02 octubre, 2018

She Said. Then He Said. Now What Will Senators Say?

https://www.nytimes.com/2018/09/27/us/politics/dr-blasey-ford-testimony-kavanaugh.html?emc=edit_bn_20180928&nl=boletin&nlid=7931977520180928&te=1

By Peter Baker

WASHINGTON — At the beginning of the day, she was asked if she was sure that he was the one who sexually assaulted her 36 years ago. “One hundred percent,” she said. At the end of the day, he was asked if he was certain he had not. “One hundred percent,” he said.
One after the other, Christine Blasey Ford and Judge Brett M. Kavanaugh sat in the same chair before the Senate Judiciary Committee on Thursday, separated by less than an hour but a reality gulf so wide that their conflicting accounts of what happened when they were teenagers cannot be reconciled.
With millions of Americans alternately riveted and horrified by the televised drama, Dr. Blasey and Judge Kavanaugh left no room for compromise, no possibility of confusion, no chance that they remembered something differently. In effect, they asked senators to choose which one they believed. And in that moment, these two 100-percent realities came to embody a society divided into broader realities so disparate and so incompatible that it feels as if two countries are living in the borders of one.
It has become something of a cliché to say that the United States has become increasingly tribal in the era of President Trump, with each side in its own corner, believing what it chooses to believe and looking for reinforcement in the media and politics. But the battle over Judge Kavanaugh’s Supreme Court nomination has reinforced those divisions at the intersection of sex, politics, power and the law.
Senators emerged from Thursday’s hearing bitterly split into those tribes, with Democrats persuaded by Dr. Blasey’s calm and unflustered account of being shoved onto a bed, pawed, nearly stripped and prevented from screaming for help, while Republicans were moved by Judge Kavanaugh, who bristled with red-faced outrage and grievance at what he called an orchestrated campaign to destroy his life.
By Thursday night, only a few of the 100 who will decide Judge Kavanaugh’s fate remained undecided, searching for answers where none were readily available. “There is doubt,” said Senator Jeff Flake, Republican of Arizona. “We’ll never move beyond that. And just have a little humility on that front.”
It was surely the most explosive and surreal confirmation hearing since Clarence Thomas and Anita F. Hill in 1991. A nominee for the Supreme Court was asked if he was “a gang rapist” and a blackout drunk, while defending himself by describing how long he preserved his virginity. His accuser described him “grinding into me,” covering her mouth and fearing that he “was accidentally going to kill me.”




CORONEL DA PM DO SERGIPE RESPONDE A BOLSONARO E GENERAL MOURÃO.



“O CIDADÃO DE BEM e a BALA PERDIDA”

Armar o cidadão de bem, como resposta à violência, é o argumento mais falacioso, mais inescrupuloso, que já ouvi a respeito do assunto. No ano passado, o Brasil registrou 59.103 mortes por crimes violentos letais e intencionais (CVLI).  Na guerra da Síria, de 2017 a maio deste ano, portanto cinco meses a mais, morreram 43 mil pessoas. Estamos em guerra, estamos em guerra!

Daí, uma mente iluminada propõe como solução: mudar a legislação para armar o “cidadão de bem”. A primeira pergunta: quem é o cidadão de bem? Quem decide, ou escolhe, ou elege o “cidadão de bem”? Obviamente, interesses políticos e comerciais norteiam o engodo de que armar as pessoas diminuirá o número de mortes.

Quantos policiais têm perdido suas armas e, muitas vezes, suas vidas, pela ação de marginais? Ora, somente sendo muito estúpido para acreditar que o “cidadão de bem” estará preparado para esse enfrentamento. Armas matam, então, quanto mais armas mais mortes.

O discurso em defesa da “tese” é de que haverá treinamento, teste psicológico, para que as pessoas estejam aptas a andar armadas. Ora, se treinamento e teste psicológico garantissem o uso correto das armas, não teríamos policiais mortos e policiais presos, como temos. Por falar em Policiais - uma categoria tão abandonada, tão desvalorizada, na qual deságuam os problemas que o poder público não deu solução, como se ela pudesse solucionar - vai ter seu trabalho multiplicado e dificultado. Além de mais gente armada, para fiscalizar, terá que possuir uma bola de cristal para distinguir, em segundos, o infrator do “cidadão de bem”. E, não se enganem, se errarem e confrontarem o “cidadão de bem”, adivinhem para que lado a “corda” vai arrebentar...

