https://www.democracynow.org/2019/12/31/us_hate_crimes_gun_violence?utm_source=Democracy+Now%21&utm_campaign=1293a79ed8-Daily_Digest_COPY_01&utm_medium=email&utm_term=0_fa2346a853-1293a79ed8-190254837
Federal prosecutors have filed hate crime charges against the man accused of stabbing five Jewish worshipers with a machete during a Hanukkah celebration at a rabbi’s home in a heavily ultra-Orthodox New York suburb of Monsey. They say the suspect, Grafton Thomas, kept journals that had references to Adolf Hitler, “Nazi culture” and a drawing of a swastika, and his cellphone showed multiple online searches for “Why did Hitler hate the Jews.” His family and lawyers say he is mentally ill. New York Governor Andrew Cuomo has called the attack “domestic terrorism,” and several Jewish elected officials in New York have asked him to declare a state of emergency and to deploy the National Guard to “visibly patrol and protect” Orthodox Jewish neighborhoods. It was New York’s 13th anti-Semitic incident in three weeks and comes after a shooting at a kosher supermarket in Jersey City in which two assailants killed three people before police shot them dead after an hours-long shootout. A new Associated Press database counts more mass killings in 2019 than any year dating back to at least the 1970s. We speak with Audrey Sasson, executive director of Jews for Racial and Economic Justice, and Alex Yablon, a reporter who covers guns, extremism and mass shootings.
Noticias- Denuncias- Reporte desde el lugar de los hechos- Periodismo Social, Libre, Militante No somos neutrales, estamos junto a los vulnerables, que Luchan contra los Abusos y se niegan a ser esclavos.
10 enero, 2020
É preciso frear Bolsonaro- The Intercept BR-
Durante todo o ano, o Intercept publicou reportagens que expõem um absurdo atrás do outro: juízes que vendem sentenças; os planos alucinados dos militares para destruir a Amazônia; graves caso de violência de gênero; a brutalidade da indústria dos agrotóxicos; a devastadora política ambiental bolsonarista liderada por Ricardo “Yale” Salles; o poder das milícias; a conivência de Google, YouTube e Facebook com a propagação de discursos de ódio; e, sobretudo, os abusos e ilegalidades da operação Lava Jato.
Quase sempre contamos histórias duras e desanimadoras. Mas há uma luz no fim desse túnel: nosso trabalho tem resultado. Às vezes acontece a reversão de uma política, como no caso das terras indígenas que a Funai ia transformar em hotel de luxo. Às vezes conseguimos a renúncia de quem não devia ocupar certos cargos, como no caso da promotora que investigava o caso Marielle. Em outros casos, corruptos precisam devolver dinheiro, como aconteceu com Raíssa Tavolaro (a advogada e esposa do atual presidente do CNN Brasil). Acontece também de pessoas injustiçadas serem inocentadas, como ocorreu com os brigadistas de Alter do Chão.
Bolsonaro e sua trupe estão pilotando uma escavadeira para demolir o Brasil. Nosso trabalho é ser o freio.
São muitas as histórias que contamos em 2019 e que deram algum resultado. Vou focar em quatro delas, bem diferentes, todas muito fortes.
Em fevereiro, publicamos uma reportagem contando como a Fiat espionou funcionários brasileiros e colaborou com o sistema de repressão do governo militar em troca de informações sobre o movimento sindical. Meses depois, o MPF de Minas decidiu abrir uma investigação sobre os crimes da Fiat no Brasil e eles tiveram que se explicar.
Outro caso emblemático para a gente é a história do professor Pedro Mara. Ele estava na lista das pessoas pesquisadas por Ronnie Lessa, o PM acusado de assassinar Marielle Franco e Anderson Gomes. Diante das ameaças, Pedro buscou apoio na Comissão de Direitos Humanos da Alerj, e na OAB. Apesar do apoio desses órgãos, o professor passou a enfrentar um processo de exoneração por ter faltado duas semanas de aula na qual cumpria um protocolo de segurança. Correndo sério risco de vida, ficou afastado da escola e sem salário. Nós o convidamos para compartilhar sua história e, depois da repercussão, ele foi recontratado, e o processo foi extinto.
Fizemos muita coisa neste ano, mas você sabe que nada tão forte quanto a Vaza Jato. Este é o maior impacto do nosso trabalho em 2019: nossas revelações provaram que a narrativa de rigor e boas intenções da operação Lava Jato foi apenas papo para a imprensa. Expusemos o conluio entre procuradores e magistrado, as negociatas espúrias, o absoluto desrespeito às instituições e omissão das instâncias de controle. Estas instituições, que muitas vezes contribuíram com a enganação do público, até agora fizeram muito pouco diante das revelações. Ainda assim, nosso trabalho foi fundamental para uma transformação profunda no entendimento público de quem de fato são personagens como Dallagnol e Moro. O jogo mudou.
No Peru, nosso vizinho, as denúncias sobre a Lava Jato local surtiram um efeito imediato. Após nossas revelações exclusivas, o Ministério Público peruano abriu uma investigação para apurar os fatos. Impacto internacional você também encontra no TIB (por isso publicamos nossas melhores matérias em inglês)!
Tudo isso só foi possível graças aos nossos leitores. Investigações foram abertas, indígenas tiveram suas terras protegidas, pessoas reagiram a injustiças, revertemos prisões e expusemos os desmandos da Lava Jato.
07 enero, 2020
América Resiste #208-La Retaguardia Radio-06-01-2020
América Resiste #208- La Retaguardia Radio - 06/01/2020
Editorial: Planeta Guerra-EEUU/IRAN-Asesinan Gral. Qasem Soleimani-
Audios:
Sedición: De Angelis-Guardianes de la Tierra-
Pensar: Como si fuéramos Inmortales-Mario Benedetti
Bolivia: Masacre en vivo- Periodista No filme!!!
En estudio: Fernando Tebele- La Retaguardia-Periodismo de investigación, Hallan casa quinta de la ESMA-DDHH
Música:
If I Can Dream-Elvis Presley-Homenaje a Martin Luther King// Angel en bicicleta-Leon Gieco// Manifiesto-Leon Gieco y otres(Victor Jara)// Nuestro mensaje-Illapu// Orgullo Indio-Daniel De Vita// Héroes de la Primera Linea// Jhon William Cooke-Los Chiques//
Noticias- Denuncias- Reporte desde el lugar de los hechos- Periodismo Social, Libre, Militante No somos neutrales, estamos junto a los vulnerables, que Luchan contra los Abusos y se niegan a ser esclavos.
