cuando la
parálisis cerebral los deja pensar. No sería nada raro que fuese escrito
por Mauro Carrero, secretario regional de BR en Zulia y miembro del
equipo técnico de la actual comisión de demarcación que tanto se ha
denunciado por contraria a los intereses de los Yukpas y sus luchas
ancestrales por la tierra. :

http://www.aporrea.org/oposicion/n144293.html

Sencillamente no entendemos como un medio con la tradición
revolucionaria de Vive TV y con la experiencia acumulada, les vayan a
pasar un strike como este en donde le da tribuna a una organización
comprobadamente golpista como Bandera Roja. En materia política, jamas
se puede asumir el principio de la inocencia y afirmar que fue una
simple equivocación. Pensamos que, siguiendo la máxima de " El fin
justifica los medios", Maximiliane Arvelaiz le haya ordenado a Therry
Deron echar mano de esos recursos para intentar descalificar estas
luchas populares que de alguna manera evidencian un grave error del
gobierno revolucionario y daña su imagen justo en el momento que el
Presidente Chávez firma el acuerdo de Cochabamba sobre los derechos de
la madre tierra en Bolivia.

http://www.larevolucionvive.org.ve/spip.php?article615

Tal escrito apócrifo a nombre de “Observatorio Indígena” no solo plagia
el nombre del Observatorio Indigena de la UBV, sino que además plagió
textos escritos en algunas discusiones que se han venido realizando en
“ciberágoras” por toda Internet. A vuelo de pájaro uno identifica como 5
estilos de escritura diferentes, quizás resultado del “corte y pega”
típico de los plagios.

Si ya es deplorable y contrarevolucionario guardar silencio ante lo que
constituye el peor error de la Revolución Bolivariana con los pueblos
indígenas, en el caso de Vive Tv , no solo guarda silencio sino que pasó
a ser instrumento de una política stalinista en contra de autenticas
luchas populares. Estamos consientes que es Vive TV y cual es su papel,
pero resulta paradójico que se haga solidaria con todos los grupos de
resistencia del mundo, pero niega y ataca las que tenemos en nuestro
país. Aquí una cosa es el discurso y otra muy distinta es la práctica
sobre el terreno.

De alguna manera estos sucesos han servido para evaluar el carácter
revolucionario de muchas organizaciones. Pero ojo, una cosa es
identificar las contradicciones resultantes de tener un gobierno
revolucionario que cabalga sobre un Estado burgués y otra desconocer los
avances de esta revolución. Con esto, Vive TV se desprestigió mucho ante
los ojos del movimiento popular. Fueron seis años de arduo trabajo
tirados al traste. Nos equivocamos con Miquilena, con Tascón y luego
Baduel. Al parecer nos equivocamos ahora con Vive TV.

Es normal que la línea editorial de un medio de comunicación cambie
cuando cambian la dirección política de la institución. Pero extraña
sobremanera, que este pataleo de ahogado pretendiendo descalificar lo
que Sabino representa, haya llevado a ese canal a echar mano de textos
apócrifos infamantes para justificar lo moralmente injustificable y lo
que es peor, yendo en contra de todo espíritu revolucionario con que fue
creada. Esto para muchos, solo ayudó a terminar de definirse y ser
solidarios con la causa de Chaktapa. Aun no se ha visto ni una nota de
rectificación, ni derecho a réplica, ni declaración, ni nada que nos
siembre aunque sea una sola duda de lo que aquí se afirma.

¿Que pasa camarada ministra Blanca Eckout? Quienes le conocimos le
recordamos como una revolucionaria siempre solidaria con las luchas
populares y con ideas realmente alternativas. ¿Será verdad que el poder
corrompe y se olvidan los orígenes ó está atrapada entre su deber como
ministra y su condición revolucionaria? ¿Acaso se ha olvidado tan
fácilmente la agresión a que fueron objeto los comunicadores de Vive
hace un año en Chaktapa cuando el asesinato del Atancha Romero? ¿Acaso
ahora Vive TV da tribuna a organizaciones golpistas como Bandera Roja y
no a la vocería popular?

Demasiadas preguntas sobre una misma equivocación.