Arma é para a Polícia! Para os cidadãos, uma polícia bem formada, bem paga, bem fiscalizada para protegê-lo. QUANTO MENOS ARMA, MENOS VIOLÊNCIA!

O aspecto decisivo nesses embates cotidianos, envolvendo armas de fogo, é o fator surpresa. Esse é determinante! O infrator sempre busca o “alvo” mais fácil, distraído. Isso significa dizer que o “cidadão de bem” tem que estar atento o tempo todo, sem direito à distração, à diversão e à descontração. Assim é o dia-a-dia de um policial, nas ruas. Por mais treinado que seja o profissional, isso gera tensão. Tensão essa, que pode levar a falhas, como o caso do policial que, recentemente, matou um trabalhador, porque confundiu um guarda-chuva com um fuzil. Imaginem o grau de estresse de um Policial, mal pago, morando em locais dominados pelo crime, não podendo sair de casa fardado, deixando sua mulher e filhos à mercê da sorte. Não! Não aumentem seus problemas. Os erros com armas de fogo, não são os mesmos cometidos nas provas de matemática, os erros com armas de fogo são fatais.

O outro discurso: “Vejam, não defendemos o porte de arma e sim, a posse, que é o direito de ter uma arma dentro de casa, não podendo transportá-la”. Muito bem, agora é diferente! Afinal, uma das qualidades do nosso povo é o cumprimento das leis. Comparemos, com uma arma legalizada e também letal, os veículos automotivos: quarenta e sete mil mortes por ano e quatrocentas mil pessoas com algum tipo de seqüela. Ops! Ultrapassamos a Síria, mais uma vez. Vivemos duas guerras! Alguém acredita, que pessoas que dirigem sem habilitação, com licenciamento vencido, embriagadas, vão deixar suas armas em casa, por não possuírem porte? Isso sem falar nos acidentes domésticos, na maioria das vezes, envolvendo crianças.

Hoje, o reduto de paz e segurança do “cidadão de bem”, são os condomínios fechados, murados, com vigilância eletrônica. Imaginemos cada casa com pelo menos uma arma. Lembremos da impaciência com som alto, animais soltos, veículos mal estacionados, que geram os pequenos conflitos nos espaços comuns. Juntemos à bebida do fim de semana e a alguns temperamentos mais violentos. Hum! Perigo à vista.

Daí, o cotidiano das favelas, que se tornou o trivial, o banal - uma mãe negra, com seu filho morto por bala perdida, nos braços (para alguns, menos um marginal no futuro) - transforma-se no extraordinário: a favela é um condomínio de luxo e a mãe, uma senhora de classe média alta. E o assassino? O “cidadão de bem”!

Que horror! Inacreditável! Que absurdo!

Pois é, “a felicidade não tem cor”, a tristeza, também não. Na tragédia, nos igualamos.

Então, cidadãos e cidadãs, refletir é de graça. Remediar tem preço. E, às vezes, não é possível remediar.

Armas matam! Bom senso, não!

Precisamos de menos armas, de menos mortes, de mais amor e tolerância!

VIVAM e DEIXEM VIVER!

Luís Fernando Silveira de Almeida – Coronel da Reserva da PM e Cidadão, apenas cidadão

Debate: Visibilizar los abusos y las agresiones

https://www.nytimes.com/es/2018/09/25/padma-lakshmi-violacion/?emc=edit_bn_20180927&nl=boletin&nlid=7931977520180927&te=1

Padma Lakshmi, la conductora y productora ejecutiva de Top Chef y embajadora de la Unión Americana de Libertades Civiles (ACLU), recientemente escribió un artículo
 en el que habla públicamente de la violación que sufrió hace 32 años. Si decidió alzar la voz ahora, dice, es para explicar las razones que llevan a que las mujeres no denuncien ni cuenten las agresiones sexuales que han sufrido durante años. Lakshmi se une así a otras estrellas como Salma HayekUma Thurman y Rose McGowan, entre muchas otras, que han divulgado los abusos y acosos a los que han sido sometidas.
En este trabajo explicamos algunas de las muchas —y erróneas— razones por las que no se les cree a las mujeres que denuncian alguna conducta sexual indebida. También reseñamos un exitoso programa mundial que busca detener las violaciones al empoderar a las jóvenes de diversos países.
La escritora peruana Gabriela Wiener se ha dedicado a investigar el caso del escritor Reynaldo Naranjo, cuyas hijas lo acusan de violación, y también ha escrito sobre la violación grupal de una chica de 18 años durante las fiestas de San Fermín de 2016. En este reportaje se explica el estancamiento judicial de las investigaciones sobre abusos sexuales en Perú, donde en el 85 por ciento de los casos, la víctima era esposa, novia o pareja actual o pasada del agresor.
“Alzo la voz ahora porque quiero que todos luchemos para que nuestras hijas nunca conozcan este miedo y vergüenza”, escribió Padma Lashkmi. La autora Jill Filipovic ofrece una recomendación para acompañar esta transformación cultural: dejar de criar solo “niñas buenas”.