América Resiste!!!- LUNES 18:00 A 20:00/ Jueves 13 a 15/ Sábado 22 a 24-
04 enero, 2020
Sobrevivientes de la ESMA identifican otra casa del genocidio
http://www.laretaguardia.com.ar/2020/01/ESMA-otra-casa.html
Tres de las pocas personas que consiguieron salir con vida de la ESMA fueron junto a La Retaguardia a una casa de Gral. Pacheco. La identificaron como el lugar al que los genocidas llevaron a un grupo de prisioneros “a pasar el día”. Carlos Lordkipanidse, Blanca García de Firpo y Liliana Pellegrino aseguran que la casa de Lugones 3649 es la última de las quintas del circuito de sucursales de la ESMA que faltaba ubicar. El rol de la investigadora Marisa González y el del escribano de la memoria, Víctor Basterra. Lordkipanidse anunciará los pasos a seguir este jueves, a las 15:30 horas, en la Ronda de las Madres de Plaza de Mayo Línea Fundadora. (Por La Retaguardia)
📝 Texto 👉 Fernando Tebele
🔎 Investigación periodística 👉 Fernando Tebele 👉 María Eugenia Otero
📷 Fotos 👉 Natalia Bernades
☝ Foto de Portada 👉 La imagen de la casa y de la pileta. A la izquierda de la palmera, el árbol señalado por Pellegrino.
03 enero, 2020
Caminando sobre papel de arroz- Argentina-
Caminando sobre papel de arroz
“No
te rindas. La ergástula es oscura,
la
firme trama es de incesante hierro,
pero
en algún recodo de tu encierro
puede
haber un descuido, una hendidura.
El
camino es fatal como la flecha”
(párrafo-Jorge
Luis Borges-I King)
Tiempos
de apreturas, acechos, augurios de oscuridad y males, la realidad de
Nuestra Patria enfrenta un horizonte de desafíos. Sin descanso, ni
reposo, nos vemos obligados a seguir marchando, no hay espacio para
restañar heridas, deberán sanar en el camino. Mantener el alerta y
la Voluntad activa, como siempre, desde el fondo del alma la
Resistencia es fuente inagotable de energía.
El
enemigo astuto, dejo trampas y saboteo a conciencia cualquier
posibilidad de alivio en el corto plazo. Sus medios de agitación
sediciosa, bombardean con cadencia demoledora, las precoces medidas
de “emergencia”, que desde antes de asumir el mandato, intenta el
gobierno que asumió el 10 de Diciembre. La inseminación de odio,
la propagación de escepticismo agobiante, con el mismo resultado que
obtuvieron durante el ciclo totalitario. El objetivo es desalentar
cualquier alternativa de Resistencia, de sobrevivencia.
Resistir
a que?. Al exterminio, parece exagerado pero no lo es. Exterminar
conceptos, como el de solidaridad, unidad, organización de los de
abajo. La guerra que nos han declarado, utilizando todos los medios
con que cuenta el Poder Real, no tuvo éxito y eso los enfurece, no
debemos esperar ni consideración ni misericordia de parte de
“ellxs”, no debemos contar más que con las fuerzas propias. A
las dificultades económicas y financieras, se suman las amenazas de
acciones directas: no liquidar exportaciones, cortes de rutas,
injerencia de EEUU condicionando la política y Justicia de nuestro
país, movilizaciones de protesta, contra las medidas que tomo el régimen totalitario, achacandoselas al nuevo gobierno. Sumemos la
amenaza, de intervención de agitadores, mercenarios extranjeros con
capacidad de sabotear, y provocar atentados conmocionantes a las
ordenes de la Comandante Malbec.
Tenemos
Memoria de Resistencias, ejemplos de valentía y coraje a la hora de
enfrentar al enemigo. La batalla hoy, es de otra índole, múltiple y
diversa. En todos los frentes hay ataques, y no en todos los frentes
estamos listos, o tenemos quienes pongan cara a las maniobras. El
enemigo, viene de gobernar y cuenta con medios ilimitados para hacer
daño, los compromisos contraídos con parte del gobierno
norteamericano, los obligan a luchar para cumplir lo prometido; que
nunca más volvería el “populismo de izquierda” a la Argentina.
Para esto fue que Trump, golpeo la mesa del FMI, obligando a que sean
girados miles de millones de dolares, a cuenta y orden de Mauricio
Macri, ante la negativa formal del directorio del FMI, opuso la
fuerza de veto, que le proporciona a EEUU ser el mayor socio
aportante del fondo. Para completar el panorama, la contumaz y
espuria ex directora Christine Lagarde, se disculpa, por los “daños
colaterales” que provoco a la Argentina, en pobreza, indigencia e
inflación, bajo el sencillo argumento; “...algo salio mal”.
Suponer,
que darán marcha atrás o cesaran en sus intentos, es impensable, al
contrario es de esperar que aumente la presión y el hostigamiento.
Argentina
intenta ponerse de pie, el gobierno encabezado por Alberto Fernandez
y Cristina Fernandez de Kirchner, cuenta con experiencia de gobierno,
un conocimiento profundo de la estructura del estado, cuadros técnicos y políticos, que están ocupando los estamentos, no solo de
dirección política, sino también de gestión burocrática. Este dato
no es menor, conseguir que las políticas públicas, lleguen a
concretarse luego de atravesar el laberinto burocrático, es de vital
importancia.
Mirando
hacia atrás en la historia, podemos decir que es la primera vez que
una coalición de base peronista, cuenta con cuadros técnicos propios, que significa, que no solo se contara con la expertiz sino
con el contenido político de las medidas a implementar. Es
fundamental, que la “idea” se concrete, el recorrido entre el
enunciado y la “realidad”, está vez no será tergiversado.
Pequeños saltamontes
Pequeños saltamontes
Existió una serie televisiva; “Kun Fu”, quienes tenemos varias décadas acumuladas, fijamos en la memoria frases de esa serie: “pequeño saltamontes”, llamaba el Sensei a su alumno. La prueba final,
constaba de dos actos sobrehumanos, uno; levantar con los antebrazos
un caldero al rojo vivo, soportando durante minutos el dolor
insoportable. La otra, el final del aprendizaje, el alumno debía combinar tres disciplinas, caminar sobre una alfombra de papel de
arroz, la sutil superficie debía transitarse sin romperla, hacer
movimientos y saltos de combate, llegar al final de camino exigía
combinar concentración, sutileza, y fuerza animal. Nuestros
“pequeñxs saltamontes”, son Alberto y Cristina, millones
seguimos expectantes su éxito, que será el triunfo de la Esperanza,
la Voluntad y un convencimiento cerril, de que no hay vuelta atrás.