LIBERTAD PARA SABINO ROMERO
LA VERDAD SE SABRÁ

robertomoreno61@gmail.com

JUEVES 26, POR EL FRENTE AMPLIO EN LA BIBLIOTECA

Compañeras y Compañeros:

Transcribimos a continuación la invitación cursada por nuestra Comisión de Asuntos Internacionales, en cumplimiento de lo resuelto por la Asamblea del sábado 14 ppdo.

¡Uruguayos a votar!
La patria grande nos reclama para afianzar los procesos democráticos y populares en el continente y para frenar a la derecha que pretende regresar.
La Comisión de Asuntos Internacionales de Carta Abierta convoca a un acto en la Biblioteca Nacional - Sala Raúl Cortazar - este jueves 26 de noviembre a las 19:00, para contribuir a la campaña por el triunfo del Frente Amplio en el ballotage del 29 de noviembre.
Coordina la actividad Lido Iacomini por la Comisión de Asuntos Internacionales y hablarán Carlos Girotti, del Equipo de Coordinación de Carta Abierta, la compañera del Frente Amplio Lilian Alfaro y posiblemente Mauricio Rosenkof, del Frente Amplio de Montevideo.
Nota: la asamblea de Carta Abierta del sábado 14 del corriente decidió donar integra su colecta habitual para facilitar el viaje de compañeros uruguayos a votar en su suelo natal.

CARTA ABIERTA CORDOBA - Este viernes 27 lectura pública de la IV Carta

Fijando posiciones:

El odio xenofobico, discriminador, estigmatiza a grupos humanos por su origen, cultura, religion, preferencia sexual, o conveniencia politica. Quienes llevamos en nuestro cuerpo las marcas de la tortura, secuestrados por las dictaduras, estigmatizados por los llamados grupos de liberación, como lumpenes, por nuestra procedencia social, esos mismo que miraban con desprecio a las bases peronistas, por rechazar sus ridiculo militarismo que queria imponer disciplina a quienes,con la tiza y el carbon, resistieron desde el principio las dictaduras con las armas de la resistencia civil, sin tanta parafernalia, armados de rebeldía, sin diferenciar por que el Pueblo es Peronista.
Aquellos que admiramos a esa Juventud maravillosa, que desprendida de las bases emprendian el mayor sacrificio, la lucha armada, y fue ese Pueblo anonimo, lumpen, que siempre fue la retaguardia segura, sobran los testimonios de ello. Desde ese lugar, rechazamos el odio insidioso y artero, hacia el judio, el polaco, el gallego, el negro, la puta, el trolo, el turco, en fin generalmente, estas manifestaci
ones comienzan por los judios...

La visita de un genocida a Buenos Aires y la ofensiva sionista en América Latina-
Por: Carlos Aznares – (agente del neo- nazismo?)

América Latina siempre ha estado en la mira de la diplomacia de guerra sionista y para ello, viene desarrollando, paso a paso, un verdadero plan de “acercamientos”, presiones y hasta infiltraciones que abarca a políticos, gobernantes, empresarios y personalidades de la cultura. (la campaña de intimidación y paranoia que configura a ese “otro” oscuro y avieso)

Histéricos frente a las acciones solidarias con los rebeldes del mundo árabe y persa , expresadas por el Comandante bolivariano, los estrategas sionistas han redoblado sus esfuerzos para mostrar al mundo que estos países del área sudamericana son “base propia”. (crear al demoniaco a pesar de ignorar que arabes y persas no son iguales, es mas son enemigos)
Sin dudas, Hitler estuvo en Buenos Aires a sus anchas en estos días. (tiene razon en esto aznares, mirese al espejo y lo va a ver)

Esta estrategia de presión e invasión sionista sobre nuestros pueblos tiene diversos arietes (otro vez el sistema goebeliano estigmatizar al judio)

Por otra parte, en lo cultural se vienen desarrollando desde hace meses tentadoras (en lo económico) invitaciones a figuras estelares del canto argentino para que actúen en Israel. Así viajaron, desoyendo los múltiples llamados a no hacerlo por parte de entidades de DDHH palestinas, la recientemente fallecida Mercedes Sosa, César Isella, León Gieco y Teresa Parodi, entre otros. Trovadores “progresistas” estos, que se ufanaron de su gira exitosa (aca se fue de mambo, rememora a la triple A, que propondra? Mandarlos al paredón?)