El eslabón más débil en la guerra entre China y EEUU Marco A. Gandásegui h. Versión para impresión

https://www.alainet.org/es/articulo/195566
La reacción agresiva de EEUU contra Panamá, El Salvador y República Dominicana tiene que ver con la guerra comercial declarada por Washington contra China. Además, tiene que ver con el interés de la potencia norteamericana de desestabilizar los gobiernos latinoamericanos. El presidente Donald Trump aumentó unilateralmente los aranceles a productos chinos que entran al mercado norteamericano. Esta medida fue rechazada por China, los grandes industriales norteamericanos y el resto del mundo. El próximo año los consumidores norteamericanos sentirán la medida en sus bolsillos.

EEUU también alimenta un conflicto territorial con Pekín sobre el Mar del Sur de China. Desde la incursión inglesa en esa área de intenso comercio regional en el siglo XIX y el triunfo norteamericano en la II Guerra Mundial (1945) esas aguas le eran vedadas a los chinos. En el siglo XXI, Pekín quiere recuperar su soberanía sobre ese mar propio. Para sumar ofensivas, EEUU acaba de imponer sanciones a la empresa Equipment Development Department (EDD) -responsable de las armas y el equipo del Ejército chino - y a su director, Li Shangfu - por haber comprado armamento a la firma estatal (rusa) Rosoboronexport, la mayor exportadora de armamento, que anteriormente había sido sancionada por Washington.

Estos puntos constituyen el contexto en el cual EEUU da a conocer su amenazante comunicado que genera preocupación en la región latinoamericana.

EEUU acusa a “los países en la región” de buscar “relaciones con socios desconocidos”, que usan “métodos (que) carecen de un record positivo” y tienen una “tendencia perturbadora”. El comunicado de Washington agrega que “muchas de estas transacciones carecen de transparencia”. A pesar de la ambigüedad y falta de transparencia del comunicado, queda claro que EEUU pretende crear zozobra en la región por sus relaciones con China.

EEUU se arroga el derecho de “prevenir y combatir la corrupción” en América Latina. Las acciones que pueda tomar Washington “es esencial para tener democracias fuertes y funcionales en todo el continente americano”. El comunicado fue emitido por la embajada de EEUU en El Salvador. Por alguna razón que desconozco no se emitió por el Departamento de Estado en Washington. Sin embargo, es una clara adenda a la Doctrina Monroe promulgada hace 200 años.

En su estrategia intervencionista, EEUU hace énfasis en el ‘combate a la corrupción’. No es casualidad que logró enjuiciar a Lula en Brasil por acusaciones infundadas de corrupción. Igual está haciendo con gobernantes antiguos en Argentina y Ecuador. Pretende hacer lo mismo con los presidentes en funciones de Bolivia, Nicaragua y Venezuela. Todos en su momento han cuestionado las políticas arbitrarias de EEUU. La respuesta ha sido rápida y contundente por parte de Washington.

Es un mensaje claro a los partidos políticos gobernantes de los tres países del área centroamericana y del Caribe. Especialmente el FMLN que ha mantenido un equilibrio muy difícil entre sus políticas sociales y sus relaciones con EEUU durante dos períodos. Con una clara mayoría electoral en El Salvador, el exejército guerrillero tiene las manos atadas por Washington. La conexión china puede darle a los intereses más retrógrados en EEUU la oportunidad para iniciar una campaña desestabilizadora similar a la promovida en Nicaragua.

En el caso de Panamá, el presidente Varela respondió que la decisión de Trump de llamar a consultas a los diplomáticos "son temas internos del Gobierno de EEUU" y que Panamá respeta y aseguró que la relación con China va a traer muchos beneficios al istmo y en nada va a afectar la relación con un socio estratégico. Varela le recuerda al gobierno norteamericano que las relaciones con China no pretenden desconocer la relación especial que Panamá tiene con EEUU.