Mientras
tanto..., quienes somos, fuimos y seremos “Primera Linea”,
tenemos otra vez la oportunidad de combatir, los mayores, los
adultos, lxs jóvenes, unidos en una amalgama intergeneracional,
comprometemos ser el blindaje que impida el exterminio. No es un
argumento dramático, sabemos que los “bárbaros” impondrán su
frustración, sus herramientas; la destrucción, la violencia, el
sabotaje, la inseminación de agobio y desesperanza, con el solo
objeto de “volver”, para concluir su mandato de devastar
cualquier posibilidad de recuperar cuotas de Dignidad. Todxs y cada
unx, tenemos en nuestra mochila el bastón de Mariscal, nadie nos lo
ha regalado, no es una dádiva, el propio General Peron, nos hizo
tomar conciencia, de que el Poder reside en nosotrxs. No somos
espectadores, somos quienes llevamos en nuestras espaldas, el
empoderamiento de nuestros propios destinos, como dijo el Presidente
Fernandez, si se desvía, ahí estaremos en la calle para hacer cumplir
el compromiso asumido, con lxs dirigentxs a la cabeza, o con la
cabeza de lxs dirigentxs.
Todavía no ganamos nada, vamos a custodiar al
Poder. Para que Nunca más vuelvan, quienes nos odian desde la
entrañas. Porque en estos cuatro años, los que han muerto física y
socialmente no volverán, la muerte por hambre, represión,
injusticia, no tiene vuelta atrás como no tiene vuelta atrás
nuestro odio de dientes apretados y carne sangrante. Cada garrotazo
policial, cada gatillo feliz, cada felicitación recibida por los
esbirros, tendrán una sola respuesta: Ni Olvido ni Perdón. Memoria,
Verdad y Justicia!!!
Angel
Fernandez Schejtman
03/01/2020
25 diciembre, 2019
América Resiste #207-La Retaguardia Radio- 23-12-2019
América Resiste #207- La Retaguardia Radio- 23/12/2019
Editorial: Cruzar el desfiladero
Audios:
La Izquierda apoya Terratenientes: Vilma Ripoll-Arenga 2008
Guardianes del "Campo" amenazan a la Democracia
Gendarmeria-Narco-Bullrich Patricia
Como si fuéramos Inmortales-Mario Benedetti
Cristina Kirchner-Transferencia millonaria a la Ciudad de Bs. As.
Bolivia-Tropas Civiles golpistas
Bolivia-Lider Plurinacional-Andronico Rodriguez
EEUU-Injerencia u ocupación-Cdo. Sur-Craig Faller-Jefe
EEUU-Pompeo ofrece terminar con la "revueltas"
Música:
Angel en bicicleta-Leon Gieco//Todos somos milicianos-Carlos Puebla// Despedida de los globos-Esa te la Debo// Ese Abrazo-Arbolito// Orgullo Indio-Daniel Devita// Lo solido se desvanece en el aire-Ana Tijuox// Samba da Utopia-Jonathan Silva// A Felicidade-Vinicius-Toquinho-Maria Creuza// Hay un violador en tu camino-Tesis// Uh que Dejá Vú-Zambayonny
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América Resiste!!!- LUNES 18:00 A 20:00/ Jueves 13 a 15/ Sábado 22 a 24-
La OTAN pretende convertirse en alianza atlántico-pacífica por Thierry Meyssan
Nada detiene al Pentágono. El proyecto de despliegue militar alrededor de China, mencionado en 2011 por Hillary Clinton, estaba oficialmente abandonado. Pero la OTAN acaba de adoptarlo en su cumbre de Londres. Ahora el proceso está en marcha y debería iniciarse con la incorporación de Australia, en 2026.
o único que la prensa internacional mencionó de la cumbre del 70º aniversario de la OTAN, realizada en Londres, fueron las peleas que la antecedieron y las risas burlonas que marcaron su desarrollo. Por supuesto, eso estaba lejos de ser lo importante [1].
En el momento de la creación de la OTAN, su secretario general, Lord Hastings Lionel Ismay, definió la función de la alianza atlántica como «mantener la Unión Soviética afuera, a los americanos dentro y a los alemanes abajo» (keep the Soviet Union out, the Americans in, and the Germans down) [2]. Como ese objetivo desapareció junto con la «patria del comunismo», se trató de presentar a Rusia como continuadora de la URSS. Después, se aceptó la idea de autorizar Alemania a disponer de su propia política. Finalmente, se planteó la extensión de la OTAN hacia el Pacífico para «contener» a China, lo cual acaba de confirmarse.
Los insultos entre los participantes durante la cumbre de Londres dan una mala imagen de la OTAN, pero corresponden al resurgimiento de la antigua rivalidad entre Francia y Alemania. Francia pretende convertirse en gran potencia, apoyándose simultáneamente en su bomba atómica y en el Estado supranacional europeo, mientras que Alemania no puede plantearse la posibilidad de convertirse en gran potencia sin el paraguas nuclear de la OTAN [3].
Esta situación se refleja en lo que pasa con Siria y con el Sahel.
Sobre Siria, Francia rechaza el ataque de Turquía contra los mercenarios kurdos del PKK/YPG mientras que Alemania se plantea desplegar tropas alemanas bajo control de la OTAN. Pero ni Francia ni Alemania logran avanzar y Estados Unidos sigue siendo la fuerza que controla el juego.
En el Sahel, Francia ya encuentra demasiado pesada para ella la tarea de mantener el statu quo mientras que Alemania estaría dispuesta a aumentar su propia participación… pero únicamente bajo las órdenes de Estados Unidos. En esta región sucede lo mismo que en Siria, Francia y Alemania no logran avanzar hacia sus objetivos. Todos han entendido que la retórica antiterrorista sólo esconde otra cosa: la necesidad de mantener en el poder los gobiernos actuales, que permiten a las potencias explotar los recursos de la región. Y, también en esta región, Estados Unidos se mantiene en la posición de quien da las órdenes y tiene intenciones de ser el primero en beneficiarse con la explotación de los recursos regionales.
La novedad de esta cumbre de la OTAN es la posible apertura del “frente chino”, lo cual supondría convertir la alianza atlántica en un bloque militar “atlántico-pacífico”. Según los estudios del Pentágono, sería conveniente incorporar Australia, la India y Japón a ese bloque, para cercar a China, como se hizo con Rusia. Ese proceso, que podría exigir un decenio de trabajo, acaba de comenzar con la cumbre de Londres.
Por lo pronto, el PaCom –o sea, el Mando de Estados Unidos para el Pacífico– ya fue rebautizado, en tiempos del secretario de Defensa Jim Mattis, con la denominación IndoPaCom [4].