Buenos Aires se pobló de voces, gritos y consignas de apoyo a Palestina libre, a los combatientes de Hamas y otras formaciones militantes, a Hezbolah y la resistencia libanesa, y de rechazo a la barbarie cometida ... (este tipo ya no es contradictorio, literalmente es un perverso, en sus epocas, apoyaba a Arafat, era marxista, enemigo de los fundamentalistas religiosos, ahora se quita la mascara del odio a los judios sin disimulo)

En Uruguay, donde se encuentra la principal base del Mossad israelí de Sudamérica, la presión del lobby sionista es muy poderosa (pero aznares usted no es original, sigue a pies juntillas los argumentos de su adorado hitler)

Como se puede ver, el sionismo no descansa en su afán de proyectar su ideología y práctica expansionista por Latinoamérica. El problema es tener conciencia de ello, y sobre todo, presionar a los respectivos gobiernos para que no se sigan poniendo de rodillas frente a estos nuevos émulos del nazismo. (tiene razon aznares, nos vamos a arrodillar ante su febril nazismo)



PIOJOSOS JUDIOSjaime naifleisch
La Historia nunca se repite, aunque haya fenomenos semejantes en diversos tiempo-espacios del proceso. Y en el caso de la judeofobia (fobia al judaismo) y el antisemitismo (fobia a los acusados de ser judios) menos que menos cabe hablar de "otra vez": nunca han dejado de existir. Nunca. Intactos y sin macula estan siempre ahi, como recurso de la politica.
Y la judeofobia siempre esta ahi, agazapada, mantenida por sectarios que, de pronto, se hacen multitud, se hacen Estados, para despues de un tiempo volver al bajo perfil.
De hecho los nazis fueron los primeros en idear y atreverse al genocidio, a la Solucion Final (entlossung). ¿Odiaban mas la cultura judia que sus predecesores, los de la inquisicion, las expulsiones, los pogromi...? No, pero los mismos fobicos viscerales, que acumularon acusaciones, totalmente incongruentes entre si, pero manteniendolas todas a lo largo de los siglos, estaban atados a un dogma primigenio de su credo

En tanto esa agresividad poco afectara a Israel. Pero si a los indefensos judios que vivimos en el mundo (en las Europas y las Americas), amigos o no de Israel, del judaismo. Dice la Agencia Judia (partido sionista) "Desde el caso Halimi no paramos de recibir gente". ¿Sera esta renovada fobia lo que convierta a muchos judios a la condicion de olim? Dice Gadafi, jefe de derechos humanos de la ONU: "mejor, asi los tendremos a todos juntos".

BRASIL INTENTAN VOLAR POR LO MENOS DOS SINAGOGAS EN PORTO ALEGRE

La policía brasilera desbarato a ultimo momento un plan para volar por lo menos 2 sinagogas en Porto Alegre, sur de Brasil. Se están investigando las conexiones internacionales en Argentina, Chile, Inglaterra y Francia del grupo neonazi Neuland, quien
planeaba los atentados contra la comunidad judía. 14 hombres fueron detenidos. La
policia adelanto que el grupo antisemita se compone de al menos 50 personas extremadamente inteligentes, bien organizadas y muy peligrosas

ESTADOSUNIDOS
ESTUDIANTE JUDIA ASESINADA A BALAZOS POR COMPANERO ANTISEMITA
A comienzos de mayo, en la Weslayan University en Connecticut, Estados Unidos, un estudiante antisemita asesino a una compañera judía, Johanna Justin Jinich, de 21 anos. Ambos estudiaron juntos en un curso el verano pasado

VENEZUELA – OTRO ATAQUE A TEMPLO, ESTA VEZ CON GRANADA
Cuando todavía esta presente el espanto que produjo el ataque a la sinagoga de Mariperez, la mas grande del país, que produjera inmensos destrozos incluyendo la
destrucción de los Sifrei Tora, acontece un nuevo ataque, esta vez con una granada, contra la sinagoga Shaar Mordejai, ubicada en la avenida Las Acacias.

ESPANA
GRUPO ANTISEMITA INTIMIDA EN LA CALLE A EMBAJADOR ISRAELI Y SU ESPOSA
La semana pasada, un grupo comenzó a perseguir por la calle al embajador de Israel en España, Rafi Shotz y su esposa, cuando retornaba de un partido de futbol. El grupo les gritaba Judíos Sucios, Judíos Malditos, Judíos Bastardos

INGLATERRA, ANULAN MASIVAMENTE CONTRATOS A PROFESORES ISRAELIES DE UNIVERSIDADES
En Inglaterra, los profesores israelíes, - aun cuando afiliados tradicionalmente con posturas de izquierda y pro paz - sufren un boicot.