El problema de fondo que explica la ‘guerra comercial’ y la diplomacia agresiva de Washington hay que buscarlo dentro de EEUU. El estancamiento económico ha generado problemas políticos internos que se traducen en fenómenos –incomprensibles para muchos- como Trump. Las protestas sociales con ribetes clasistas y racistas aparecen cada vez con más fuerza. Estos fenómenos se traducen en una crisis de hegemonía del establishment que perdió la Casa Blanca y quiere evitar el colapso de su proyecto de “globalización”.

China forma parte del proyecto de “globalización” del establishment. Es el motor de la economía capitalista mundial que es aceitada por quienes controlan las finanzas a escala global. Trump representa, en cambio, al sector del capital norteamericano que quiere concentrar la industria en EEUU y habla de “hacer América grande otra vez”. Para el inquilino de la Casa Blanca el enemigo es China. En cambio, el amigo es Rusia.

En este juego geopolítico fueron atrapados los eslabones más débiles de América Latina: Panamá, República Dominicana y El Salvador.

27 de septiembre de 2018.

- Marco A. Gandásegui, hijo, profesor de Sociología de la Universidad de Panamá e investigador asociado del Centro de Estudios Latinoamericanos Justo Arosemena (CELA)

https://www.alainet.org/es/articulo/195566

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HAS THE MOVEMENT AGAINST SEXUAL HARASSMENT GONE TOO FAR?

https://www.ozy.com/opinion/has-the-movement-against-sexual-harassment-gone-too-far/83191?utm_source=dd&utm_medium=email&utm_campaign=09262018&variable=93aae464835b2f97b8a3cb407a44845e

The backlash has begun. In France this week, a group of 100 women, including actress Catherine Deneuve, denounced the #MeToo movement as restricting men’s sexual freedom and propagating a “hatred” of both men and sex. Meanwhile, some have noted that, without a jury trial or proof of myriad allegations against him, Kevin Spacey has been fired and in fact erased from Ridley Scott’s All the Money in the World, kicked off his Netflix hit House of Cards and snubbed by the SAG Awards.
Scott’s extreme reshoots (now the source of a Screen Actors Guild investigation after it became clear that Mark Wahlberg was paid significantly more than his female costar Michelle Williams) replace Spacey entirely with a different actor. And while that’s not possible with the whole of Spacey’s oeuvre, the question remains: When dozens of men are losing their careers over #MeToo, how do we approach their past work? Is it inappropriate to continue showing films like The Usual Suspects as classics given the revelations about their stars? And, conversely, can and should we really be dismissing these men — be they politicians, journalists, businesspeople or actors — none of whom have been convicted by a jury of their peers (though Spacey is being investigated by London police over assault allegations)?

26 septiembre, 2018

América Resiste #157- Radio La Retaguardia- 24-09-2018

América Resiste #157- Radio La Retaguardia- 24/09/2018  

EDITORIAL: La Caída- El régimen macrista se auto destruye

Audios: La Garganta Poderosa-Condena Prefectos torturadores
Norita Cortiñas-Pablo Pimentel-Importancia de la condena prefectos-
Paraguay- Libre Ruben Villalba- Masacre de Curuguaty
Hospital Posadas- Resisten despidos
Argentinos cobardes- Coya boliviana-
Secta Judicial- Patria Grande traicionada-
Macri en tres- Semana 145

En estudio: Nazareno Roviello- Economista Popular- Como nos enroscan la vibora-

Música:
Camilo Torres- Victor Jara// Bio bio Pewma-Resiste// Desalambrá-Cumbiaton// Canción del Elegido- Silvio Rodriguez// Pienso-Molotov-Ana Tijoux// No te alejes tanto de mi- Luis Alberto Spinetta// Va a caer- Rebel Diaz-Ana Tijoux// Elephant-Tame Impala-