Más recientemente, el nuevo secretario de Defensa, Mark Esper, y el secretario de Estado, Mike Pompeo, así como el secretario general de la OTAN, Jens Stoltenberg, viajaron discretamente a Sydney, a principios de agosto, para tantear a los dirigentes australianos, quienes –aunque ven el asunto como un honor– parecen espantados ante la perspectiva de aceptar el despliegue de misiles nucleares en Australia. [5].
También hubo contactos con la India y con Japón, pero resultaron mucho menos exitosos. Al mismo tiempo, Estados Unidos revisó sus políticas hacia Corea del Sur, Indonesia, Myanmar, Filipinas, Tailandia y Vietnam para propiciar acercamientos entre los ejércitos de esos países. Estos están acostumbrados a trabajar con el personal del Pentágono pero no suele relacionarse entre sí.
Pekín ya había entendido, desde 2014, que el deseo estadounidense de salir del Tratado INF era el reflejo de una política más antichina que antirrusa. Ahora ya es evidente que habrá un despliegue de misiles nucleares estadounidenses alrededor de China y que la OTAN seguirá esa política.
Para los chinos, esto es un retroceso, un regreso a la época –a finales del siglo XIX– en que Estados Unidos elaboró su «doctrina de la Puerta Abierta». En aquella época se trataba de instaurar entre los imperios coloniales un pacto para que establecieran una forma de libre competencia entre sí y para que explotaran regiones subdesarrolladas en vez de guerrear unos con otros para apoderarse de tal o mas cual territorio. Gracias a su superioridad industrial, Estados Unidos estaba seguro de lograr imponerse. Para llevar adelante esa agresión, Washington desarrolló un discurso apaciguador: apoyó «la integridad territorial y la soberanía» de los países donde quería hacer negocios y favoreció el fortalecimiento de los gobiernos locales, en la medida en que esos gobiernos eran capaces de garantizar la aplicación de los tratados desiguales. De esa manera, esos países se controlaban a sí mismos… en beneficio de Estados Unidos. La falsedad de las declaraciones de principio que emitía Estados Unidos quedó demostrada con las agresiones japonesas contra China: Washington respaldó todas las exigencias japonesas y permitió el desmembramiento del este de China.
Es precisamente aquella experiencia de haber tenido que luchar simultáneamente contra todos los imperios coloniales, coaligados contra China –incluyendo la Rusia zarista–, lo que ha llevado al presidente Xi Jinping a acercarse a su homólogo ruso Vladimir Putin, cuyo país sufrió posteriormente una agresión similar. Tanto China como Rusia están conscientes de que algún día tendrán que enfrentarse nuevamente a esas potencias. Sin embargo, el Pentágono apuesta a que, en el momento decisivo, Moscú no apoyará a Pekín. Pero esa estimación es anterior a la aparición de los misiles hipersónicos rusos.
China no se plantea esta guerra en los mismos términos que la OTAN. Su intención es desplazar el campo de batalla al terreno informático y destruir el armamento de la OTAN ampliada con una serie de ataques cibernéticos, antes de que ese armamento llegue a ser utilizado.
En octubre de 2011, la entonces secretaria de Estado Hillary Clinton lanzaba en Foreign Policy su llamado a «volverse hacia Asia» (pivot to Asia), según el cual Estados Unidos tendría que salir de Europa y del Medio Oriente ampliado para desplegarse en el Extremo Oriente [6]. En marzo de 2013, el consejero de seguridad nacional, Tom Donilon, exponía ese plan ante la Asia Society [7]. El plan incluía un dispositivo diplomático y financiero: el proyecto de Acuerdo de Asociación Transpacífica.
Pero el Pentágono rectificó el tiro con rapidez: no sería cuestión de salir de una región del mundo para desplegarse en otra sino de ampliar el despliegue partiendo de una región para abarcar también la otra. En eso consistía la noción de «reequilibramiento» (rebalance), la única compatible con la continuación de la «guerra sin fin» (war without end) en el Medio Oriente ampliado, o Gran Medio Oriente. Viendo que no lograba convencer, el Pentágono cortó abruptamente el debate subrayando que era imposible –desde un punto de vista presupuestario– mantener 3 frentes al mismo tiempo [8]. Pero, desde aquella época, el Pentágono ha comprado grandes cantidades de armamento y ha venido acumulándolas en la región del Pacífico.
Bolsonaro usou o Flamengo- The Intercept Brasil
Não temos nada contra flamenguistas. Até temos amigos que são. O nosso colega Bruno Sousa, por exemplo. O nosso problema é com a falta de transparência – e essa é uma história que envolve o Flamengo, a Força Aérea Brasileira e a hipocrisia política de Jair Bolsonaro, que atropela os princípios mais básicos da Constituição.
Você deve se lembrar: quando o Flamengo levou a Libertadores em Lima, no Peru, Bolsonaro resolveu fazer uma surpresinha ao time. Mandou um avião da FAB, a Força Aérea Brasileira, escoltar o voo comercial que trazia os jogadores de volta. Ainda no ar, chegando no Rio de Janeiro, o caça se alinhou ao avião da Gol. Dentro da cabine, a equipe ouviu o recadinho personalizado do presidente, lido por um integrante da FAB, que incluiu até seu slogan de campanha:
"A Força Aérea Brasileira, em nome do presidente da República, Jair Bolsonaro, dá as boas-vindas ao time do Flamengo e felicita a equipe campeã que tão bem representou o Brasil para a conquista da Copa Libertadores da América. Brasil acima de tudo. Parabéns", disse o piloto pelo rádio.
Nós ficamos curiosos sobre essa missão militar de parabéns aos jogadores. Quem deu a ordem? Como ela funcionou? E sobretudo: quanto ela custou?
Para entender melhor, fizemos um pedido com base na Lei de Acesso à Informação perguntando ao Ministério da Defesa de quem foi dada a ordem para a escolta do voo e contato via rádio com a aeronave comercial, qual era a fundamentação da missão – ou seja, qual era o motivo daquilo acontecer – e quanto a missão custou aos cofres públicos. A gente não é flamenguista, mas sabe reconhecer uma vitória. E também sabe que dinheiro público não deve custear esse tipo de manifestação.
A resposta chegou nessa semana. Bom, na verdade, é uma não resposta. O Comando da Aeronáutica disse que o "voo ocorreu em aproveitamento a uma missão de treinamento realizada pela aeronave da FAB" naquele dia. E que os custos das missões da Força Aérea são sigilosos. A gente não sabe quanto custou a desviadinha do avião que deu o alô pro Flamengo. Mas consegue estimar: segundo o Estado Maior da Aeronáutica, a hora de voo desse tipo de caça custava em 2006, antes de sua modernização, mais de US$ 4 mil. Na cotação de hoje, o valor ultrapassaria R$ 17 mil.