AUSTRIA
ATACAN A BALAZOS A SUPERVIVIENTES DEL HOLOCAUSTO
La semana pasada, sobrevivientes del Holocausto se congregaron en el campo de concentración de Mauthausen en Austria, para conmemorar el 64 aniversario de su
liberación.
Un grupo de antisemitas austriacos enmascarados comenzaron a atacarlos gritando Heil Hitler, y Circulen, circulen, a la derecha para las cámaras de gas. Abrieron fuego contra los asistentes y varias personas resultaron heridas.

EUROPA - GOLPIZAS A RABINOS Y ATAQUES CONTINUOS A INSTITUCIONES
De acuerdo a un informe del diario Jerusalén Post de esta semana, en Francia, Bélgica, Inglaterra, Holanda, Noruega, y prácticamente en todo otro país europeo, las comunidades judías están siendo atacadas violentamente: las escuelas y jardines de infantes, los centros comunitarios, los templos, los restaurantes, los almacenes y los cementerios.

ESTADOS UNIDOS INTENTAN VOLAR UNA SINAGOGA Y CENTRO COMUNITARIO DE
NUEVAYORK
Ayer, cuatro musulmanes norteamericanos, que llevaron a cabo monitoreos de templos e instituciones judías, y contaban con explosivos y bazukas, fueron detenidos por el FBI momentos antes que pudieran perpetrar su cometido. La meta: volar una importante sinagoga en Nueva York y un Centro Comunitario Judío, el Riverdale Jewish Center.

FRANCIA: OTRO JOVEN JUDIO SECUESTRADO Y TORTURADO
Aquellos en la gran comunidad judía de Francia que tras el caso Halimi decidieron quedarse, se enfrentaron al espanto nuevamente, en poco tiempo. Para conmoción de lacomunidad judía, una banda secuestro nuevamente a otro joven judío, Mathieu Roumi, de 19 anos. Mientras gritaban Viva Fofane, viva Fofane, Le escribieron la palabra Juifâ (judío) con un liquido especial en su frente. Lo ataron a un radiador y comenzaron las torturas del primer dia, que duraron 9 horas y media. La banda le dijo: Vas a morir como Halimi..

CARTA ABIERTA CORDOBA - Este viernes 27 lectura pública de la IV Carta

“Al comienzo de la independencia”

Viernes 27 de noviembre – 20 hs. Explanada de la Librería 1918 de la UNC –


-Caseros esquina Obispo Trejo-

Con la presencia de diferentes personalidades de la política, la cultura y la educación de Córdoba, se dará lectura al nuevo documento del espacio.




Extracto de IV Carta Abierta Córdoba


CARTA ABIERTA / 4 (extracto)

“Al comienzo de la independencia”


Aquí presentes, hombres y mujeres con corazón. Corazón que se reconoce en el latido solidario hacia otros semejantes, corazón desplegado sobre el tiempo de la patria que parece volver a incorporarse, que parece volver a nombrarse luego de años de ser relegada al rol de alguna conquista deportiva.
Porque éste fue el legado de quienes prometieron una Argentina derecha y humana, mientras sacrificaban por encargo del imperio a nuestros mejores jóvenes. Moribunda la patria, creyó necesariamente posible la fantasía de entrar al llamado primer mundo a costa de escandalosos índices de desocupación, miseria y corrupción. Nuestro único reflejo colectivo, casi la única señal de nuestra existencia en la comunidad de naciones del mundo, fue reducido al espacio deportivo. Nuestra bandera se convirtió en una camiseta y no sólo por imposición de un marketing de encerado centro comercial, sino también porque aquellas políticas que se decían redentoras del hombre y las buenas costumbres, trazaron surcos profundos de desigualdades como abismos, donde se hundieron miles de hermanos. No nos quedó otro modo de encontrarnos, que enrolarnos debajo de nuestra camiseta nacional para tener una oportunidad de sentirnos hermanos, para sentir que cada tanto estamos en el mundo y tenemos al menos 90 minutos de destino común.
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Aquí presentes, sin pretensión de totalidad ni de palabra única, pero conscientes de representar también las voces de tantos argentinos y argentinas que fueron despojados de sus voces, a medida que los dueños de los medios desplegaban su pegajosa red de lenguas mercenarias.
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Así lograron que nuestro pueblo perdiera la confianza en sí mismo. La confianza del encuentro con pares, con iguales del mismo destino. Así, esos pares descalzos que deambulan por todas las edades del hambre, privados de rostros y de las mínimas posesiones necesarias para constituir identidad, son demonizados mal vivientes, feroces portadores de inseguridad que deben ser enviados a fantasmagóricas ciudades de “sueños y cuartetos”, los más lejos posible del centro de la escena pública, por donde suelen transitar las cámaras de los empresarios.