El “magnate” que intentaría sacar a Trump de la Casa Blanca-

https://laopinion.com/2018/09/17/el-magnate-que-intentaria-sacar-a-trump-de-la-casa-blanca/?utm_source=La+Opini%C3%B3n+-+Noticias+M%C3%A1s+Populares&utm_medium=email&utm_campaign=La%20Opinion%20-%20Noticias%20Editorial%20(Morning)&recip_id=49784
Todo parece estar dado para un cara a cara entre dos fuertes magnates en las próximas elecciones presidenciales en 2020.
El empresario Michael Bloomberg, exalcalde republicano e independiente de Nueva York, se inclina por ser contendiente electoral del actual mandatario de Estados Unidos, Donald Trump, por el Partido Demócrata, según publica hoy The New York Times.
En una entrevista al diario, Bloomberg considera “imposible de concebir” una candidatura republicana por su parte para los comicios de 2020, a la vez que mantiene diferencias con el partido político progresista en temas clave como las regulaciones bancarias o el movimiento Me Too.
“No quiere decir que esté con el Partido Demócrata en todo, pero no veo cómo podrías, posiblemente, presentarte como republicano. Así que, si te presentaras, sí, tendrías que presenarte como demócrata”, dijo el millonario de 76 años, expresándose en segunda persona sobre sí mismo.
Bloomberg apoyó la candidatura demócrata de Hillay Clinton a la Casa Blanca y ha invertido 80 millones de dólares para revertir el control republicano de la Cámara de Representantes en las próximas elecciones de medio término, que se celebran en noviembre de este año.
Según señala el diario, el también filántropo arremetió recientemente contra el Partido Republicano por temas como el control de las armas o el cambio climático, y a través de un grupo político que controla, va atacar a los candidatos conservadores de tres distritos republicanos del sur de California.
Bloomberg está, según aseguran sus asesores al Times, dando pasos para tantear sus opciones en las elecciones de 2020, aunque él mismo reveló que no se ha impuesto una fecha límite: “Estoy trabajando en las elecciones del 6 de noviembre y, después de eso, ya le echaré un vistazo”.
Aunque hay temas que le acercan a los demócratas, Bloomberg, no obstante, se aleja en otros, especialmente los económicos, en los que critica la actitud del partido hacia los “grandes negocios” si bien acepta cierta regulación financiera.
Asimismo, expresó dudas sobre las acusaciones de abuso sexual que han emanado del movimiento Me Too y apuntó que solo la justicia puede determinar su veracidad, remitiéndose al caso del presentador Charlie Rose, sobre quien dijo que “nunca vieron nada y no tienen registros”, habiéndolo comprobado “cuidadosamente”.
Sobre el presentador, que grababa uno de sus programas, para la cadena PBS, en las oficinas de Bloomberg, sostuvo que se debe mantener la presunción de inocencia, aunque admitió que la industria de los medios es culpable de no “plantarse” antes frente a conductas sexuales inapropiadas.

Diez herramientas para periodistas de investigación- IJNET

https://ijnet.org/es/blog/diez-herramientas-para-periodistas-de-investigaci%C3%B3n?utm_source=This+week+in+IJNet+-+Spanish&utm_campaign=f7d57098df-EMAIL_CAMPAIGN_2018_09_18_10_08&utm_medium=email&utm_term=0_2dbcc1ac9d-f7d57098df-15248709

Samantha Sunne | 18/09/18
Hay quien dice que las investigaciones periodísticas no son otra cosa que historias regulares con mucha más mano de obra. Los periodistas de investigación pasan cantidades ingentes de tiempo revisando documentos, verificando fuentes y analizando datos –si es que los consiguen. Como periodista de investigación con un montón de historias que quiero cubrir, estas son las herramientas que utilizo para mantenerme al día con las fuentes, las tramas y las pistas.
Veamos 10 nuevos recursos para desenterrar, acelerar y hacer un seguimiento de tus investigaciones.
Hunter.io
Rastrear la información de contacto de las personas es una gran parte del trabajo y Hunter.io es un recurso ingenioso. Detecta direcciones de correo electrónico en un determinado dominio, como una agencia del gobierno, por ejemplo. Incluso si no aparece el correo electrónico que estás buscando, Hunter te dará su mejor estimación de la fórmula que usan ("{nombre} {apellido}@empresa.com", por ejemplo). Luego puedes chequear su verificador de emails para asegurarte de que no haya rebotado. Tengo la extensión de Chrome instalada, que agrega el botón "Buscar su correo electrónico" a los perfiles de LinkedIn.
IntelTechniques
Todos hemos espiado a alguien en Facebook alguna vez. IntelTechniques ofrece un solo sitio para buscar entre decenas de redes sociales y plataformas web. Puedes usarlo para averiguar antecedentes de una fuente, rastrear a alguien o incluso profundizar en su vida online. Las herramientas de Facebook, por ejemplo, te mostrarán todas las fotos que le gustaron a un usuario de esa red, o los videos en los que ha sido etiquetado.
InVID
La búsqueda de imágenes y videos en la web es un trabajo artesanal que todavía se encuentra en desarrollo. Los videos son, de hecho, más difíciles de verificar que las imágenes estáticas. Creada por un consorcio de periodistas y diseñadores de productos en Europa, la extensión de navegador InVID es una de las herramientas más sofisticadas hasta el momento. Extrae miniaturas, marcos, metadatos y otra información que puede ayudarte a determinar el origen de un video. Lo malo: solo puede manejar videos de YouTube y Facebook. Pronto lanzará una aplicación de escritorio.