Nem vamos nos atentar ao fato de que Bolsonaro não é flamenguista, mas palmeirense (ou fluminense? Ou vascaíno? Ou botafoguense? Corinthiano? Santista? Colorado? Gremista? Esmeraldino? Ou talvez ele torça para o Sport Recife. Ou pro América do Rio. Ou pro América Mineiro. Brusque? River do Piauí? Athletico? Jamais saberemos). Vamos nos concentrar no fato de que o presidente usou um recurso do estado – ou seja, nosso – para fazer política em benefício pessoal.
Não é a primeira vez que o presidente usa recursos públicos para promover seu lema de campanha e sua imagem – e, com isso fere o princípio da impessoalidade previsto na Constituição. A primeira delas foi lá no começo de seu mandato, quando o site do governo federal exibiu uma imagem do presidente. Depois, o Ministério da Educação queria que as escolas brasileiras executassem o hino e lessem uma carta que continha o mesmo slogan "Brasil Acima de Tudo". Em outro exemplo mais recente, a Secretaria de Comunicação exibiu um vídeo em defesa do presidente sobre sua relação com o suspeito de assassinar Marielle Franco.
A comunicação e a estrutura do estado não podem ser usados em benefício pessoal de quem senta na cadeira de presidente. Devem servir ao governo, não à pessoa que ocupa o cargo. Confundir si mesmo com o estado, usando a estrutura pública para fazer proselitismo político, é característica de autocratas e populistas.
Hoje tem jogo de novo. E esperamos que a vitória, se vier, não seja usada como campanha política paga com o nosso dinheiro. A gente precisa saber que tipo de brincadeira está financiando.
Tatiana Dias
Editora Sênior
Lanzamiento de la Union de Trabajadores de la Economía Popular-UTEP
Los Movimientos Populares que vienen organizándose en la Argentina y nucleando a los trabajadores y las trabajadoras de la Economía Popular en sus diferentes ramas productivas y de servicios, tomaron el compromiso de unificarse en un sindicato único para seguir conquistando los derechos del sector.
Las organizaciones que integran la CTEP, la CCC, Barrios de Pie (Somos) y el Frente Popular Darío Santillán, cristalizarán la unidad que se viene manifestando desde hace años en la organización y la lucha por los derechos de los trabajadores y las trabajadoras que representan. En un sindicato sin precedentes, que representara a los trabajadores que crean su propio trabajo y han perdido sus derechos, la Economía Popular buscará seguir construyendo representatividad para plantear demandas y soluciones enmarcadas en su programa de Tierra, Techo y Trabajo.
Contacto:
Dina Sánchez, vocera del FPDS. 1140891074
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Superintendencia de Seguridad Federal: 43 años después de los hechos, el juicio terminó con condenas
El lunes 16 de diciembre, pasadas las 4 de la tarde, el Tribunal Oral Federal N°6 comenzó la lectura del veredicto en la causa “Gallone, Carlos Enrique y otros s/homicidio agravado, privación ilegal de la libertad”, sobre los crímenes cometidos contra 67 personas, de las cuales 15 continúan desaparecidas. Los hechos ocurrieron en el centro clandestino conocido como Superintendencia de Seguridad Federal -o Coordinación Federal-, que funcionaba en Moreno 1417, de la Capital Federal.
Los jueces Julio Panelo, José Martínez Sobrino y Fernando Canero condenaron por homicidio a Eduardo Norberto Comesaña y a Raúl Guglielmineti a la pena de prisión perpetua. Carlos Enrique Gallone recibió la pena de 25 años -unificada en perpetua por sus condenas en causas anteriores-, como coautor de violación, abuso deshonesto, secuestros y tormentos agravados. A Fausto José Mingorance, a 10 años, a Rafael Oscar Romero y a Juan Manuel Grosso, a 7 años, por privaciones ilegales de la libertad y tormentos agravados.
Carlos Enrique Gallone fue uno de los principales responsables de Coordinación Federal. A lo largo del debate se acumuló prueba suficiente para que la acusación que ya pesaba sobre él -privaciones ilegales de la libertad y tormentos- se ampliara a delitos de violencia sexual, que dirigió especialmente hacia las mujeres secuestradas. Entre las víctimas de Gallone estuvieron Patrick Michael Rice y Fátima Edelmira Argentina Cabrera, quienes fueron representados por el CELS en el juicio.
Fátima es bajita, generosa en sus abrazos, y tiene la paciencia de muchos años en la búsqueda de justicia. Afuera de la sala del TOF 6, donde decenas de sobrevivientes, familiares, abogades e integrantes de organismos de derechos humanos se abrazaban tras la lectura del veredicto, jugaba su nieta con su papá. Fátima se emocionó e invocó la memoria de Patricio Rice, su compañero ya fallecido. Para ella la sentencia fue significativa en varios sentidos, no solo porque desde su lugar de sobreviviente pudo llevar como testigo la palabra de las y los compañeros que no están, sino porque hubo un reconocimiento de los delitos sexuales, como delitos precisos hacia las mujeres dentro del sistema de represión y de persecución política.
El abogado Pablo Llonto encabezó la querella como apoderado de María Alonso, víctima sobreviviente de ese mismo centro clandestino. El CELS formó parte de la querella unificada.
Centro de Estudios Legales y Sociales
ARSENAL GLOBAL
Rio de Janeiro nunca soube a procedência de todas as balas que matam quase 1.500 pessoas por ano. Agora sabe. No ano passado, durante 100 dias, nós começamos um trabalho jornalístico inédito: rodamos por 27 bairros da cidade nos instantes posteriores a trocas de tiros e coletamos do chão 137 cápsulas de munição para responder, afinal, de onde vêm as balas que empilham corpos pela cidade das operações sanguinolentas e dos inquéritos intoxicados?
Encontramos ainda quentes os cartuchos do mesmo lote de fabricação que matou Marielle Franco, mas não só. Também estavam pelas vielas munições fabricadas na China, nos EUA, na Rússia, na Bósnia – a maior parte delas é proibida no Brasil. Além de munição de última geração produzida por fábricas globais, achamos ainda, surpreendentemente, cápsulas fabricadas quatro décadas atrás na Bélgica, onde pode-se ver nitidamente a marcação da Organização do Tratado do Atlântico Norte. O lote foi produzido para ser usado durante a Guerra Fria.
A partir desse levantamento do Intercept, não há dúvida: o conflito armado no Rio de Janeiro é uma carnificina de responsabilidade global.