Presentes de cuerpo entero en este corazón de país, que bien sabe del fracaso de las políticas de ajuste para resolver siquiera los problemas más básicos de la sociedad cordobesa. Aquí no solamente se entregó graciosamente el capital acumulado de lo público a la fiesta de los cerdos de peluquín, sino que se despojó de sentido la noción misma de lo colectivo transformando ministerios en agencias. Como si todo pudiera ser comercializado: la cultura, la salud, la educación. Pero claro, las agencias impusieron agendas privadas y donde debió haber solidaridad colectiva, se hicieron negocios; donde pudo crearse trabajo legítimo, se recurrió a la dádiva.
Con esta tergiversación del rol del Estado, con este despojo consumado, decimos, salieron a vendernos como corazón del resto del país. ¿Quizás han logrado engañarnos?. Seguramente han tenido la iniciativa, pero si de cuerpo entero declaramos que estamos despiertos, es porque nuestro corazón quiere para nuestra Argentina otro corazón, otra Córdoba. Una Córdoba solidaria, receptora de tantos diversos caminos que transitaron y transitan nuestros compatriotas.
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Advertimos también, que la constante e irracional prédica de menoscabo de la investidura presidencial, sostenida curiosamente por pocos agraciados parlanchines que rara vez pueden ofrecer una idea sensata para resolver problemas del presente, lejos de escenificar un juego más de la política, presenta serios visos destituyentes no ya de un gobierno ni de una presidenta, sino que son constantemente proyectados a la degradación de la institucionalidad democrática. . Los descabellados argumentos de estos personajes oscilan entre anuncios apocalípticos que avizoran catástrofes inminentes y la difamación permanente de todos los sectores de nuestra sociedad que de alguna manera resisten la vuelta al pasado retrógrado, enarbolando un discurso violento y crispado reproducido a coro por los campanarios mediáticos, ante los cuales nadie pide pruebas verificables, constituyendo un verdadero terrorismo mediático-opositor. El arrebato dictatorial en la hermana Honduras nos obliga a denunciar esta estrategia, en nombre y representación de los millones que la dictadura dejó sin trabajo, sin tierras, sin escuela y sin sueños.
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Sabemos que los sueños no están exentos de dilemas, pero también que no hay ninguna ley que pueda imponerles el gravamen de tributar a la simplificación mediocre de la realidad que proponen quienes amenazan tener una sota bajo la manga.
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Como quien empuña un cuchillo de dos filos, somos cuidadosos, pero no cobardes. Tenemos enfrente una realidad latinoamericana que toma cuerpo. Tal vez sea el sueño de los próceres de América que recién ahora abandona el mármol en que lo confinaron, para venir a ser soñado como presente. Aquella América con mayúsculas imaginada por San Martín y Bolívar, aquella patria más grande que una provincia, más cobijadora que una agencia, más múltiple y diversa que una pretensión de “público privado”, está encontrando un camino, una voz. Asoma América Latina, se despierta lentamente, se reconoce a sí misma, y el hecho de que sea una experiencia inédita a nivel mundial, debe convocar nuestra mayor atención, ya que del mismo tenor son los peligros que la acechan.
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Señalamos con la fuerza de lo cotidiano las carencias del gobierno nacional, pero nuestro señalamiento no es de orden destructivo, y se ubica en las antípodas de las críticas manifestadas por quienes en las últimas elecciones del 28 de junio, parecen haber recogido el voto mayoritario de los cordobeses. Porque mientras el gobierno nacional recuperó el nivel de las jubilaciones y la movilidad de las mismas, vergonzosamente la provincia impuso su recorte. Mientras el gobierno nacional intenta políticas de recuperación de la presencia del Estado frente a la prepotencia de los sectores que gozan de la mayor renta del país, la provincia exime de impuestos a los agrosojeros. El contraste entre la increíble, por lo brutal y anacrónica, reciente represión a los obreros de Luz y Fuerza de Córdoba (seguida de tortura y cárcel a sus dirigentes), y la actitud no represiva hacia los reclamos de los movimientos sociales que el gobierno nacional instaló desde su asunción, son sin duda trazos identificatorios de la política que los impulsa. La actual crisis hídrica además, desnuda la desidia en recuperar el agua como bien comunitario bajo la órbita del Estado.