Putin comenta el derribo del Il-20 ruso en Siria- Sputnik


https://mundo.sputniknews.com/rusia/201809181082070193-quien-derribo-avion-ruso-en-siria/?utm_source=mundo_newsletter_links&utm_medium=email

MOSCÚ (Sputnik) — El presidente ruso, Vladímir Putin, atribuyó el derribo del avión ruso Il-20 en Siria a una serie de casualidades trágicas.

Explicó que en aquel momento "el caza turco derribó deliberadamente nuestro avión", sin embargo, esta vez se "parece más a una serie de casualidades trágicas", porque ningún "avión israelí derribó al nuestro deliberadamente".
"Cuando mueren personas, especialmente en condiciones tan trágicas como esta, siempre es una tragedia, para todos nosotros, para el país y para los parientes de nuestros compañeros fallecidos; en relación con ello, expreso mis condolencias a los familiares de los fallecidos", dijo el líder ruso.
Putin destacó la importancia de investigar lo sucedido.
El Ministerio de Defensa de Rusia informó que en la noche del 17 de septiembre se perdió la comunicación con un avión Il-20 ruso que regresaba a la base aérea de Hmeymim, en la provincia siria de Latakia (oeste).
El Ministerio afirmó además que en ese mismo momento cuatro cazas israelíes F-16 atacaban blancos sirios en Latakia, mientras que la fragata francesa Auvergne lanzaba misileshacia Siria.
Según la autoridad castrense rusa, Israel utilizó al Il-20 como un escudo y lo expuso a un ataque de misil sirio, que se saldó con la muerte de 15 militares rusos.
Por su parte, el Ejército de Israel lamentó el derribo del IL-20 ruso en Siria y subrayó que la responsabilidad del derribo del avión ruso recae solo en Damasco.
Además responsabilizó a Irán y el movimiento chií libanés Hizbulá de lo ocurrido.



18 septiembre, 2018

América Resiste #156- La Retaguardia Radio- 17-09-2018

América Resiste #156- La Retaguardia Radio- 17/09/2018-  

Audios:
Editorial- Macri perverso-

Si me vuelvo loco hago mucho daño- Macri
El miedo- Jose Luis Sampedro
Masacre de Curuguaty- Paraguay- Campesinos Libres- Rubén Villalba sale de Tacumbú
El discurso que sello la suerte de Salvador Allende- ONU 1972

En estudio Nicolas Rosales- Periodista: Romper el blindaje comunicacional

En estudio Nazareno Roviello- Economista: Nos mienten

Música: Bio bio Pewma-Resiste// Desalambrá-Cumbiaton// Illapú- Nuestro Mensaje// Molotov-Anita Tijoux-Pienso// Esa te la debo-Nunca fui muy bueno FMI// Rebel Diaz-Ana Tijoux-Va a Caer// Yamandu-Tabare- Soy los pasos// Hideway-Jhon Mayall- Eric Clapton//

Rusia acusa a Israel de haber expuesto su Il-20 a un ataque de la defensa antiaérea siria