Era o segundo dia consecutivo de operação das Forças Armadas no Complexo do Alemão quando coletamos, em agosto de 2018, dez cápsulas de balas. A intervenção federal na cidade mostrava serviço.
Uma delas, de calibre 7,62, pertencia ao lote UZZ-18, fabricado pela Companhia Brasileira de Cartuchos, a CBC. Era um código familiar.
Do UZZ-18, também saíram as 13 balas 9mm que mataram a vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Pedro Gomes, em março de 2018.
Em 2015, a munição do UZZ-18 já havia matado 19 pessoas em uma chacina em Osasco e dois traficantes em São Gonçalo.Em nenhum deles houve a participação da Polícia Federal, para quem o lote foi vendido, em 2006.
Do total de cápsulas que recolhemos, 93 foram encontradas após tiroteios nos quais não houve participação da polícia ou Forças Armadas, como nos casos citados acima.
Recolhemos apenas 43 cápsulas em dias nos quais a imprensa noticiou a presença policial nas áreas de coleta.
Quase todo o material recolhido é de uso restrito das polícias e das Forças Armadas – o que não é surpresa. E apenas duas munições, de calibre 38, podiam ser usadas pela população.
La radiación de Chernóbil estimula en los avispones un metabolismo más rápido que el de sus parientes de otras zonas, así como un mayor consumo de néctar. Este incremento puede tener mayores consecuencias ecológicas.-Sputnik
Este cambio podría deberse a la constante exposición a la radiación de bajo nivel de la zona, revela un estudio realizado por científicos de la Universidad de Stirling. Durante su estudio, los investigadores británicos simularon en un laboratorio el nivel de radiación registrado en Chernóbil para conocer qué impacto podría tener sobre los insectos que habitan en la zona de exclusión.
Para tratar de crear un ambiente radiactivo parecido al de Chernóbil, los investigadores utilizaron el cesio y midieron el volumen de néctar consumido por los avispones que participaron en el experimento.
Zona de alienacion de Chernóbil (archivo)
© SPUTNIK / VIKTOR TOLOCHKO
Hallan en Chernóbil un peligroso objeto radiactivo
Además, midieron la tasa de dióxido de carbón producido por estos insectos. Los resultados de su trabajo revelaron que los avispones expuestos a una radiación de bajo nivel pasaron a comer más de lo normal.
"Nos gustaría desarrollar el trabajo realizado aquí para entender si los efectos registrados sobre la tasa metabólica y el apetito de los avispones podría ser hallada en otras especies. Esto nos permitirá entender si se trata de un efecto general de la baja radiación o es un efecto único causado, sobre todo, sobre los avispones", aseguró la científica Jessica Burrows que presentó el estudio en la reunión de la Sociedad Ecológica Británica.
Este incremento en el consumo de néctar puede tener consecuencias ecológicas muy importantes. En particular, pondrá en riesgo al crecimiento de las colonias como causa de la escasez de recursos alimenticios. A su vez, una reducción de avispones afectará los servicios prestados por el ecosistema polinizador y tendrá el impacto aún más fuerte sobre el medioambiente.
10 diciembre, 2019
América Resiste #206- La Retaguardia Radio- 09-12-2019
América Resiste #206- La Retaguardia Radio- 09/12/2019
Editorial: Estado de situación-Amenazas-Nos declararon la guerra
Audios:
A mi me la vas a contar- Discepolo-1951
Nestor Kirchner- enfrenta a Patricia Bullrich-2001-VHM
Cristina Fernandez de Kirchner-enfrenta a jueces prevaricadores-
Argentina- "El campo" Amenaza al nuevo gobierno-sedición?
Gobernadora de Bs.As. Vidal: Sos una...maldad
Granaderos de San Martin- La Patria Liberada-
Bolivia- Ejercito ataca con munición letal a la población desarmada
Bolivia-NotiTrabajadores-Agresiones a Comisión DDHH
Bolivia- Comisión de DDHH- Argentina toma testimonios-
EEUU-Comando Sur- Craig Faller- Desembarcar en la Patria Grande
Música:
Canción para Milagro Sala-Karavana// En eso llego Fidel-Carlos Puebla// Todos somos milicianos-Ali Primera-Carlos Puebla// Canción para Evo-Grupo Pentagrama// Duro con él-Carlos Puebla// Canción de los Soldados-Rolando Alarcon// Soy Primera Linea-Chile// Hay un violador en tu camino- Tesis Chile// El tiempo me enseño-Tabaré Cardozo-Canario Luna//
Noticias- Denuncias- Reporte desde el lugar de los hechos- Periodismo Social, Libre, Militante No somos neutrales, estamos junto a los vulnerables, que Luchan contra los Abusos y se niegan a ser esclavos.
América Resiste!!!- LUNES 18:00 A 20:00/ Jueves 13 a 15/ Sábado 22 a 24-
Vamos contar ao mundo sobre o Brasil?
https://theintercept.com/2019/10/19/sergio-moro-policia-federal-lava-jato/?utm_source=The+Intercept+Brasil+Newsletter&utm_campaign=c2b79673da-AUTOMATION_GLENN&utm_medium=email&utm_term=0_96fc3bd6d5-c2b79673da-134629745
Em 2016, em meio à grave crise política que tomou conta do Brasil, produzimos uma série de artigos para o Intercept. Os textos tiveram uma repercussão incrível e nossas caixas de entrada ficaram literalmente cheias com agradecimentos, apoios e pedidos para continuarmos escrevendo sobre o Brasil. Esse processo deixou extremamente claro que havia aqui uma fome imensa por um jornalismo autônomo, feroz e de grande impacto. E foi assim, seguindo os princípios que estabelecemos para o site americano quando foi criado em 2014, que decidimos lançar o Intercept Brasil.
Na ocasião, listei os três objetivos que queríamos perseguir com a criação do TIB: fornecer uma plataforma para que jornalistas e escritores brasileiros pudessem tratar de questões políticas, econômicas e sociais de maneira independente, ajudá-los a contar ao mundo o que estava acontecendo no país e trazer as notícias internacionais do Intercept para a audiência lusófona.
Esses objetivos continuam atuais. Há grande expectativa em todo o mundo sobre o que acontece hoje no Brasil. A crise institucional que abalou o país parece não ter fim e as eleições, que poderiam apaziguar os ânimos, resultaram em um governo que cria ainda mais instabilidade. É neste cenário que o jornalismo investigativo com liberdade editorial pode fazer a diferença.
No entanto, não basta disposição para contar boas histórias, é preciso uma estrutura robusta que garanta as melhores condições de trabalho para os jornalistas, a qualidade que a audiência merece e também o amplo alcance do que é produzido.