Lo mismo puede decirse del ejecutivo municipal, que lejos de insinuar una política impositiva distributiva, otorga graciosamente reducciones en las tasas a los “countries” o barrios cerrados. Valoramos la creación de CRESE, que parece otorgar al saneamiento ambiental un carácter social y no mercantil, pero por otro lado el párrafo dedicado a la cultura, en las últimas gestiones municipales, lejos de ser inexistente, debemos citarlo como desastroso. Ya no alcanza la excusa de la carencia de fondos para cultura: se está aplicando una política de destrucción de la actividad cultural, que muy lejos está, en el plano conceptual y de ejecución, de lo desplegado por la nación.
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Junto a esto decimos que vemos también, la altura de la responsabilidad que deben asumir quienes se dicen defensores de lo nacional y popular, incluyéndonos. No alcanza ya la vieja política de supervivencia a la cual tuvo que recurrir el progresismo frente a la demoledora maquinaria ideológica del neoliberalismo. Ya no es suficiente el sigiloso método de defender pequeños espacios de presunto poder, dentro de estructuras que han sido creadas a propósito para cobijarlos y mantenerlos en segundo plano. En Córdoba particularmente, en este corazón que sentimos, la carencia de interlocutores con nivel de líderes nos obliga a extremar esfuerzos por aglutinar pensamientos y acciones que se propongan firmemente reconstruir el tejido que pueda abrigar nuevamente, sueños de equidad social, y de emancipación nacional.
Un camino exitoso en este sentido, posiblemente haya emergido a la luz con la reciente aprobación y promulgación de la Ley de Servicios Audiovisuales. Aquellos 21 puntos fueron recorriendo nuestra geografía uniendo tejidos, recorriendo cicatrices de desconfianza y olvido, sirviendo de amalgama para tantas miles de voces que comenzaron a enriquecer los foros, las ideas, las estrategias. Finalmente, la flexibilidad mostrada por la presidenta, previo al debate en Diputados, también fue una señal de madurez privilegiando el objetivo común y despejando rápidamente la duda de que la política puede ser reducida a nuestro más popular juego de naipes.
...
Nuestro latido se ubica algo más allá de los censores que pretenden reducir las ideas a un tironeo entre “oficialistas” y “oposición”. Tratamos con respeto una realidad delicada y compleja, un presente al que asignamos algo de la cualidad de lo extraordinario. Demasiados años de reproducción de “más de lo mismo” nos hacen ver lo distinto como algo promisorio. No significa esto arrancarnos los ojos, es justamente lo contrario: La certidumbre neoliberal de miseria, exclusión, fragmentación social, desmantelamiento nacional, ha dado paso a esta incertidumbre actual, a esta sensación de poder abrazar y tener que inventar nuevas posibilidades para la vida comunitaria.
...
Indagamos la realidad política no sólo para denunciar, sino también para encontrar posibles respuestas que reconstruyan la acción colectiva transformadora. La hora del comienzo creemos que ha llegado, está aquí presente, y parece reclamarnos el imprescindible esfuerzo de aglutinar lo disperso, de agregarnos al huilpala y no pretender que nuestra bandera sea la única. Entre otras banderas hermanas, están las de los pueblos originarios, con su histórica lucha por el derecho a sus tierras, a su idioma, al reconocimiento de su identidad cultural, que reclaman su inclusión en un proyecto de país para todos.
...
Convocamos a la esperanza en otro centenario distinto de aquél en que los gobiernos liberales quitaron por imposición de la corona, las estrofas del himno nacional que cantaban el triunfo sobre el león imperial. Aquel año diez encontró a los argentinos bajo estado de sitio, tan típico de las dictaduras. Aún con carencias, este centenario está juzgando a genocidas del pueblo.