https://mundo.sputniknews.com/orientemedio/201809181082057728-quien-derribo-avion-ruso-il-20-en-siria/
MOSCÚ (Sputnik) — El Ministerio de Defensa ruso acusó a Israel de haber expuesto su avión Il-20 con 15 militares a bordo a un ataque de la defensa antiaérea de Siria.
El avión, que estaba regresando a la base aérea rusa en Hmeymim, desapareció de los radares hacia las 20.00 GMT del lunes 17 de septiembre, justamente cuando cuatro aviones F-16 de la Fuerza Aérea israelí lanzaron un ataque contra objetivos sirios en la provincia de Latakia.
"Escudándose tras el avión ruso, los pilotos israelíes lo han expuesto al fuego de la defensa antiaérea de Siria", declaró el portavoz del ente, Ígor Konashénkov.
El Il-20, según él, fue derribado por un misil del sistema S-200 de la defensa antiaérea de Siria.
Konashénkov afirmó que "los aviones israelíes crearon deliberadamente una situación peligrosa para aeronaves y buques de superficie que se encontraban en esa zona".
El representante de Defensa añadió que "una actuación irresponsable de militares israelíes derivó en la muerte de 15 efectivos rusos, lo que no responde en absoluto al espíritu de cooperación entre Rusia e Israel".
En estos momentos continúa la operación de búsqueda y rescate en la zona del siniestro.
Los buques de la Armada rusa recuperaron los cuerpos de los militares del avión de reconocimiento Il-20 derribado el lunes en Siria, informó el Ministerio de Defensa del país europeo.
"Los restos mortales de la tripulación y fragmentos del avión fueron subidos a los buques", indicó la institución en un comunicado.
En la operación de búsqueda participan ocho embarcaciones de la Armada.
El Ministerio de Defensa ruso definió la zona en el mar en la que cayó la aeronave.
"Se ha establecido el lugar en el que cayó el avión, unos 27 kilómetros al oeste de la localidad de Baniyas (gobernación de Latakia)", puntualizó.
Asimismo, el portavoz castrense, Ígor Konashénkov, agregó que el Ministerio de Defensa ruso calificó de hostiles las acciones provocativas de Israel en Siria.
"Evaluamos estas acciones provocativas de Israel como hostiles", dijo.
El Ministerio de Defensa de Rusia avisó a Israel que responderá a sus actos hostiles en Siria.
"Nos reservamos el derecho a responder apropiadamente", dijo el portavoz castrense.
Konashénkov señaló que los israelíes no avisaron con antelación sobre su operación al mando del contingente ruso.
"Los israelíes lo notificaron por la línea directa a menos de un minuto de empezar su ataque, lo que no dio tiempo para retirar al avión ruso a una zona segura", subrayó.
Las autoridades políticas y militares de Israel hasta el momento guardan mutismo sobre el incidente.
"Hasta ahora no tenemos ninguna reacción", dijo a Sputnik la portavoz del primer ministro israelí, Anna Jonathan-Leus.

Columna anónima sobre Trump en el NYT habría sido escrita por alguien de su propia familia

https://laopinion.com/2018/09/14/columna-anonima-sobre-trump-en-el-nyt-habria-sido-escrita-por-alguien-de-su-propia-familia/?utm_source=La+Opini%C3%B3n+-+Noticias+M%C3%A1s+Populares&utm_medium=email&utm_campaign=La%20Opinion%20-%20Noticias%20Mas%20Populares&recip_id=49784
Jared Kushner, yerno de Trump habría sido el autor según la comentarista conservadora Ann Coulter

En medio de la intensa investigación que hace Donald Trump en los corredores de la Casa Blanca para descubrir quien lo “traicionó” al escribir la columna de opinión anónima en el New York Times, se arrojan nuevas pistas sobre quien podría estar detrás de todo esto.
La comentarista conservadora Ann Coulter dijo que el yerno del presidente Trump , Jared Kushner sería el autor de la publicación anónima, la cual de cuenta de una “resistencia interna” para evitar las malas decisiones políticas de Trump.
“Porque él e Ivanka van a tener que regresar al Upper East Side e ir a Hamptons”, explicó Coulter en una entrevista con el Daily Beast.
“Probablemente estén preocupados de que Trump sea eliminado en los próximos años”, dijo Coulter. “Acababan de ir al [Sen. John] McCain funeral, y [el artículo de opinión] fue justo después del Día del Trabajo, por lo que probablemente se sentían melancólicos por los Hamptons. Y la única forma en que pueden regresar es si pueden decir: ‘No se preocupen, somos nosotros quienes detuvimos el muro’ “.
“No quiero atacar a Jared en particular, pero, bueno, fue él que motivó el despido de Jim Comey,  luego apoyar a Luther Strange. Cortar los impuestos para congraciarse con Mith McConnel, hasta en la contratación de Anthony Scaramucci: ¡ es fantástico, Pops!’ “, Agregó Coulter.