Em 2016, em meio à grave crise política que tomou conta do Brasil, produzimos uma série de artigos para o Intercept. Os textos tiveram uma repercussão incrível e nossas caixas de entrada ficaram literalmente cheias com agradecimentos, apoios e pedidos para continuarmos escrevendo sobre o Brasil. Esse processo deixou extremamente claro que havia aqui uma fome imensa por um jornalismo autônomo, feroz e de grande impacto. E foi assim, seguindo os princípios que estabelecemos para o site americano quando foi criado em 2014, que decidimos lançar o Intercept Brasil.
Na ocasião, listei os três objetivos que queríamos perseguir com a criação do TIB: fornecer uma plataforma para que jornalistas e escritores brasileiros pudessem tratar de questões políticas, econômicas e sociais de maneira independente, ajudá-los a contar ao mundo o que estava acontecendo no país e trazer as notícias internacionais do Intercept para a audiência lusófona.
Esses objetivos continuam atuais. Há grande expectativa em todo o mundo sobre o que acontece hoje no Brasil. A crise institucional que abalou o país parece não ter fim e as eleições, que poderiam apaziguar os ânimos, resultaram em um governo que cria ainda mais instabilidade. É neste cenário que o jornalismo investigativo com liberdade editorial pode fazer a diferença.
No entanto, não basta disposição para contar boas histórias, é preciso uma estrutura robusta que garanta as melhores condições de trabalho para os jornalistas, a qualidade que a audiência merece e também o amplo alcance do que é produzido.
ex-juiz Sergio Moro não somente conspirou com os procuradores e comandou a força-tarefa da Lava Jato, conforme revelado pelo Intercept, mas também, desde o começo da operação, capitaneou operações da Polícia Federal. Chats de grupos da Lava Jato no Telegram indicam que o atual ministro da Justiça de Jair Bolsonaro inclusive ordenou busca e apreensão na casa de suspeitos sem provocação do Ministério Público (o que é irregular).
“Russo deferiu uma busca que não foi pedida por ninguém…hahahah. Kkkkk”, escreveu Luciano Flores, delegado da PF alocado na Lava Jato, em fevereiro de 2016, no grupo Amigo Secreto — se referindo a Moro pelo apelido usado pelos procuradores e delegados. “Como assim?!”, respondeu Renata Rodrigues, outra delegada da PF trabalhando na Lava Jato. O delegado Flores, em resposta, avisou ao grupo: “Normal… deixa quieto…Vou ajeitar…kkkk”.
Israel vs. Netanyahu: la verdadera acta de acusación
http://espacioconvergencia.com.ar/2/index.php/israel/4310-israel-v-netanyahu-la-verdadera-acta-de-acusacion
"He dado mi vida por nuestro estado", dijo el primer ministro Benjamin Netanyahu en su respuesta televisada a nivel nacional, a tres acusaciones penales que se emitieron contra él el 22 de noviembre. "He luchado por ello, he sido herido por ello y estoy luchando por ello en los últimos años tanto en el ámbito internacional como aquí para convertirnos en una potencia mundial ", declaró el acusado en su defensa, como si fuera un testigo de carácter en la fase de sentencia de su propio juicio.
Netanyahu declaró además que no solo no debería renunciar a su cargo, sino que lideraría al estado "responsablemente, con devoción, al tiempo que garantizará la seguridad y el futuro de todos nosotros". El lugar de Netanyahu en la historia ya está garantizado como el primer primer ministro titular en ser acusado de cargos penales. Las acusaciones en su contra, sin embargo, palidecen en comparación con la larga lista de acciones criminales estratégicas y errores cometidos contra el estado, en el proceso de abandono de la seguridad y el futuro de sus ciudadanos. Cada conteo en la lista de violaciones es atroz en sí mismo. La sinergia creada por la combinación de los "crímenes" estratégicos de Netanyahu y su impacto eclipsan las acusaciones penales reales en su contra.
El primer cargo del Estado de Israel vs. Benjamin Netanyahu es asesinato en primer grado por la muerte del sueño sionista. Las armas utilizadas: una demanda deliberadamente provocativa de que el liderazgo palestino reconozca a Israel como el estado-nación del pueblo judío; avance de la empresa de asentamientos; incitación nacionalista; apoyo silencioso para Hamas y sus socios, que perturban la vida cotidiana de los israelíes en las comunidades fronterizas de Gaza, con el fin de debilitar a la Autoridad Palestina en Cisjordania; e instigando a su principal colaborador, el presidente Donald Trump, a tomar medidas unilaterales para paralizar el proceso de paz.
El segundo cargo es la anulación del acuerdo nuclear firmado entre Irán y las potencias mundiales. Las armas utilizadas: los grupos de presión judíos y evangélicos pro israelíes en los Estados Unidos. Netanyahu se atribuye el mérito de la decisión de Trump de retirar a Estados Unidos del acuerdo y de endurecer las sanciones contra Irán. La campaña de Netanyahu para socavar el acuerdo se llevó a cabo en contra del consejo de altos funcionarios de seguridad israelíes, quienes creían que el acuerdo era satisfactorio considerando las circunstancias. Sus advertencias en el sentido de que la alternativa podría resultar en una aceleración del programa nuclear de Irán están resultando proféticas.
El tercer cargo es un daño grave a las relaciones de Israel con Jordania. Según las recientes declaraciones públicas del rey Abdullah II, la relación entre su país e Israel está "en un mínimo histórico". El rey expresó su esperanza de que pronto se forme un nuevo gobierno en Israel que permita a los dos países resolver los problemas en la relación. "Parte de esto es política interna", dijo el monarca. "Entiendo eso, pero no a expensas de algo por lo que mi padre y el fallecido Primer Ministro [Yitzhak] Rabin lucharon tanto por lograrlo". Los malos vientos que soplan entre Jerusalén y Ammán han llevado a Abdullah a negarse a extender el acuerdo de arrendamiento de tierras en dos enclaves fronterizos (Tzofar y Naharayim) en el tratado de paz de 1994, dañando los medios de vida de los agricultores israelíes que han cultivado esas tierras durante décadas. La relación también se ha visto perjudicada en repetidas ocasiones por declaraciones provocativas de Netanyahu, como su promesa de anexar el Valle del Jordán y la insensibilidad a la conexión de Jordania con obligaciones con los lugares sagrados musulmanes en la Ciudad Vieja de Jerusalén.