Estamos aquí al comienzo de una nueva calle de desafíos y, como en aquella historia en la que se ofrece una silla para que el inquieto se detenga, tenemos por delante muchas encrucijadas, muchas esquinas en las cuales habrá que deliberar sobre el camino a seguir, y con quienes continuarlo, pero nos entusiasma la extraordinaria posibilidad de sumarnos desde el centro de nuestro corazón, que está en esta amada Córdoba, a un viaje posible para nuestra patria, quizás el único que merezca tan bello navío, quizás aquel que hace 200 años espera emprender, hacia la independencia.


Córdoba – Argentina – Noviembre 2009

PROYECCIÓN DE "LOS RESISTENTES" PARA CARTA ABIERTA





Compañeras y Compañeros:

El próximo 5 de diciembre, a las 15:00, en el Auditorio Jorge L. Borges de la Bibioteca Nacional, en una función especial para Carta Abierta, con debate posterior, se proyectará la película Los Resistentes, de Alejandro Fernández Mouján.


SINOPSIS “Los Resistentes” (167 min.)
Dirección: Alejandro Fernández Mouján

Relatos de protagonistas de la lucha clandestina llamada resistencia peronista, entre 1955 y 1965.
Primero los bombardeos a la población civil de Buenos Aires el 16 de junio y luego el golpe militar del 16 de septiembre de 1955, impulsan a trabajadores, trabajadoras y gente del pueblo a salir en defensa del gobierno de Perón.
Allí nace la “anormal, desmesurada, alucinada odisea de la Resistencia”, la lucha clandestina contra una sangrienta dictadura autodenominada “Revolución Libertadora” y rebautizada como “Fusiladora”.
Hoy, esos mismos hombres y mujeres con más de 70 años, recuerdan su lucha, y se reivindican aún como resistentes.

Los esperamos.

EQUIPO DE COMUNICACIÓN

Solidarityin Action-SOAW







Powerful Weekend Resisting Violence & Oppression
Four Line-Crossers Arrested Today; Hundreds of Demonstrators Penetrate Police Barricades

This weekend was a truly inspirational and powerful gathering made possible only by the collective work of thousands of activists like you.

This morning, we came together at the gates of Ft. Benning to solemnly remember those killed by the graduates of the SOA. Four carried their witness across military lines and were arrested on the base: Nancy Gwin of Syracuse, NY; Ken Hayes of Austin, TX; Fr. Louis Vitale of Oakland, CA; and Michael Walli of Washington, DC.

Michael is refusing to post bail, and will remain in custody at least until the trial in January 2010. Nancy, Ken and Louis have been released and will soon be headed back to their communities to spread the truth about the SOA/WHINSEC. You can join them! Keep your eyes out for further updates with messages about their journeys.

Following the procession, several hundred activists risked arrest, marching into the street beyond the confines of the protest to carry their message of resistance and people power even further. Puppetistas carrying large puppets of the six Jesuit martyrs alongside Cakalak Thunder and other drumming groups led a march together beyond police barricades to lift of the spirit of life so as to better remember the work and ideas of those who we have lost. Resistencia, Presente!

Procession and Vigil at Stewart Detention Center, Friday 11/20

This weekend's activities got started on Friday morning. SOA Watch activists joined over 100 social justice and immigrant rights activists in a procession from Lumpkin Town Square to the Stewart Detention Center to call attention to the abuses perpetrated at this commercial prison which in the last year have killed one prisoner and hurt many. Prisoners are continuing to participate in hunger strikes to demand better conditions.

In a powerful and emotional vigil, survivors of detention centers, family members of detainees and human rights activists gathered to listen to those families torn apart by raids and forced detention, including the family of one detainee whose three children went in to visit him following the vigil.

Many immigrants to the United States are victims of U.S.-sponsored military training and atrocities in Latin America. In our fight to close the SOA, we continue to work towards a world that is free of suffering and violence. We recognize the SOA as a part of the same racist system of violence and domination that operates US immigration policy. We ally ourselves with victims and survivors of state violence and their families in our effort to create a better world.