El cuarto cargo es la contaminación de la imagen moral y democrática de Israel en el escenario mundial. El abuso de los derechos humanos de los palestinos en los territorios ocupados y los intentos de borrar la Línea Verde han erosionado la relación de Israel con la Unión Europea y sus estados miembros clave. El Tribunal de Justicia Europeo con sede en Luxemburgo dictaminó el 12 de noviembre que los 28 estados miembros de la UE están obligados a etiquetar los productos fabricados en Cisjordania, incluida Jerusalén Oriental, y los Altos del Golán para identificar su origen como de un asentamiento israelí. El tribunal determinó que la medida era necesaria para evitar engañar a los consumidores y garantizar que sepan que el Estado de Israel es una potencia ocupante en las tierras donde se fabrican los productos, no el soberano legítimo.
Israel se ha convertido en una "potencia mundial" como se jactó Netanyahu, la palabra clave es "poder". Su impulso de poder se debe a las relaciones con líderes controvertidos, como Trump, un presidente en medio de un proceso de juicio político contra él; el primer ministro húngaro, Viktor Orban; el presidente brasileño Jair Bolsonaro; el presidente filipino Rodrigo Duterte; y el primer ministro polaco, Mateusz Morawiecki. Las relaciones con ellos se han comprado con visitas mutuas y apretones de manos públicos, haciendo la vista gorda ante las expresiones de antisemitismo y realizando tratos de armas éticamente cuestionables.
El quinto cargo es la oportunidad perdida de promover una alianza estratégica con los estados árabes sunitas y aislar a Irán y sus representantes. Los gestos de buena voluntad de varios Estados del Golfo, especialmente Arabia Saudita, incluida la concesión de permisos para los sobrevuelos de Air India a través del espacio aéreo saudí para su ruta Tel Aviv-Nueva Delhi, sirvieron principalmente para engrasar la máquina de relaciones públicas de Netanyahu. Su afirmación de que los lazos con los estados árabes podrían desarrollarse junto con la profundización de la ocupación de Israel fue, en el mejor de los casos, propaganda barata y, en el peor, política criminal.
El sexto cargo es estar dando un golpe fatal a las relaciones con el Partido Demócrata y las principales comunidades judías estadounidenses. La identificación total de Netanyahu con el Partido Republicano convirtió el apoyo bipartidista de Israel, estratégicamente importante, en un tema partidista controvertido. El discurso de Netanyahu en 2015 ante el Congreso que incita a los legisladores contra el presidente Barack Obama será recordado como una grave intervención israelí en la política interna de Estados Unidos. La violación en serie de las promesas de enmendar el status distorsionado de los judíos progresistas y reformistas estadounidenses en Israel, como oponerse a las conversiones de los reformistas y dejar de lado el compromiso en un espacio de oración mixto en el Muro de los Lamentos, aliena a su generación más joven.
El cargo final es la reacción pública escandalosa de Netanyahu a las acusaciones criminales en su contra. En su intento desesperado por salir de la condición de acusado, Netanyahu ha sometido a juicio a los medios de comunicación, el estado de derecho, los tribunales y el resto del sistema legal. Se burló globalmente de la descripción permanente de Israel como "la única democracia en el Medio Oriente".
El daño a largo plazo que Netanyahu ha infligido a la defensa y la diplomacia de Israel no es menos severo, si no más, que su ataque con víctimas múltiples sobre la sociedad israelí y el estado de derecho. Cada día adicional en que el acusado continúa manteniendo el título de primer ministro israelí es un día oscuro para la visión de Israel como un estado ético, amante de la paz, democrático y judío.
*Columnista de Pulso de Israel de medio Al-Monitor. Anteriormente fue columnista principal y editorialista de Haaretz y también se desempeñó como jefe de oficina y corresponsal sobre temas diplomáticos del ese diario en Estados Unidos.
Traducción. Dardo Esterovich
O extremo-centro engana-bobo-
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03 diciembre, 2019
América Resiste #205-La Retaguardia Radio-02-12-2019
América Resiste #205- La Retaguardia Radio- 02/12/2019
Audios:
Argentina: "Los Guardianes de la Tierra"- Amenazas al futuro gobierno-
Bolivia: Ejercito desaparece muertos-
Drama en Cochabamba-
Munición real. Agonía en directo-
NotiTrabajadores-Amenazas, interrogatorios.
Comisión de DDHH de Argentina-
Toma testimonios Mataron a mi hermano
Juventud Unidad-Resistencia-
Paraguay: Gral. Morel-Terminar con los DDHH
EEUU: Craig Faller-Comando Sur-
Chile: Tirar a la cabeza, sin testigos
Chile: Soy la Primera linea.
Música:
Hasta la Toma del Poder-Piero-Marilina Ross-1973//A desalambrar-Kandela Kumbiakistan//Canción para Evo//Vem vamos embora//La Chamuscada-América Martin//Ya no se que hacer conmigo-De Nos//
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América Resiste!!!-
LUNES 18:00 A 20:00/ Jueves 13 a 15/ Sábado 22 a 24-
¿Por qué el golpe en Bolivia busca frenar el desarrollo de energías limpias en Europa y China?
https://mundo.sputniknews.com/america-latina/201911301089488700-por-que-el-golpe-en-bolivia-busca-frenar-el-desarrollo-de-energias-limpias-en-europa-y-china/?utm_source=mundo_newsletter_links&utm_medium=email
La sombra proyectada por Estados Unidos en la renuncia del expresidente boliviano Evo Morales no busca apropiarse del litio, sino frenar su industrialización, asegura el economista Oscar Ugaretche. Sputnik te trae el analisis realizado por el experto.
Una de las primeras consecuencias silenciadas de la desestabilización en que entró el Gobierno boliviano a partir de las elecciones del 20 de octubre de 2019 fue la cancelación del contrato que tenía con la empresa alemana ACI Systems para explotar el salar de Uyuni.
Temer revela que Trump consultó con presidentes una posible intervención en Venezuela
https://mundo.sputniknews.com/america-latina/201911281089466089-temer-revela-que-trump-consulto-con-presidentes-la-intervencion-en-venezuela/?utm_source=mundo_newsletter_links&utm_medium=email
El expresidente de Brasil, Michel Temer, contó que el actual mandatario de Estados Unidos, Donald Trump, consultó con mandatarios latinoamericanos las medidas militares contra Venezuela, afirma un diario español.
Mientras todavía era presidente de Brasil, Temer y los entonces mandatarios de Colombia y Panamá, Juan Manuel Santos y Juan Carlos Varela respectivamente, fueron invitados por Trump a una cena, en el marco de una Asamblea de la Naciones Unidas en Nueva York.
"Trump nos invitó a mí, al presidente de Colombia [Juan Manuel Santos] y al de Panamá [Juan Carlos Varela] a cenar. Nos preguntó cómo intervenir en Venezuela", afirmó Temer en un evento celebrado el 27 de noviembre en la Casa de América de Madrid
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